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Abstract
OBJETIVO: A correção óptica da presbiopia deve ser manejada individualmente. Nosso intuito é de comparar os métodos usados para calcular a adição na elaboração do grau para perto em pacientes présbitas. MÉTODOS: Oitenta pacientes com média de idade de 49,7 anos (intervalo de 40 a 60 anos) foram estudados. Adições provisórias foram determinadas usando quatro diferentes técnicas: metade da amplitude de acomodação com lentes negativas (AAL); um terço da demanda acomodativa com lentes positivas (ADL); média aritmética da acomodação usando lentes positivas e negativas (BRA); teste com o cilindro cruzado com miopização (CCT). O grau final foi refinado até chegar a graduação final da adição. RESULTADOS: A média das adições nos testes foram menores que as adições finais nos métodos ADL e BRA. As diferenças médias entre os testes e o grau final foram baixas em todos os métodos (menores que +0,25 D). Os intervalos entre os 95% dos limites da concordância diferenciaram substancialmente e foram todos maiores que ±0.50 D. CONCLUSÃO: Todos os métodos usados demonstraram comportamentos similares e forneceram resultados bem próximos da adição final. O coeficiente de concordância (COA) detectado, sugere que todos os métodos utilizados devem ser ajustados de acordo com as necessidades do paciente.
Keywords: Acomodação ocular; Óculos; Presbiopia; Percepcão de profundidade; Lentes
Abstract
Objetivo: Comparar as diferenças entre a chord aparente µ e o chord real µ.
Métodos: Estudo prospectivo, comparativo, não randomizado e não intervencionista. Os exames de imagem (Pentacam e HD Analyzer) foram realizados na mesma sala e nas mesmas condições escotópicas. Os critérios de inclusão foram idade de 21 a 71 anos; compreensão do termo de consentimento; miopia até 4D e astigmatismo topográfico anterior até 1D. Os critérios de exclusão foram usuários de lentes de contato; pacientes com doenças oculares prévias ou cirurgias; opacidades da córnea; a presença de alterações tomográficas da córnea ou suspeita de ceratocone.
Resultados: Em nosso estudo foram analisados 116 olhos de 58 pacientes. A média de idade foi de 30,69 anos (± 7,85). Análises de correlação foram desenvolvidas e o coeficiente de correlação de Pearson (0,647) indica uma relação linear positiva moderada entre as variáveis. A média do chord µ real foi 226,21± 128,53 µm e a média do chord µ média foi 278,66 ± 123,90 µm, com diferença média de 52,45 µm (p=0,01).
A análise do diâmetro pupilar médio apresentou: 5,76mm no HD Analyzer e 3,31mm no Pentacam.
Conclusões: Entendemos a existência de uma diferença significativa entre os métodos e assim a medida de ambos os dispositivos com base em princípios diferentes devemos respeitar suas peculiaridades. Como encontramos correlação entre as duas medidas, acreditamos que ambas podem ser utilizadas na prática diária.
Keywords: Imagem óptica; Percepção visual; Pupila; Segmento anterior do olho; Córnea; Técnicas de diagnóstico oftalmológico
Abstract
PURPOSE:To investigate tomographic and biomechanical screening artifacts associated with primary pterygium that may mimic keratoconus-like patterns before and after surgical excision.
METHODS: Twenty-five eyes with primary pterygium underwent Scheimpflug corneal tomography and dynamic corneal response analysis before surgery and 3 months after excision. Tomographic and biomechanical (parameters were compared using paired analyses. The proportions of eyes exceeding established screening thresholds (Tomographic Biomechanical Index ≥0.29; Corvis Biomechanical Index ≥0.5) were compared using McNemar’s test.
RESULTS: BAD-D decreased significantly after surgery (1.69±1.22 vs. 1.36±0.90; Wilcoxon, p=0.027). Pentacam irregularity indices also improved significantly, including ISV (51.16±44.21 vs. 36.88±42.94; p<0.001) and IVA (0.39±0.29 vs. 0.30±0.32; p=0.006). No significant changes were observed in maximum keratometry, corneal astigmatism. The mean CBI decreased significantly (0.494±0.353 vs. 0.384±0.298; p=0.048), and the proportion of CBI-positive eyes (≥0.5) declined from 48% (12/25) to 28% (7/25). In contrast, the mean tomographic Biomechanical Index did not change remained unchanged (0.519±0.313 vs. 0.534±0.323; p=0.909), and the proportion of Tomographic Biomechanical Index-positive eyes (≥0.29) remained 76% (19/25). The number of topographic keratoconus classification positive eyes decreased from 8 (32%) to 3 (12%). Integrated Radius showed no significant postoperative change (p=0.131).
CONCLUSIONS: Primary pterygium was associated with tomographic and biomechanical screening abnormalities that mimicked keratoconus-like patterns. Following surgical excision, anterior tomographic parameters improved, and the proportion of Corvis biomechanical index-positive eyes decreased. In contrast, Tomographic Biomechanical Index remained elevated in most eyes, and stiffness-related biomechanical parameters showed no significant change. These findings demonstrate a differential postoperative response among screening indices and suggest that pterygium-induced anterior corneal surface distortion may increase false-positive keratoconus screening rates, particularly for Tomographic Biomechanical Index, which may remain elevated even after lesion removal.
Keywords: Pterygium; Cornea; Corneal topography; Biomechanical phenomena; Tomography; Keratoconus; Refractive surgical procedures
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