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Abstract
Objetivo: Investigar a influência da membrana epirretiniana (ERM) na terapia intravítrea com ranibizumab (IVR) para o edema macular diabético (DME). Métodos: Este estudo retrospectivo consistiu de 56 olhos de 48 pacientes com DME que foram divididos em dois grupos: o grupo DME com ERM (estudo) e o grupo só DME (controle). Foram avaliadas alterações na espessura central de macular (CMT) e melhor acuidade visual corrigida (BCVA). Resultados: No grupo de estudo, embora a CMT tenha sido significativamente reduzida após a 1ª injeção (p<0,001), a acuidade visual não melhorou significativamente (p=0,296). Após a 1ª injeção, o grupo controle apresentou diminuição significativa no CMT (p<0,001) e melhora na acuidade visual (p<0,001). No grupo controle, embora a mudança de CMT tenha sido significativa (p<0,001), a melhora da acuidade visual não foi significativa quando comparada com o grupo de estudo. Conclusões: No curto prazo, observou-se uma influência negativa da ERM sobre o IVR em DME.
Keywords: Membrana epirretiniana; Edema macular/quimioterapia; Retinopatia diabética/complicações; Ranibizumab/uso terapêutico
Abstract
Objetivo: Avaliar as características da superfície ocular em crianças com tireoidite de Hashimoto sem oftalmopatia associada à tireoide e comparar os resultados com aqueles de crianças saudáveis.
Métodos: Vinte e duas crianças com tireoidite de Hashimoto (Grupo 1) e 20 crianças saudáveis sem qualquer distúrbio ocular e/ou sistêmico (Grupo 2) participaram do estudo. Utilizou-se o questionário Índice da Doença da Superfície Ocular, medida de osmolaridade do filme lacrimal (Tearlab Osmolarity System, San Diego, CA, EUA), teste de Schirmer e tempo de ruptura do filme lacrimal, meibografia e citologia do raspado conjuntival e comparação dos resultados entre os grupos.
Resultados: O grupo de estudo incluiu 19 meninas e 3 meninos no Grupo 1 e 12 meninas e 8 meninos no Grupo 2 (p=0,081). A oftalmopatia associada à tireoide não foi identificada em nenhum dos pacientes. A média da osmolaridade do filme lacrimal foi 310,23 ± 11,98 mOsm/l no Grupo 1 e 313,60 ± 15,03 mOsm/l no Grupo 2 (p=0,424). A média do escore do teste de Schirmer foi menor no Grupo 1 (14,91 ± 6,27) do que no Grupo 2 (23,60 ± 5,63) (p=0,001). A média do tempo de ruptura do filme lacrimal foi menor no Grupo 1 (11,78 ± 4,07) em comparação com o Grupo 2 (15,1 ± 1,6) (p=0,013). Além disso, a média da perda de área da glândula meibomiana foi 25,01% ± 10,04% no Grupo 1 e 16,54% ± 6,02% no Grupo 2 (p=0,002). A análise da citologia conjuntival no Grupo 1 revelou alterações de grau 0 em 6 pacientes (27,3%), alterações de grau 1 em 14 pacientes (63,6%) e alterações de grau 2 em 2 pacientes (9,1%), enquanto 18 pacientes (90%) com alteração de grau 0 e 2 pacientes (10%) com alteração de grau 1 (p=0,001) no Grupo 2.
Conclusões: O estudo demonstra várias alterações da superfície ocular em crianças com tireoidite de Hashimoto. Esses achados podem indicar uma tendência para olho seco em pacientes pediátricos com tireoidite de Hashimoto, sem evidências clínicas de oftalmopatia associada à tireoide.
Keywords: Síndrome do olho seco; Doença de Hashimoto; Lágrimas; Concentração osmolar; Superfície ocular; Crianças
Abstract
Relatamos um caso de pupiloplastia cirúrgica em um paciente adulto com policoria verdadeira. Um homem de 44 anos de idade foi encaminhado ao nosso serviço com acuidade visual melhor corrigida (BCVA) de 0,5 em seu olho esquerdo. Biomicroscopia revelou 2 pupilas, dentro de uma zona central de 2,5 milímetros com dimensões de 1,2 mm e 1,1 mm de diâmetro. Ambas as pupilas apresentavam esfíncteres irianos reais que respondiam à luz e a drogas. A ponte entre as 2 pupilas foi cortada cirurgicamente. Não houve complicações transoperatórias ou pós-operatórias. A BCVA melhorou para 0,9, e a pupila ficou quase circunferencial com 2,7 mm de diâmetro, um mês após a cirurgia.
Keywords: Iris/anormalidades; Pupila/anormalidades; Pupila/cirurgia
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