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Abstract
Descreve-se uma paciente com diagnóstico de poliarterite nodosa, em tratamento com citostáticos e corticosteróides que desenvolveu neuropatia óptica isquêmica anterior, uma manifestação considerada bastante rara para esta doença.
Keywords: Poliarterite nodosa; Poliarterite nodosa; Corticosteróides; Manifestações oculares; Neuropatia óptica isquêmica; Vasculite retiniana
Abstract
OBJETIVOS: Estudar a prevalência de uveítes na população local de espondiloartropatias e sua relação temporal com achados articulares. MÉTODOS: Foram revisados prontuários de 77 pacientes com espondiloartropatias atendidos no ambulatório de reumatologia do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba, para diagnóstico do tipo de espondiloartropatia, sexo, idade, presença e tipo de uveite, tempo decorrido entre as primeiras manifestações oculares e as articulares. RESULTADOS: Uveíte foi encontrada em 12 dos 77 pacientes (15,6%), sendo anterior em 83,3% dos casos. O aparecimento da uveíte foi semelhante em todas as formas de espondiloartropatia (p=0,27) e não sofreu influência do sexo do paciente (p=0,74). O tempo médio de aparecimento dos sintomas oculares em relação ao diagnóstico articular foi de 4,04 meses para artrite reativa e 73 meses para espondilite anquilosante (p=0,009). CONCLUSÕES: A uveíte encontrada em pacientes com espondiloartropatia é, na sua grande maioria, anterior. O aparecimento da uveíte em relação aos sintomas articulares é mais precoce em casos de artrite reativa do que em espondilite anquilosante.
Keywords: Uveíte; Manifestações oculares; Espondiloartropatias; Espondilite anquilosante; Artrite reativa
Abstract
A síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAF) tem sido associada a trombose de vasos arteriais e periféricos e de grande ou pequeno calibre. Também os vasos oculares estão sujeitos à ação destes auto-anticorpos que podem promover o aparecimento de perda visual transitória, diplopia, neuropatia óptica isquêmica e oclusão de artéria ou veia da retina. É descrito aqui, um caso de síndrome do anticorpo antifosfolípide com oclusão de vasos centrais arteriais e venosos da retina no intuito de chamar a atenção para este tipo de diagnóstico.
Keywords: Anticorpos anticardiolipina; Oclusão da veia retiniana; Veia retiniana; Humano; Feminina; Adulto; Relatos de casos
Abstract
OBJETIVO: Estimar a prevalência de manifestações oculares na população local de artrite reumatóide (AR). Estimar se a presença de auto-anticorpos como fator reumatóide (FR) e fator antinuclear (FAN) influi no aparecimento destas manifestações e se existe associação entre o aparecimento de manifestações oculares e índice funcional do paciente, idade ao diagnóstico e tempo de doença. MÉTODOS: Foram estudados retrospectivamente 198 prontuários de pacientes com AR, acompanhados durante o período de 2003 a 2006. Avaliou-se a prevalência das manifestações oftalmológicas, perfil de auto-anticorpos, dados demográficos e índice funcional de Steinbrock destes pacientes. RESULTADOS: Síndrome de Sjögren secundária apareceu em 12,1% dos pacientes sendo mais comum em mulheres (p=0,049) e em pacientes com maior dano articular (p=0,016). Ceratite ulcerativa e esclerite incidiram em torno de 2% dos pacientes. Fator reumatóide (FR) e fator antinuclear (FAN) assim como tempo de doença e idade do paciente ao diagnóstico não influíram no aparecimento das manifestações estudadas. CONCLUSÃO: A síndrome de Sjögren secundária é a manifestação ocular mais prevalente em pacientes com AR, sendo mais comum em mulheres e em pacientes com mais disfunção articular.
Keywords: Artrite reumatóide; Oftalmopatias; Ceratoconjuntivite seca; Síndrome de Sjögren; Anticorpos antinucleares
Abstract
Objetivo: Este estudo avaliou os níveis de calprotectina fecal em uma série de pacientes com uveíte anterior na tentativa de determinar se pacientes com uveíte associada com espondiloartrites apresentam níveis mais elevados desta proteína do que pacientes com uveíte anterior de outras etiologias. Um terceiro grupo com espondiloartrites sem uveíte também foi incluído na avaliação para entendimento do papel da uveíte anterior no aumento da calprotectina fecal.
Métodos: Estudo transversal de 28 pacientes divididos em três grupos: (a) com espondiloartrites e uveíte (n=9); (b) com espondiloartrites sem uveíte (n=10) e (c) com uveíte sem espondiloartrites (n=9). A dosagem de calprotectina fecal foi avaliada.
Resultados: Pacientes com uveíte anterior associada a espondiloartrites apresentaram valores medianos maiores de calprotectina fecal (101 µg/g) que os valores dos pacientes com uveíte sem espondiloartrites (9 µg/g), pacientes com espondiloartrites sem uveíte que também demonstraram valores maiores (93.0 µg/g) que os dos pacientes com uveíte sem espondiloartrites (p=0,02).
Conclusão: Pacientes com espondiloartrites com e sem uveíte anterior aguda demonstraram níveis significativamente elevados de calprotectina fecal. Este teste pode ser útil na diferenciação entre uveítes associadas com espondiloartrites de uveítes de outras etiologias. Entretanto, não foi possível demonstrar associação entre o aumento dos níveis de calprotectina fecal e a presença da uveíte em espondiloartrites.
Keywords: Calprotectin; Uveitis; Spondyloarthritis; Inflammatory bowel diseases; Biomarkers
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