Showing of 1 until 4 from 4 result(s)
Search for: Silvia Franco Andrade
Abstract
RESUMOObjetivo:Avaliar a eficácia do uso tópico do colírio de ciclosporina 1% em dois veículos, óleo de oliva e linhaça, e dos óleos separados, no tratamento da ceratoconjuntivite seca experimentalmente induzida (KCS) em coelhos.Método:Vinte e cinco coelhos Nova Zelândia foram induzidos para KCS com colírio de sulfato de atropina a 1% por sete dias antes e durante o período de tratamento (12 semanas) e foram divididos em 5 grupos, um grupo controle (C), sem indução de KCS e quatro grupos de tratamento tópico com ciclosporina em óleo de oliva (CO), ciclosporina em óleo de linhaça (CL), óleo de oliva (O) e óleo de linhaça (L). Os animais foram avaliados utilizando o teste lacrimal de Schirmer I (STT), teste de fluoresceína (FT), teste de ruptura do filme lacrimal (TBUT), teste de rosa bengala (RBT) e análise histopatológica.Resultados:Os valores de TBUT e STT diminuíram significativamente uma semana pós-indução da KCS (p<0,05) e foram semelhantes aos valores iniciais após a quarta semana de tratamento, em todos os grupos. Após a indução de KCS, houve menor dano na córnea no grupo L em relação ao grupo CL, quando avaliados FT e RBT. A histopatologia demonstrou que os grupos L e CL apresentaram menos edema e congestão da córnea. Não houve diferença significativa na densidade das células caliciformes (células/mm2) entre os grupos (p=0,147).Conclusão:Ciclosporina diluída em óleo de oliva ou linhaça foi eficiente no tratamento da CCS, porém teve uma melhor eficácia quando diluída no óleo de linhaça. O óleo de linhaça, isoladamente ou associado, apresentou melhor eficácia quando comparado ao óleo de oliva. Estes resultados podem contribuir no futuro com novas formulações oftálmicas tópicas no tratamento da CCS.
Keywords: Ciclosporina/administração & dosagem; Óleo de palmeira; Óleo de semente do linho; Ceratoconjuntivite seca; Coelhos
Abstract
Objetivo: Comparar o teste de meniscometria em tira com o teste lacrimal de Schirmer 1 e o tempo de ruptura do filme lacrimal, em cães com olhos normais e cães com diagnóstico de ceratoconjuntivite seca.
Métodos: Cento e cinquenta e seis olhos de 78 cães, 88 olhos normais e 68 olhos com diagnóstico de ceratoconjuntivite seca. Os testes foram realizados na seguinte sequência: o teste lacrimal de Schirmer 1 foi utilizado para alocar os cães no grupo normal ou no grupo ceratoconjuntivite seca, seguido pelo teste de meniscometria em tira e tempo de ruptura do filme lacrimal.
Resultados: As médias e desvios-padrão para os olhos normais foram: teste lacrimal de Schirmer 1 = 22,75 ± 3,88 mm / min; teste de meniscometria em tira = 10,01 ± 2,35 mm / 5 seg; tempo de ruptura do filme lacrimal = 25,82 ± 5,47 seg; e para os olhos do grupo ceratoconjuntivite seca foram: teste lacrimal de Schirmer 1 = 6,10 ± 4,44 mm / min; teste de meniscometria em tira = 3,03 ± 2,62 mm / 5 seg; tempo de ruptura do filme lacrimal = 10,78 ± 4,23 seg. O teste de correlação de Spearman no grupo ceratoconjuntivite seca foi muito alto, com diferença significativa entre teste de meniscometria em tira e teste lacrimal de Schirmer 1 (r=0,848, p<0,001), moderada e significativa entre teste de meniscometria em tira e tempo de ruptura do filme lacrimal (r=0,773, p<0,001). O cut-off para teste de meniscometria em tira para ceratoconjuntivite seca foi identificado em 7,0 mm / 5 seg, valores abaixo de 10 mm / 5 seg podem ser considerados suspeitos para KCS.
Conclusões: Este estudo forneceu valores de teste de meniscometria em tira em olhos normais e com ceratoconjuntivite seca em cães, revelando alta sensibilidade e especificidade em comparação com o teste lacrimal de Schirmer 1. No futuro, o teste de meniscometria em tira pode ser outro teste quantitativo importante e pode complementar o teste lacrimal de Schirmer padrão ouro para o diagnóstico de ceratoconjuntivite seca em cães, um excelente modelo animal para o estudo de ceratoconjuntivite seca.
Keywords: Ceratoconjuntivite seca; Teste lacrimal de Schirmer; Teste de meniscometria de tira; Tempo de ruptura do filme lacrimal; Cães.
Abstract
Objetivo: Comparar a eficácia do tacrolimus 0,03% colírio, diluído em óleo de linhaça e óleo de oliva, no tratamento de ceratoconjuntivite seca em cães.
Métodos: Foram utilizados 60 cães; 20 cães saudáveis como grupo controle, e 40 cães com diagnóstico de ceratoconjuntivite seca bilateral, distribuídos aleatoriamente em dois grupos: Tacrolimus em óleo de oliva (TO) e Tacrolimus em óleo de semente de linhaça (TL). Os animais foram avaliados mensalmente com exames oftálmicos, Teste lacrimal de Schirmer-1 (TLS-1), Tempo de ruptura do filme lacrimal (TRFL) e Teste de Fluoresceína (TF), e mensalmente com citologia conjuntival e com exame histopatológico no início e final do estudo.
Resultados: Nos dois grupos de tratamento os sinais clínicos, Teste lacrimal de Schirmer-1, óleo de semente de linhaça e Tempo de ruptura do filme lacrimal apresentaram melhora após um mês de tratamento. E no final do estudo, na análise citológica, ambos apresentaram diminuição de linfócitos, neutrófilos, células metaplásicas e células escamosas, e na análise histopatológica houve diminuição de linfócitos, neutrófilos e o aumento de células caliciformes. No grupo óleo de semente de linhaça, a diminuição de neutrófilos foi mais significativa (p<0,05) em ambas análises.
Conclusão: Em suma, tacrolimus 0,03% colírio diluído em óleo de oliva e óleo de linhaça foram eficientes no tratamento de ceratoconjuntivite seca. Nenhum dos parâmetros avaliados diferiu significativamente entre os dois grupos, exceto a contagem de neutrófilos, que foi significativamente menor no grupo TL. Assim, o óleo de linhaça pode ser considerado como um diluente alternativo para o colírio tacrolimus.
Keywords: Ceratoconjuntivite seca; Tacrolimus; Azeite de oliva; Óleo de semente do linho; Soluções oftálmicas; Animais; Cães
Abstract
Objetivo: Comparar a eficácia do tacrolimus 0,03% tópico associado ao ômega 3 oral, com diferentes proporções de ácido eicosapentaenoico (EPA), ácidos docosa-hexaenoicos (DHA) e antioxidantes, como adjuvante no tratamento de cães acometidos por ceratoconjuntivite seca.
Métodos: Quarenta e cinco cães atendidos no Hospital Veterinário da UNOESTE portadores de ceratoconjuntivite seca foram avaliados mensalmente por 6 meses pelo Teste Lacrimal de Schirmer, Teste de Fluoresceína, Tempo de Ruptura do Filme Lacrimal, Teste de Rosa Bengala, citologia da conjuntiva no início, meio e fim do projeto e biopsia da conjuntiva no início e final do projeto. Os cães foram distribuídos aleatoriamente em 3 grupos (n=15): grupo T (tacrolimus 0,03% tópico), grupo TO (tacrolimus + ômegas 1.5 EPA/1 DHA oral) e grupo TOA (tacrolimus + ômegas 1 EPA/4,5 DHA + antioxidantes oral).
Resultados: Houve uma melhora significativa nos sinais clínicos em ambos os grupos. No tempo de ruptura do filme lacrimal todos os grupos apresentaram aumento no decorrer do tratamento, sendo que o grupo TO foi o que apresentou melhor resultado em todos momentos quando comparado aos demais grupos. Ao final do experimento, os grupos T, TO e TOA apresentaram na análise citológica, diminuição de linfócitos, neutrófilos, células metaplásicas e escamosas, e na análise histopatológica, diminuição de linfócitos e neutrófilos e aumento das células caliciformes, com o grupo TO com melhor desempenho.
Conclusão: O tratamento oral com ω-3 contendo uma maior proporção de EPA do que o DHA aumentou a eficácia do tacrolimus tópico 0,03% no tratamento de ceratoconjuntivite sicca em cães.
Keywords: Ceratoconjuntivite seca; Tacrolimo; Ácido eicosapentaenoico; Ácidos docosa-hexaenoicos; Antioxidantes; Animais; Cães
ABO is licensed under a Creative Commons Attribution-NonComercial 4.0 Internacional.
About
Issues
Editorial Board
Submission
Official publication of Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Rua Casa do Ator, 1.117 - 2º andar - CEP: 04546-004
São Paulo - SP, Brazil
Phone: +55 11 3266-4000