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Abstract
OBJETIVO: Avaliar os efeitos do uso tópico da mitomicina C a 0,02%, no epitélio íntegro da córnea de coelhos, sob o ponto de vista clínico e imuno-histoquímico. MÉTODOS: A mitomicina C foi instilada, 4 vezes ao dia, por 14 dias, nos olhos de 28 coelhos, em superfície ocular íntegra. A superfície ocular foi avaliada por exames biomicroscópicos seriados, durante os dias de instilação da droga. Os animais foram sacrificados no 15º, 50º e 100º dia de experimento. O exame imuno-histoquímico do epitélio corneano foi realizado pelo emprego dos anticorpos monoclonais (AE1 e AE5) que reagem com as citoceratinas do epitélio da córnea. RESULTADOS: O uso de mitomicina C desencadeou discreta hiperemia conjuntival após o terceiro dia de instilação, desaparecendo 7 dias após a suspensão da droga. Não apresentou outro sinal clínico detectável na biomicroscopia. Não desencadeou alterações histopatológicas no epitélio corneano, observando-se a continuidade do epitélio, as células epiteliais se apresentaram dispostas de maneira ordenada, com número de camadas obedecendo à maturação normal e ausência de atipia celular. O uso da mitomicina C a 0,02%, não influenciou no padrão de diferenciação da célula epitelial da córnea. CONCLUSÃO: Os resultados desta investigação demonstraram baixo potencial tóxico do uso da mitomicina C, em superfície ocular íntegra de coelhos, na dosagem e concentração utilizadas.
Keywords: Mitomicina C; Mitomicina; Epitélio da córnea; Diferenciação celular; Soluções oftálmicas; Coelhos
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OBJETIVO: Avaliar os efeitos do uso tópico da mitomicina C a 0,02%, no epitélio íntegro da córnea de coelhos, sob o ponto de vista histopatológico. MÉTODOS: A mitomicina C a 0,02% (olhos esquerdo) e água destilada (olhos direito, controle) foram instiladas, 4 vezes ao dia, por 14 dias, nos olhos de 28 coelhos, na superfície ocular íntegra. Os animais foram sacrificados no 15º, 50º e 100º dia de experimento. O exame histopatológico do epitélio corneano foi complementado por análise morfométrica, que pelo método de contagens de pontos, estudou área do epitélio, número de núcleos, relação núcleo-citoplasma, área da célula epitelial, área do núcleo e área do citoplasma, na região do limbo e central da córnea. RESULTADO: O uso de mitomicina C não desencadeou alterações histopatológicas no epitélio corneano, observando-se a continuidade do epitélio, as células epiteliais se apresentaram dispostas de maneira ordenada, com número de camadas obedecendo a maturação normal e ausência de atipia celular. A análise morfométrica demonstrou alterações significativas nas diferentes estruturas do epitélio, na região do limbo e central da córnea, principalmente nas áreas estimadas do epitélio, do citoplasma e do número de núcleos, verificando-se hipertrofia da célula epitelial, redução da relação núcleo-citoplasma e diminuição do número de núcleos. Estes valores voltaram próximos ao nível controle no 100º dia de avaliação. CONCLUSÃO: Os resultados desta investigação demonstraram baixo potencial tóxico do uso da mitomicina C na superfície ocular íntegra de coelhos, nessa dosagem e concentração.
Keywords: Mitomicina; Mitomicina; Administração tópica; Soluções oftálmicas; Epitélio corneano; Coelhos
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OBJETIVO: Estabelecer a definição, classificação e estadiamento e desenvolver recomendações para o diagnóstico e tratamento da alergia ocular, usando o método Delphi de consenso. MÉTODOS: Dez especialistas em alergia ocular da América Latina participaram do painel. Quatro rodadas de questionários foram respondidas pelos painelistas. Consenso foi definido quando houve 2/3 ou mais de concordância. Os aspectos principais avaliados foram: definição, classificação, estadiamento e recomendações para diagnóstico e tratamento da alergia ocular. RESULTADOS: "Alergia Ocular" foi proposto como termo geral para descrever as doenças alérgicas oculares. Consenso sobre classificação não foi atingido. Sinais e sintomas foram considerados extremamente importantes para o diagnóstico. Consenso foi atingido sobre a necessidade de se estabelecer um sistema de estadiamento baseado na gravidade da doença. Controle ambiental e de exposição a alérgenos e o uso de lágrimas artificiais foram considerados tratamento de primeira linha e o uso tópico de anti-histamínicos, estabilizadores de membranas de mastócitos e drogas de ação múltipla, como tratamento de segunda linha. Anti-inflamatórios não hormonais tópicos e vasoconstrictores não foram recomendados. Corticosteroides tópicos foram estabelecidos como terceira linha de tratamento para casos graves de ceratoconjuntivite. Consenso não foi obtido em relação ao uso sistêmico de corticosteróides e imunossupressores. Abordagem cirúrgica e tratamentos não convencionais não foram recomendados de rotina. CONCLUSÃO: O desafio de criar recomendações para diversos aspectos da alergia ocular mostrou-se muito complexo, muitos deles permanencendo ainda controversos. Consensos mais amplos podem ser necessários para melhorar as recomendações atuais referentes a importantes aspectos da alergia ocular.
Keywords: Questionários; Consenso; Conjuntivite alérgica; Ceratoconjuntivite; Corticosteroides; Imunossupressores
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Objetivo: Comparar a previsibilidade refrativa pós-operatória do IOLMaster 500 e Pentacam HR com base nos valores de ceratometria e profundidade de câmara anterior nos olhos com indicação de implante de lentes intraoculares multifocais.
Métodos: Estudo retrospectivo realizado em 118 olhos tratados com facoemulsificação e implante de lentes intraoculares multifocal. Apenas os olhos que atingiram a emetropia na refração dinâmica no 30º dia pós-operatório foram incluídos. A fórmula de Haigis foi usada em cada caso para calcular o poder das lentes intraoculares, e a lente intraocular com a refração alvo mais próxima da emetropia foi implantada. Cenários de cálculo de quatro lentes foram testados pela combinação de medidas de ceratometria e profundidade de câmara anterior obtidas usando os dois dispositivos.
Resultados: IOLMaster 500 e Pentacam HR diferiram quanto à média de ceratometria (D 0,07 ± 0,03 D; p=0,0065) e profundidade de câmara anterior (D 0,08 ± 0,01 mm; p<0,001). Na análise da covariância, as seguintes diferenças foram obtidas usando a fórmula de Haigis quando confrontadas com os valores biométricos obtidos pela inserção dos valores de ceratometria e profundidade de câmara anterior, respectivamente: Penta/IOL x IOL/Penta (0,13 ± 0,03; p<0,0001); Penta/Penta x IOL/Penta (0,13 ± 0,03; p<0,0001); Penta/IOL x IOL/IOL (0,11 ± 0,03; p=0,001); Penta/Penta x IOL/IOL (0,11 ± 0,03; p=0,002); IOL/IOL x IOL/Penta (0,02 ± 0,03; p=0,865); Penta/IOL x Penta/Penta (0,002 ± 0,03; p=0,99). A diferença foi menor ao medir a profundidade da câmara anterior usando o IOLMaster 500, independentemente de qual dispositivo foi usado para medir a ceratometria.
Conclusões: O Pentacam HR diferiu significativamente do IOLMaster 500 no cálculo de ceratometria. Quanto à profundidade da câmara anterior, os dois dispositivos foram igualmente precisos.
Keywords: Biometria; Catarata; Interferometria; Lentes intraoculares; Lentes intraoculares multifocais Biometria; Catarata; Interferometria; Lentes intraoculares; Lentes intraoculares multifocais
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