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Abstract
Objetivo: Pesquisar os efeitos do cloridrato de ciclopentolato a 1%, aplicado topicamente, em parâmetros do segmento anterior medidos com a câmera de Scheimpflug Pentacam em adultos jovens e saudáveis. Métodos: A análise do segmento anterior, de 25 olhos de 25 jovens adultos (Grupo 1), antes e após 45 minutos da aplicação de cloridrato ciclopentolato a 1%, foram realizados. Como grupo controle (sem cicloplegia, Grupo 2), 24 olhos de 24 pacientes saudáveis pareados por idade e sexo, foram avaliados duas vezes em intervalos de 45 minutos. Os resultados obtidos com os grupos foram comparados estatisticamente. Resultados: A média de idade dos grupos foram 23,04 ± 3,42 (18-29 anos) e 22,4 ± 2,05 (18-27) anos, respectivamente (p=0,259). No Grupo 1, as medidas entre os dois exames foram significativamente diferentes para os valores de profundidade da câmara anterior (ACD), ângulo da câmara anterior (ACA), e do volume da câmara anterior (ACV) (p<0,05 para todos), enquanto que não foram diferentes para a espessura corneana central (CCT) e ceratometria valores (K1, K2). No Grupo 2, nenhum destes parâmetros foi diferente entre os dois exames. Conclusões: Aplicação tópica de cloridrato de ciclopentolato a 1% causou um aumento nos valores de ACD e ACV e uma diminuição nos valores da ACA. No entanto, ele não teve nenhum efeito significativo sobre as medidas de CCT e ceratometria. É importante considerar esses efeitos sobre as medidas tomadas com Pentacam em adultos jovens com cicloplegia quando aplicá-las em diferentes situações.
Keywords: Biometria; Córnea; Paquimetria corneana; Ciclopentolato/administração & dosagem; Técnicas, medidas, equipamentos de medição
Abstract
Objetivo: Examinar o efeito de infiltrados sub-epiteliais corneanos nas propriedades biomecânicas da córnea após ceratoconjuntivite epidêmica, em comparação com controles saudáveis.
Métodos: Este estudo transversal incluiu pacientes consecutivos com infiltrados sub-epiteliais corneanos bilaterais após ceratoconjuntivite epidêmica e controles saudáveis. Foram medidas a melhor acuidade visual corrigida, uma pontuação do infiltrado sub-epitelial da córnea, a escala de graduação de Fantes e a espessura central da córnea. A histerese da córnea, o fator de resistência da córnea, a pressão intraocular correlacionada à tonometria de Goldmann e a pressão intraocular compensada da córnea foram avaliados com o Ocular Response Analyzer.
Resultados: Este estudo incluiu 66 olhos de 33 pacientes com infiltrados corneanos sub-epiteliais após ceratoconjuntivite epidêmica e selecionou aleatoriamente 37 olhos de 37 voluntários saudáveis. As pontuações médias da escala de Fantes e dos infiltrados sub-epiteliais corneanos nos primeiros olhos acometidos foram respectivamente de 1,8 ± 0,8 e 2,9 ± 1,3. Nos olhos contralaterais, foram respectivamente de 1,3 ± 1,1 e 1,9 ± 1,7 (p=0,009 e p=0,002, respectivamente). O primeiro e o segundo olhos envolvidos tinham córneas significativamente mais finas (respectivamente 526,1 ± 28,1 µm; p=0,005 e 523,4 ± 38,1 µm; p=0,044) em comparação com os controles saudáveis (557,0 ± 38,1 µm). Embora a acuidade visual melhor corrigida tenha mostrado uma correlação positiva com o fator de resistência da córnea (r=0,363, p=0,045) e com a histerese da córnea (r=0,414, p=0,021), a pontuação dos infiltrados sub-epiteliais corneanos mostrou uma correlação negativa com a pressão intraocular correlacionada à tonometria de Goldmann (r=-0,479, p=0,006) e com a pressão intraocular compensada da córnea (r=-0,413, p=0,021).
Conclusão: Os olhos com infiltrados corneanos sub-epiteliais tinham córneas significativamente mais finas em comparação com os controles saudáveis. Ao se medirem os valores de pressão intraocular em pacientes com infiltrados sub-epiteliais corneanos, deve-se levar em consideração tanto as correlações positivas do fator de resistência da córnea e da histerese da córnea com a melhor acuidade visual corrigida quanto as correlações negativas da pressão intraocular correlacionada à tonometria de Goldmann e da pressão intraocular compensada da córnea com a pontuação do infiltrado sub-epitelial da córnea.
Keywords: Ceratoconjuntivite; Pressão intraocular; Epitélio corneano; Corticosteroides; Ciclosporina;Tonometria ocular
Abstract
PURPOSE: To evaluate macular chorioretinal flow changes on optical coherence tomography angiography, in participants who received inactivated and messenger RNA (mRNA) vaccines to prevent coronavirus disease 2019 (COVID-19).
METHODS: In this prospective cohort study, healthy participants who received two doses of an inactivated COVID-19 vaccine (CoronaVac) and then one dose of an mRNA vaccine (BNT162b2) were examined before and after each vaccination. Ophthalmologic examination and imaging with optical coherence tomography angiography were performed during each visit. We evaluated vascular densities in the superficial and deep capillary plexuses in foveal, parafoveal, and perifoveal areas; the foveal avascular zone; and choriocapillaris flows (in 1- and 6-mm-diameter areas).
RESULTS: One eye in each of the 24 participants was assessed. Superficial capillary plexus vascular densities in the parafoveal area were significantly lower after the second dose of the CoronaVac vaccine than after the first dose. In the deep capillary plexus, vascular attenuation was observed only in the parafoveal region after the first CoronaVac dose. However, in all regions, the deep capillary plexus vascular densities and subfoveal choriocapillaris flow were significantly decreased after the second CoronaVac dose. After the BNT162b2 dose, the superficial capillary plexus vascular densities, the deep capillary plexus vascular densities, and subfoveal choriocapillaris flow of most regions were significantly lower than those before vaccinations.
CONCLUSION: Vascular attenuation, observed particularly after the second dose of the CoronaVac vaccine, may explain the pathogenesis of postvaccine ocular ischemic disorders reported in the literature. However, these disorders are extremely rare, and the incidence of thrombotic events caused by COVID-19 itself is higher.
Keywords: Tomography, optical coherence; Angiography; COVID-19 vaccines; COVID-19; Coronavirus infections; SARS-CoV-2; mRNA vaccines; CoronaVac; Incidence
Abstract
Relatamos dois casos de queimaduras graves da superfície ocular e seus anexos causadas por exposição à metais pesados derretidos com temperatura de fusão de quase mil graus Celsius. Embora rigorosamente acompanhados, a inflamação intensa causou danos significativos para a superfície ocular, que acabou em uma infecção intratável com um resultado desfavorável. O calor do metal fundido no momento do impacto, a capacidade de retenção de calor do metal pesado, a área total da superfície ocular exposta ao metal fundido e a duração da exposição determinaram a gravidade da lesão que vai ocorrer. O resultado desfavorável, apesar do tratamento intensivo, em relação à acuidade visual e à aparência estética, devem ser claramente explicados ao paciente e uma consulta ao psiquiatra deve ser considerada, se necessário.
Keywords: Membrana amniótica/transplante; Queimaduras químicas; Queimaduras oculares; Metais pesados; Infecções oculares bacterianas; Acuidade visual; Humanos
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