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Abstract
Objetivo: Relatar uma série de 30 casos com características de neurorretinite subaguda unilateral difusa em Pernambuco e descrever os aspectos clínicos e epidemiológicos. Métodos: Análise retrospectiva de 30 pacientes com neurorretinite subaguda unilateral difusa, atendidos no ambulatório de uveítes da Fundação Altino Ventura e do Hospital de Olhos de Pernambuco, de janeiro de 1998 a abril de 2000. Resultados: Em relação ao sexo, 20 pacientes (66,7%) eram do sexo masculino. A idade variou de 7 a 40 anos com média de idade de 18,1 anos (s = 6,9). O olho esquerdo foi acometido em 15 casos (50,0%). A acuidade visual para longe com a melhor correção era igual ou pior do que 20/400 em 29 casos (96,7%). Os achados fundoscópicos foram considerados graves em mais da metade dos casos. Palidez do disco óptico grave em 20 casos (66,6%), estreitamento vascular retiniano grave em 16 casos (53,3%) e atrofia do epitélio pigmentar retiniano grave em 15 casos (50,0%). Conclusão: Devido ao fato de, em nenhum dos pacientes, haver sido encontrada larva no espaço subretiniano e conseqüente realização de tratamento adequado, os casos relatados neste estudo apresentaram avançado grau de acometimento ocular e importante baixa da acuidade visual.
Keywords: Retinite; Retinite; Infecções oculares parasitárias; Neuritie óptica
Abstract
Objetivo: Comparação entre dois diferentes métodos para fixação escleral de placa metálica em coelhos, utilizando-se adesivo de cianoacrilato e fio de sutura Mersileneã 6.0. Métodos: Vinte e sete coelhos adultos foram operados sob anestesia geral e seus olhos foram examinados quanto à reação inflamatória ocular no 8º, 23º e 38º dia de pós-operatórios. Foi estudada a aderência da placa à esclera por meio das forças de tração tangencial e perpendicular. Resultados: Sinais clínicos de reação inflamatória estiveram presentes até o 23º dia em todos os olhos e foram levemente mais intensos nos olhos que usaram cianoacrilato. Exame microscópico mostrou reações até o 38º dia em todos os olhos. Diferentes forças de tração foram aplicadas nas placas e variavam de 20 a 80 gf. Forças de tração de 80 gf não produziram descolamento em todas as placas até o 38º dia. Conclusões: A fixação da placa metálica na esclera em coelhos pode ser obtida com a utilização do fio de sutura ou do adesivo de cianoacrilato.
Keywords: Cianoacrilatos; Suturas; Resistência à tração; Coelhos
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