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Abstract
Objetivo: Avaliação da coroide, retina e a camada de fibras nervosas da retina por meio de tomografia de coerência óptica (OCT) após capsulotomia por YAG laser não complicada. Método: Vinte e oito olhos de 28 pacientes foram incluídos neste estudo. Estruturas da retina e coroide foram analisados usando ACT nos exames de rotina antes da capsulotomia posterior por YAG laser e 24 horas, 72 horas, 2 semanas, 4 semanas e 12 semanas após YAG. Os resultados foram avaliados através do programa SPSS. Resultados: Os resultados deste estudo, pré YAG e às visitas de acompanhamento acima, podem ser resumidos da seguinte forma. A espessura média de coroide subfoveal central antes do YAG foi 275,85 ± 74,78 m; após YAG foi 278,46 ± 83,46 µm, 283,39 ± 82,84 µm, 280,00 ± 77,16 µm, 278,37 ± 76,95 µm, e 278,67 ± 76,20 µm, respectivamente. A espessura macular central foi 272,14 ± 25,76 mm antes YAG; e 266,53 ± 26,47 µm, 269,14 ± 27,20 µm, 272,17 ± 26,97 µm, 270,91 ± 26,79 µm, e 273 ± 26,63 µm, respectivamente. Espessura média da camada de fibras nervosas da retina antes do YAG foi 99,89 ± 7,61 mm; e 98,50 ± 8,62 µm, 98,14 ± 8,69 µm, 99,60 ± 8,39 µm, de 99,60 ± 8,39 µm, 99,60 ± 8,35 µm, respectivamente. Nenhuma das alterações observadas foram estatisticamente significativas. As médias da pressão intraocular, também não mostraram alterações significativas. Conclusões: Não houve mudanças significativas foram encontradas na coroide, camada de fibras nervosas da retina espessuras e ópticos, após a capsulotomia por YAG laser, embora houvesse, especialmente nos primeiros dias, discretas alterações de espessura nas estruturas mencionadas.
Keywords: Coroide; Retina; Tomografia de coerência óptica; Capsulotomia posterior/métodos
Abstract
Objetivo: Avaliação de espessuras das fibras nervosas da mácula, coroide e da retina de acordo com os índices de apnéia e hipopnéia (AHI) em indivíduos com síndrome da apneia obstrutiva do sono (OSAS), sem componentes sistêmicos. Métodos: Estudo prospectivo, controlado. As espessuras centrais maculares, da coroide e da camada de fibras nervosas da retina foram avaliadas tomografia de coerência óptica de domínio espectral de profundidade aprimorada em indivíduos com síndrome da apneia obstrutiva do sono. Em pessoas com OSAS grave a quem foi aplicado o tratamento, estruturas oculares posteriores foram examinados por três meses (4ª e 12ª semanas) e as alterações foram avaliadas. Apenas os olhos direitos dos participantes foram envolvidos no estudo. Resultados: 72 pessoas foram envolvidas no estudo, 18 no grupo controle e, 19 com OSAS leve, 16 com OSAS moderada e 19 com OSAS grave. Não houve diferença significativa entre os grupos em relação às medidas demográficas. Não houve diferenças significativas estavam presentes entre os grupos em termos de medidas de espessura macular central (CMT), espessura subfoveal central da coroide (CSCT), espessura da coroide temporal (TCT), espessura da coroide nasal (NCT) e, a camada de fibras nervosas da retina (RNFL). Em casos de OSAS graves onde o tratamento foi aplicado, apesar de ter sido observada recuperação clínica subjetiva, detectou-se afinamento estatisticamente significativo durante os três meses de acompanhamento, em CSCT, RNFL geral, quadrantes nasais inferior e superior, e quadrante temporal superior (p=0,005, p=0,009, p=0,039, p=0,003, p=0,02). Conclusão: No grupo com OSAS grave, foi observado afinamento em algumas áreas posteriores dos tecidos oculares. Embora os pacientes com OSAS grave possam apresentar recuperação clínica, recomendamos que eles sejam seguidos em termos de lesão isquêmica ocular.
Keywords: Síndromes da apneia do sono; Macula; Coroide; Tomografia de coerência óptica; Fibras nervosas; Retina
Abstract
Objetivo: Investigar as expressões beta defensinas humanas (HBD) e catelicidina em pacientes com pterígio. Métodos: Nesta série de casos retrospectivos consecutivos, 26 espécimes de pterígio e 15 espécimes conjuntivais normais de 15 indivíduos controle foram investigados. As expressões de HBD-1, HBD-2, HBD-3 e catelicidina (LL-37) foram avaliadas por coloração imuno-histoquímica. Uma cor castanha no citoplasma ou nos núcleos de células epiteliais foi definida como coloração positiva para HBDs e LL-37. Para cada anticorpo foi determinada a intensidade da reação (negativo [-], fraco [1+], moderado [2+] ou forte [3+]) para descrever as imunoreações. Resultados: A idade média foi de 52 anos em ambos os grupos. Não houve diferença significativa entre os grupos em termos de idade e sexo (p=0,583, p=0,355, respectivamente). Das 26 amostras de pterígio, 15 (57,7%) (14 fracas e 1 moderada) demonstraram a expressão de HBD-2 enquanto não foi encontrada em nenhum dos espécimes de controlo. Um dos pterígios (3,8%) e um dos espécimes de controlo (6,7%) demonstraram fraca coloração para HBD-3. A expressão de HBD-2 foi significati vamente maior nos espécimes de pterígio do que nos controles (p=0,002). Nenhum dos espécimes de tecido apresentou coloração positiva para HBD-1 ou LL-37 em ambos os grupos (ambos p=1,00). Conclusão: Encontramos aumento da expressão de HBD-2 em espécimes de pte rígio em relação aos controles. A expressão de HBD-2 que pode ser estimulada por citocinas inflamatórias pode estar relacionada com inflamação e proliferação fibrovascular e pode desempenhar um papel na patogênese do pterígio.
Keywords: Catelicidinas; Beta defensinas; Imunohistoquímica; Inflamação; Pterígio/patologia
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