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Abstract
Objetivo: Avaliar o estresse oxidativo lenticular em modelos de ratas na menopausa. Métodos: Quarenta ratos albinos femininos tipo Wistar foram incluídos neste estudo. Trinta ratas foram submetidas à ooforectomia para gerar o modelo de menopausa e 10 ratas formaram o grupo controle (Grupo 1). Dentre as ratas ooforectomizadas, 10 formaram o grupo controle menopausa (Grupo 2), 10 ratas receberam injeção diária de metilprednisolona até ao final do estudo (Grupo 3) e 10 ratas receberam estreptozotocina por via intraperitoneal para induzir diabetes mellitus (Grupo 4). O estado oxidante total (TOS), a capacidade total antioxidante (TAC) e as medições do índice de estresse oxidativo (OSI) dos cristalinos foram analisados. Resultados: A média de OSI foi menor no grupo 1 e maior no grupo 4. Todavia, a diferença entre os grupos não foi estatisticamente significativa (p>0,05). Os valores médios TOS foram semelhantes entre os grupos (p>0,05), enquanto a média de TAC grupo 1 foi mais elevada do que nos outros grupos ( p<0,001). Conclusões: Nossos resultados indicam que a menopausa podem não promover a formação de catarata.
Keywords: Menopausa; Catarata; Estress oxidativo; Cristalino
Abstract
Propósito: Nosso objetivo foi comparar a espessura da esclera anterior, camadas da córnea e do filme lacrimal pré-ocular entre pacientes com síndrome de Sjögren primária e indivíduos saudáveis.
Métodos: Cinquenta e um pacientes com síndrome de Sjögren primária e 41 controles saudáveis foram recrutados neste estudo comparativo e transversal. A espessura do filme lacrimal pré-ocular, epitélio corneal, camada de Bowman, estroma, membrana de Descemet e endotélio foram medidos no ápice corneal. A espessura da esclera anterior foi medida às distâncias de 1 mm e 3 mm do limbo. O módulo do segmento anterior da tomografia de coerência óptica de domínio espectral foi utilizado para mensurar as espessuras do filme lacrimal pré-ocular, camadas da córnea e esclera anterior.
Resultados: A espessura do filme lacrimal, o teste de Schirmer e os valores do tempo de ruptura do filme lacrimal foram significativamente menores no grupo com síndrome de Sjögren do que nos controles saudáveis (p<0,05). As medidas de espessura das camadas corneais e da esclera foram similares entre os grupos. A espessura do filme lacrimal foi moderadamente correlacionada com os resultados do teste de Schirmer (r=0,34, p=0,001), mas não houve correlação entre os resultados do teste de Schirmer e tempo de ruptura (r=0,18, p=0,09).
Conclusões: O filme lacrimal pré-ocular, medido pela tomografia de coerência óptica de segmento anterior, foi mais fino em pacientes com síndrome de Sjögren primária do que nos controles saudáveis. As espessuras das camadas da córnea e da esclera anterior foram semelhantes entre os grupos.
Keywords: Esclera; Síndrome de Sjogren-Larsson; Segmento anterior do olho; Tomografia de coerência óptica; Estudo comparativo
Abstract
OBJETIVO: Avaliar a morfologia da córnea e da câmara anterior em olhos fácicos com inflamação intraocular não infecciosa.
MÉTODOS: Esse estudo incluiu 59 olhos com uveíte ativa, 62 olhos com uveíte inativa e 95 olhos saudáveis. A densidade de células endoteliais da córnea, a proporção de células hexagonais, o coeficiente de variação, o volume e a espessura da córnea, a ceratometria máxima e o volume e profundidade da câmara anterior foram medidos com um microscópio especular e uma Pentacam HR.
RESULTADOS: A duração média da uveíte foi de 24,6 ± 40,5 (0-180) meses. O número médio de crises de uveíte foi de 2,8 ± 3,0 (1-20). O coeficiente de variação foi significativamente maior no grupo com uveíte ativa do que no grupo com uveíte inativa (p=0,017, Tukey post-hoc). Não houve diferença significativa nos demais parâmetros do segmento anterior entre os grupos com uveíte ativa, com uveíte inativa e controle (p>0,05). A análise de regressão linear múltipla demonstrou que o coeficiente de variação foi maior na uveíte ativa do que na uveíte inativa, após ajustes para a duração e tipo de uveíte e a presença ou não de doença reumática e de tratamento imunossupressor (p=0,003). A duração da uveíte e o número de crises não demonstraram correlação significativa com os parâmetros oculares (p>0,05, correlação de Spearman). A diferença nos parâmetros não demonstrou correlação significativa com o tipo de uveíte (p>0,05).
CONCLUSÕES: O coeficiente de variação foi maior nos olhos com uveíte ativa do que naqueles com uveíte inativa, ao passo que a densidade de células endoteliais e a morfologia da câmara anterior não mostraram diferenças significativas entre os grupos com uveíte ativa, com uveíte inativa e controle.
Keywords: Câmara anterior; Inflamação; Epitélio posterior; Contagem de células; Uveites
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