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Abstract
Objetivo: Comparar a eficácia do tacrolimus 0,03% colírio, diluído em óleo de linhaça e óleo de oliva, no tratamento de ceratoconjuntivite seca em cães.
Métodos: Foram utilizados 60 cães; 20 cães saudáveis como grupo controle, e 40 cães com diagnóstico de ceratoconjuntivite seca bilateral, distribuídos aleatoriamente em dois grupos: Tacrolimus em óleo de oliva (TO) e Tacrolimus em óleo de semente de linhaça (TL). Os animais foram avaliados mensalmente com exames oftálmicos, Teste lacrimal de Schirmer-1 (TLS-1), Tempo de ruptura do filme lacrimal (TRFL) e Teste de Fluoresceína (TF), e mensalmente com citologia conjuntival e com exame histopatológico no início e final do estudo.
Resultados: Nos dois grupos de tratamento os sinais clínicos, Teste lacrimal de Schirmer-1, óleo de semente de linhaça e Tempo de ruptura do filme lacrimal apresentaram melhora após um mês de tratamento. E no final do estudo, na análise citológica, ambos apresentaram diminuição de linfócitos, neutrófilos, células metaplásicas e células escamosas, e na análise histopatológica houve diminuição de linfócitos, neutrófilos e o aumento de células caliciformes. No grupo óleo de semente de linhaça, a diminuição de neutrófilos foi mais significativa (p<0,05) em ambas análises.
Conclusão: Em suma, tacrolimus 0,03% colírio diluído em óleo de oliva e óleo de linhaça foram eficientes no tratamento de ceratoconjuntivite seca. Nenhum dos parâmetros avaliados diferiu significativamente entre os dois grupos, exceto a contagem de neutrófilos, que foi significativamente menor no grupo TL. Assim, o óleo de linhaça pode ser considerado como um diluente alternativo para o colírio tacrolimus.
Keywords: Ceratoconjuntivite seca; Tacrolimus; Azeite de oliva; Óleo de semente do linho; Soluções oftálmicas; Animais; Cães
Abstract
Objetivo: Comparar a eficácia do tacrolimus 0,03% tópico associado ao ômega 3 oral, com diferentes proporções de ácido eicosapentaenoico (EPA), ácidos docosa-hexaenoicos (DHA) e antioxidantes, como adjuvante no tratamento de cães acometidos por ceratoconjuntivite seca.
Métodos: Quarenta e cinco cães atendidos no Hospital Veterinário da UNOESTE portadores de ceratoconjuntivite seca foram avaliados mensalmente por 6 meses pelo Teste Lacrimal de Schirmer, Teste de Fluoresceína, Tempo de Ruptura do Filme Lacrimal, Teste de Rosa Bengala, citologia da conjuntiva no início, meio e fim do projeto e biopsia da conjuntiva no início e final do projeto. Os cães foram distribuídos aleatoriamente em 3 grupos (n=15): grupo T (tacrolimus 0,03% tópico), grupo TO (tacrolimus + ômegas 1.5 EPA/1 DHA oral) e grupo TOA (tacrolimus + ômegas 1 EPA/4,5 DHA + antioxidantes oral).
Resultados: Houve uma melhora significativa nos sinais clínicos em ambos os grupos. No tempo de ruptura do filme lacrimal todos os grupos apresentaram aumento no decorrer do tratamento, sendo que o grupo TO foi o que apresentou melhor resultado em todos momentos quando comparado aos demais grupos. Ao final do experimento, os grupos T, TO e TOA apresentaram na análise citológica, diminuição de linfócitos, neutrófilos, células metaplásicas e escamosas, e na análise histopatológica, diminuição de linfócitos e neutrófilos e aumento das células caliciformes, com o grupo TO com melhor desempenho.
Conclusão: O tratamento oral com ω-3 contendo uma maior proporção de EPA do que o DHA aumentou a eficácia do tacrolimus tópico 0,03% no tratamento de ceratoconjuntivite sicca em cães.
Keywords: Ceratoconjuntivite seca; Tacrolimo; Ácido eicosapentaenoico; Ácidos docosa-hexaenoicos; Antioxidantes; Animais; Cães
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