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Abstract
OBJETIVOS: Verificar a correlação entre os achados da relação escavação/diâmetro do nervo óptico retrobulbar (E/DNO) obtidos pelo exame de ultrassom (US) modo B de alta resolução com sonda de 20 MHz e a relação escavação/disco (E/D) obtidos pela biomicroscopia de fundo de olho (BIO) e pela tomografia de coerência óptica (OCT). MÉTODOS: Foram analisados 30 olhos de 15 pacientes com diagnóstico de glaucoma com qualquer proporção da relação E/D. Todos os pacientes foram submetidos ao exame de BIO, com lente 78D, e de OCT, com tecnologia de domínio temporal, para a análise da relação E/D vertical e exame de US modo B, com sonda de 20 MHz, para determinação da proporção E/DNO vertical. Todos os resultados foram analisados por métodos de correlação e concordância. RESULTADOS: Observou-se forte correlação entre as medidas E/D obtidas pela BIO, e as medidas E/DNO (US) (r=0,788; p<0,0001), e com as medidas E/D obtidas pelo OCT (r=0,8529; p<0,0001). Porém, a análise entre as medidas E/DNO (US) e E/D (OCT) mostrou apenas níveis moderados de correlação (r=0,6727, p<0,0001). O teste de Bland-Altman não mostrou bons níveis de concordância entre E/D (BIO) e E/DNO (US). CONCLUSÕES: Os resultados demonstraram que o exame de US modo B com sonda de 20 MHz pode ser um bom método adicional para avaliar a relação E/D de pacientes com glaucoma, a ser considerado como uma ferramenta alternativa na avaliação de pacientes glaucomatosos com opacidades dos meios ópticos.
Keywords: Glaucoma; Nervo óptico; Fundo de olho; Ultrassonografia; Tomografia de coerência óptica
Abstract
OBJETIVO: Avaliar a influência da dinâmica pupilar na curva de desfoco de olhos implantados com lente intraoculares multifocais difrativas.
MÉTODOS: Estudo prospectivo e randomizado realizado na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo - Departamento de Oftalmologia. Trinta e oito pacientes foram aleatoriamente designados para receber bilateralmente lentes intraoculares SN6AD1 (n=20) (mfIOL) ou SN60WF (n=18) (aIOL). Além da acuidade visual para longe e perto, corrigida e não corrigida, e curva de desfoco, foi ainda realizada pupilometria dinâmica. A área sob a curva de desfoco foi calculada usando um modelo polinomial empírico.
RESULTADOS: Um total de 16 e 17 pacientes (n=32 e 34 olhos) completaram 1 ano de seguimento nos grupos mfIOL e aIOL, respectivamente. Não houve diferenças significativas entre grupos para as acuidades visuais seja para longe ou perto. As curvas de desfoco do grupo mfIOL mostraram um pico duplo; enquanto o SN60WF mostrou apenas um pico, típico para uma lente intraoculares monofocal. A média da área sob a curva de desfoco do grupo aIOL foi (4,66 ± 1,51 logMAR.dp), e essa é estatisticamente significante diferente da métrica do grupo mfIOL (1,99 ± 1,31 logMAR.dp). A pupila na contração máxima após a exposição a um flash de 30 cd/m2 por 1 segundo foi significativamente correlacionada com uma melhor área de foco no grupo mfIOL (r=0,54; p=0,0017), essa relação não foi observada para o grupo aIOL.
CONCLUSÃO: Estes dados indicam que quanto menor a pupila durante contração, melhor é a área sob a curva de desfoco e, portanto, o desempenho visual dos olhos implantados com essa mfIOL. Esta correlação não foi encontrada para lentes intraoculares monofocais.
Keywords: Lentes intraoculares multifocais; Pupila/fisiologia, Catarata; Facoemulsificacão
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