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Abstract
Objetivo: Avaliar os resultados de três diferentes técnicas cirúrgicas para implantação da lente intraocular de câmara posterior (PCIOL) dobrável em olhos vitrectomizados sem apoio capsular. Métodos: Um total de 60 olhos de 60 pacientes afácicos vitrectomizados, sem apoio capsular foram inscritos. Todos os pacientes foram submetidos ao implante de PCIOL dobrável de três peças na câmara posterior, através de uma pequena incisão na córnea. Foram utilizados as técnicas cirúrgicas de fixação transescleral (TSF), fixação iriana (IF) e túnel de fixação intraescleral (ISF). Resultados: Subluxação ou luxação da PCIOL ocorreu em um caso no grupo TSF e em dois casos no grupo ISF. Deslocamentos intraoperatórios da PCIOL ocorram em dois pacientes no grupo IF. Frequência de complicações pós-operatórias temporárias como hemorragia intraocular leve e edema macular cistóide foi maior no grupo ISF. Não houve diferença estatisticamente significativa do astigmatismo relacionado à PCIOL entre os grupos. A acuidade visual melhorou em todos os grupos. Conclusões: Nenhuma das três técnicas cirúrgicas teve destaque em termos de resultados cirúrgicos comparativos.
Keywords: Implante de lente intraocular/métodos; Íris/cirurgia; Técnicas de sutura; Afacia
Abstract
Objetivo: Avaliar as alterações da espessura da coroide subfoveal (SFCT) após terapia com bevacizumab (IVB) para coriorretinopatia serosa central (CSC) usando tomografia de coerência óptica de domínio espectral com profundidade aprimorada (EDI-OCT). Métodos: Neste estudo retrospectivo, foram avaliados prontuários de pacientes com CSC que receberam IVB (grupo IVB) ou que foram apenas observados, sem intervenção (grupo controle). SFCT foi medido por meio de EDI-OCT. O desfecho principal avaliado foi a mudança na SFCT. Resultados: Houve 21 olhos no grupo IVB e 16 olhos no grupo de controle. Todos os pacientes apresentaram resolução de descolamento neurossensorial e melhora na visão. No grupo IVB, a SFCT media foi 315 μm no início e diminuiu para 296 μm na visita mais recente. No grupo controle, a SFCT média foi 307 μm no início e diminuiu para 266 μm na visita mais recente. Embora tenha havido uma diminuição significativa na SFCT média para o grupo controle, a diminuição não foi significativa para o grupo IVB (41 μm contra 19 μm, p=0.003 vs p=0.071). Conclusões: A SFCT diminuiu em ambos os grupos após a remissão da doença. Contudo, a diminuição foi significativamente maior no grupo de controle. Em termos de resultados anatômicos e funcionais, a injeção de IVB não foi promissora.
Keywords: Injeções intravítreas; Bevacizumab; Coriorretinopatia serosa central; Coroide; Tomografia de coêrencia óptica
Abstract
PURPOSE: To compare the outcomes of intravitreal dexamethasone implant used as either an adjuvant or a switching therapy for diabetic macular edema in patients with poor anatomic response after three consecutive monthly injections of ranibizumab.
METHODS: This retrospective study included patients with diabetic macular edema who received three consecutive doses of ranibizumab as initial therapy and demonstrated poor response. A single dose of intravitreal dexamethasone implant was administered to these patients. The patients were divided into two groups according to the treatment modalities: the adjuvant therapy group, consisting of patients who continued treatment with ranibizumab injection after receiving intravitreal dexamethasone implant, and the switch therapy group, consisting of patients who were switched from ranibizumab treatment to intravitreal dexamethasone implant as needed. The main outcome measurements were best corrected visual acuity and central retinal thickness at baseline and at 3, 6, 9, and 12 months of follow-up.
RESULTS: In this study that included 64 eyes of 64 patients, the best corrected visual acuity and central retinal thickness values did not significantly differ between the groups at baseline and at 6 months of follow-up (p>0.05). However, at 12 months, the best corrected visual acuity values in the adjuvant and switch therapy groups were 0.46 and 0.35 LogMAR, respectively (p=0.012), and the central retinal thickness values were 344.8 and 270.9, respectively (p=0.007).
CONCLUSIONS: In a real-world setting, it seems more reasonable to use intravitreal dexamethasone implant as a switch therapy rather than an adjuvant therapy for diabetic macula edema refractory to ranibizumab despite three consecutive monthly injections of ranibizumab. Patients switched to intravitreal dexamethasone implant were found to have better anatomic and visual outcomes at 12 months than those who continued ranibizumab therapy despite their less-than-optimal responses.
Keywords: Diabetic retinopathy; Macular edema/drug therapy; Dexamethasone/administration & dosage; Drug implants; Intravitreal injections; Ranibizumab/administration & dosage; Tomography, optical coherence; Endothelial growth factors
Abstract
OBJETIVO: Avaliar as alterações precoces após a primeira injeção de anticorpos antifator de crescimento endotelial vascular (anti-VEGF) em casos de edema macular secundário à retinopatia diabética e oclusão da veia da retina e a relação entre essas alterações e o resultado a longo prazo.
MÉTODOS: Foram incluídos no estudo pacientes que receberam uma injeção de antifator de crescimento endotelial vascular para edema macular, virgem de tratamento e devido à oclusão da veia retiniana ou a retinopatia diabética. A espessura macular central foi medida no início do tratamento e no 1º dia, 2ª semana e 1º mês após a injeção, bem como na última visita, através de tomografia de coerência óptica de domínio espectral. Definiu-se uma “boa resposta” como uma redução ≥10% na espessura macular central no 1º dia após a injeção. Os pacientes foram reavaliados na última visita com relação à resposta ao tratamento no 1º dia após a injeção, com base em um resultado anatômico favorável, definido como uma espessura macular central <350 µm.
RESULTADO: Foram registrados 26 (44,8%) pacientes com edema macular e oclusão da veia da retina e 32 (55,2%) com edema macular e retinopatia diabética. O tempo médio de acompanhamento foi de 24,0 meses (desvio-padrão de 8,5 meses). Foi observada uma diminuição estatisticamente significativa da espessura macular central após o tratamento antifator de crescimento endotelial vascular tanto em pacientes com edema macular e oclusão da veia retiniana quanto naqueles com edema macular e retinopatia diabética (p<0,001 para ambos). Todos os pacientes com edema macular e oclusão da veia retiniana responderam bem no 1º dia pós-injeção. Todos os que responderam mal no 1º dia pós-injeção pertenciam ao grupo com edema macular e retinopatia diabética (n=16,50%). A presença de manchas hiperrefletivas foi maior nos pacientes que responderam mal do que naqueles que tiveram boa resposta no grupo com edema macular e retinopatia diabética (p=0,03). Um dos 42 (2,4%) pacientes com boa resposta total teve espessura macular central >350 µm, enquanto 5 (31,2%) do total de 16 pacientes com resposta ruim apresentaram espessura macular central >350 µm na última visita (p=0,003).
CONCLUSÃO: O resultado anatômico de longo prazo do edema macular secundário à oclusão da veia retiniana e à retinopatia diabética pode ser previsto pela resposta ao tratamento no 1º dia após a injeção de antifator de crescimento endotelial vascular.
Keywords: Edema macular; Retinopatia diabética; Diabetes mellitus; Oclusão da veia retiniana; Fator A de crescimento do endotélio vascular; Inibidores da angiogênese; Resultado do tratamento
Abstract
Relatamos o caso de uma jovem com diminuição da visão do olho direito. Um mês antes do primeiro atendimento, a paciente desenvolveu pré-eclâmpsia grave com 22 semanas de gestação e interrompeu a gravidez. O exame de fundo revelou manchas algodonosas e exsudatos duros na mácula em ambos os olhos, com uma mancha amarela no centro da fóvea do olho direito. A tomografia de coerência óptica mostrou um buraco macular de espessura total com bordas cistoides elevadas no olho direito. A paciente foi diagnosticada com buraco macular secundário a pré-eclâmpsia e acompanhada para fechamento espontâneo. Um mês após a primeira visita, foi-lhe sugerida a intervenção cirúrgica, devido a um declínio em sua visão. Três meses depois, o paciente aprovou a cirurgia e foi submetida a uma vitrectomia via pars plana com retalho invertido de membrana limitante interna e tampão interno C3F8, o que proporcionou uma melhora anatômica e visual.
Keywords: Perfurações retinianas; Vitrectomia; Cirurgia vitreorretiniana; Pré-eclampsia; Tomografia de coerência óptica.
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