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Search for: Botulinum toxin; Blepharoptosis; Review; Meta-analysis
Abstract
Objetivo: A refração pós-operatória na cirurgia moderna de catarata por microincisão ganha ainda mais importância em pacientes com cirurgia prévia de ceratomileuse in situ assistida por laser (LASIK). As alterações astigmáticas induzidas cirurgicamente nesses olhos podem diferir não apenas em magnitude, mas também em direção em comparação com córneas virgens. O objetivo deste estudo foi comparar as alterações astigmáticas induzidas cirurgicamente após cirurgia de catarata por microincisão entre córneas pós-LASIK e olhos virgens.
Métodos: Foi revisada uma série de casos de cirurgia de catarata por microincisão em olhos com e sem cirurgia LASIK anterior. Os dados demográficos, o comprimento axial no momento da cirurgia de catarata, a espessura central da córnea, os valores esféricos e cilíndricos, as leituras da ceratometria e o astigmatismo corneano posterior pós-operatório foram avaliados retrospectivamente. O método Alpins modificado foi usado para análise vetorial astigmática e foram avaliados o astigmatismo basal, o astigmatismo induzido cirurgicamente, o vetor de diferença, o efeito de achatamento e o torque.
Resultados: Ao todo, 42 olhos de 24 indivíduos foram avaliados. O Grupo I consistiu em 14 olhos com LASIK prévio; o Grupo II incluiu 28 olhos sem qualquer cirurgia refrativa. A média da espessura corneana central pré-operatória no Grupo I foi significativamente mais fina (p=0,012). Não houve diferença significativa no astigmatismo basal entre os grupos em termos de magnitude e vetores de potência. Após a cirurgia de catarata por microincisão, não houve diferenças significativas nos valores médios esféricos, cilíndricos e leituras médias de ceratometria (todos com p>0,05). No entanto, o astigmatismo induzido cirurgicamente e o vetor de diferença foram significativamente maiores no componente do vetor J45 em olhos pós-LASIK, e o efeito de aumento da inclinação pela cirurgia de catarata por microincisão nas córneas pós-LASIK foi significativo em comparação com olhos virgens (p=0,001, p=0,002 e p=0,018, respectivamente).
Conclusões: A cirurgia de catarata aumentou a inclinação das córneas em ambos os grupos, sendo esse aumento significativamente maior nos olhos pós-LASIK. Certamente, a topografia da córnea antes da cirurgia de catarata é particularmente útil para fornecer interpretações mais precisas do astigmatismo induzido cirurgicamente.
Keywords: Cirurgia de catarata; Ceratomileuse; excimer laser in situ; Cirurgia refrativa; Astigmatismo induzido cirurgicamente; Análise vetorial.
Abstract
Objetivo: Avaliar a prática e tratamento da ptose da pálpebra superior por membros das sociedades latino-americanas e espanhola de Cirurgia Plástica Ocular.
Métodos: Os membros das referidas sociedades foram convidados por e-mail para responder a um questionário eletrônico garantindo o anonimato. O questionário constou de dados demográficos do cirurgião e outras quatro seções: avaliação pré-operatória da ptose da pálpebra superior, preferências cirúrgicas, conduta pós-operatória e complicações. Estatística descritiva foi utilizada para análise da frequência e proporções percentuais.
Resultados: Trezentos e cinquenta e quatro experientes cirurgiões oculoplásticos dos quais 47,7% realizam mais de 20 cirurgias de ptose da pálpebra superior por ano responderam ao questionário. Na avaliação pré-operatória, 68,9% realizam testes para olho seco, mas o teste da fenilefrina é feito por menos da metade dos entrevistados (47,4%). A ptose da pálpebra superior leve geralmente é corrigida por conjuntivo-mullerectomia (43,6%), a ptose da pálpebra superior grave por cirurgia do músculo frontal (57%) ou ressecção da aponeurose do levantador via anterior, principalmente usando a supramáxima (17,5%). O principal motivo para operar a ptose congênita grave é o risco de ambliopia (37,3%). A ptose involucional associada à dermatocálase costuma ser corrigida pela via anterior (63,3%). Hipocorreção é complicação comum após a ressecção da aponeurose do levantador (40%) ou suspensão ao frontal (27,5%).
Conclusões: As práticas atuais dos cirurgiões oculoplásticos espanhóis e latino-americanos para diagnóstico e tratamento de ptose da pálpebra superior foram relatadas. Os dados apresentados podem ser usados para comparar a abordagem dos cirurgiões com a de seus pares.
Keywords: Blefaroptose/diagnóstico; Ambliopia; Fenillefrina; Inquéritos e questionários; Demografia; Cirurgiões.
Abstract
Objetivo: Avaliar as características clínicas de pacientes pediátricos com blefaroptose adquirida unilateral, transitória e de início agudo.
Métodos: Neste estudo retrospectivo, foram revisados prontuários clínicos entre abril de 2015 e junho de 2020. Os pacientes foram avaliados em termos de características demográficas, manifestações neurológicas e oftalmológicas associadas, duração dos sintomas, etiologia e achados de imagem. Foram excluídos pacientes com blefaroptose congênita e com blefaroptose adquirida de etiologia crônica.
Resultados: Foram incluídos neste estudo 16 pacientes pediátricos (10 masculinos e 6 femininos) com blefaroptose adquirida transitória unilateral de início agudo. A média de idade dos pacientes foi de 6,93 ± 3,16 anos. As causas etiológicas mais comumente identificadas foram trauma em 7 pacientes (43,75%) e infecção (casos parainfecciosos) em 5 pacientes (31,25%). Além disso, a síndrome de Miller-Fisher, a síndrome de Horner secundária a neuroblastoma, a síndrome de Brown adquirida e pseudotumor cerebral foram determinados como causas etiológicas em um paciente cada uma. Achados oculares adicionais estavam associados à blefaroptose em 7 pacientes (58,33%). Foi observada a resolução espontânea da blefaroptose, sem tratamento, em todos os pacientes, exceto nos pacientes com síndrome de Miller-Fisher, neuroblastoma e pseudotumor cerebral. Nenhum paciente precisou de tratamento cirúrgico. Morbidades oculares, como ambliopia, não foram encontradas em nenhum paciente.
Conclusão: Este estudo demonstrou que a blefaroptose transitória unilateral de início agudo, rara na infância, pode regredir sem a necessidade de tratamento cirúrgico na população pediátrica. No entanto, também não deve ser esquecido que patologias graves que requerem tratamento podem se apresentar com blefaroptose.
Keywords: Blefaroptose; Trauma craniocerebral; Síndrome de Miller Fisher; Síndrome de Horner; Criança
Abstract
PURPOSE: To compare the incidence rates of complications following pediatric cataract surgery between the limbal and pars plana approaches.
METHODS: PubMed, EMBASE, Web of Science, Scopus, Cochrane Library, and ClinicalTrials.gov were systematically searched for studies comparing the two surgical approaches. We pooled the incidence rates of postoperative complications using a random-effects model.
RESULTS: Seven studies comprising 375 eyes from 260 patients were included. No significant differences in complication rates were observed between the limbal and pars plana approaches. The pooled incidence rates (95% confidence Interval) of postoperative visual axis opacity (VAO), VAO treated with laser or surgery, secondary glaucoma, wound leakage, corneal edema, anterior chamber reaction, posterior iris synechiae, capsular phimosis, intraocular lens dislocation, posterior capsular rupture, and intravitreal lens fragmentation were 4.7% (0.8%10.8%), 3.9% (1.0%-8.1%) , 2.8% (0%-11.4%), 0 (0%-1.3%), 2.9% (0%-11.8%), 5.6% (0.1%-16.5%), 2.4% (0%-8.5%), 3.8% (0.6%-8.9%), 2.2% (0%-6.4%), 9.2% (4.1%-15.8%) and 1.3% (0%-6.3%), respectively. Both surgical approaches demonstrated improved visual acuity postoperatively.
CONCLUSIONS: Pediatric cataract surgery, performed via the limbal or pars plana approach, is effective and safe, with a low incidence of complications when conducted by trained surgeons. Neither method demonstrated a significant difference in the visual acuity improvement or complication rates.
Keywords: Pediatric cataract surgery; Postoperative complications; Limbal route; Pars plana routes; Meta-analysis
Abstract
Objetivos: Blefaroptose e estrabismo podem ser coexistentes em adultos e ambos afetam a aparência estética e o domínio psicossocial. Ambos também geralmente requerem cirurgia, realizada tradicionalmente em uma abordagem sequencial. O objetivo do presente estudo foi avaliar a eficácia da execução simultânea da ressecção musculoconjuntival de Müller, com ou sem cirurgia de tarsectomia, e da cirurgia de estrabismo em pacientes adultos com ptose e estrabismo coexistentes.
Métodos: Foram retrospectivamente avaliados pacientes com ptose e estrabismo coexistentes submetidos simultaneamente à ressecção musculoconjuntival de Müller, com ou sem tarsectomia, e à cirurgia de estrabismo horizontal. A análise incluiu a mensuração do ângulo de desvio das dioptrias de prisma, a distância do reflexo à margem, a assimetria da altura palpebral e quaisquer complicações após a cirurgia. A ressecção musculoconjuntival de Müller, com ou sem sucesso na tarsectomia, foi considerada bem-sucedida com uma distância reflexo-margem medindo entre 3,5 e 5 mm, e uma diferença entre as duas pálpebras superiores menor que 1 mm. O sucesso da cirurgia de estrabismo foi definido como um alinhamento com ± 10 dioptrias prismáticas de ortotropia.
Resultados: Os pacientes foram 3 mulheres e 5 homens, com média de idade de 37,12 anos (faixa de 22 a 62 anos). A parte de estrabismo da cirurgia foi realizada primeiro em todos os pacientes. Os resultados da simetria palpebral superior foram avaliados como perfeitos (<0,5 mm) em 4 pacientes, bons (≥0,5 mm, <1 mm) em 4 pacientes e regulares (≥1 mm) em nenhum. A ressecção musculoconjuntival de Müller, com ou sem sucesso na tarsectomia, teve sucesso em 6 dos 8 pacientes (75%) e a intervenção para o estrabismo foi bem-sucedida em todos os pacientes. Não foi necessária cirurgia de revisão da pálpebra ou do estrabismo após a cirurgia simultânea em nenhum paciente.
Conclusões: A ressecção musculoconjuntival de Müller, com ou sem tarsectomia, pode ser combinada com a cirurgia de estrabismo em uma abordagem alternativa para pacientes com ptose e estrabismo coexistentes.
Keywords: Blefaroptose/cirurgia; Ambliopia; Estrabismo/cirurgia; Músculos oculomotores/cirurgia; Pálpebras; Procedimentos cirúrgicos oftalmológicos/métodos
Abstract
Objetivos: Avaliar a eficácia do uso de toxina botulínica tipo A no tratamento do estrabismo em pacientes com comprometimento neurológico e avaliar os fatores associados ao sucesso do tratamento.
Métodos: Cinquenta pacientes com estrabismo e comprometimento neurológico foram incluídos no estudo. Em todas as crianças, a toxina botulínica tipo A foi injetada no músculo extraocular apropriado. A relação entre características demográficas, características clínicas e o sucesso do tratamento foram analisadas.
Resultados: No grupo de estudo, 34 pacientes tiveram esotropia e 16 pacientes tiveram exotropia, sendo trinta e seis pacientes com paralisia cerebral e 14 pacientes com hidrocefalia. O tempo médio de acompanhamento foi de 15,3 ± 7,3 meses. O número médio de aplicações foi de 1,4 ± 0,6. O ângulo de desvio médio foi de 42,5 ± 13,2 DP antes do tratamento e diminuiu para 12,8 ± 11,9 DP após o tratamento. Alinhamento motor bem sucedido (ortotropia dentro de 10 DP) foi alcançado em 60% dos pacientes. A análise de regressão logística binária revelou que o desalinhamento esotrópico e uma menor duração do estrabismo foram significativamente associados ao sucesso do tratamento no grupo de estudo. Pacientes esotrópicos com ângulos de desalinhamento menores são mais propensos a serem tratados com uma única aplicação.
Conclusão: O uso da toxina botulínica tipo A para o tratamento de estrabismo em crianças com comprometimento neurológico é uma boa alternativa para a terapia cirúrgica convencional com menor risco de hipercorreção. O resultado do tratamento é melhor em exodesvios e em pacientes com estrabismo de menor duração, implicando em vantagem para o tratamento precoce.
Keywords: Estrabismo; Toxinas botulínicas; Manifestações neurológicas; Doenças do sistema nervoso; Paralisia cerebral; Hodrocefalia; Criança
Abstract
PURPOSE: To evaluate the effect of upper eyelid ptosis repair with Muller muscle-conjunctival resection on meibomian gland function and ocular surface parameters.
METHODS: Thirty-eight patients who underwent ptosis repair with Muller muscle-conjunctival resection were retrospectively reviewed. Meibomian gland loss, Ocular Surface Disease Index OXFORD score, meiboscore, and noninvasive keratograph break-up time were measured preoperatively and at 1st, 3rd, and 6th months postoperatively.
RESULTS: Noninvasive keratograph break-up time values decreased significantly at 1st and 3rd months postoperatively compared to the preoperative level, but were similar to the preoperative level at 6th months postoperatively (p<0.001 and p=0.628, respectively). Ocular surface disease index, OXFORD score, meibomian gland loss, and meiboscore values increased significantly in the 1st and 3rd postoperative months compared to the preoperative period, but these values decreased to preoperative levels in the 6th postoperative month (p<0.001 and p>0.05, respectively).
CONCLUSION: There is a transient deterioration in meibography findings and OSDI score in the early postoperative period after Muller muscle-conjunctival resection. Patients undergoing Muller muscle-conjunctival resection may require topical lubricants, especially in the first 3 postoperative months.
Keywords: Meibomian glands; Blepharoptosis; Preoperative period; Conjunctiva; Muscles; Eyelid diseases; Diagnostic techniques, ophthalmological
Abstract
PURPOSE: Ptosis is characterized by drooping of the upper eyelid, often requiring surgical intervention for functional and aesthetic purposes. Müller’s muscle conjunctival resection is a commonly utilized surgical technique to correct mild to moderate ptosis. This retrospective study aimed to evaluate the impact of Hering’s law on the outcomes of unilateral Müller’s muscle conjunctival resection surgery, particularly eyelid and brow symmetry.
METHODS: Thirty patients with unilateral ptosis underwent Müller’s muscle conjunctival resection. Pre- and postoperative assessments included ipsilateral and contralateral side margin-reflex distance and brow position, measured through digital image analysis.
RESULTS: We found significant improvements in postoperative margin-reflex distance measurements in the ipsilateral eyelid but not in the contralateral eyelid, indicating minimal influence of Hering’s law. Brow position showed a statistically significant increase on the contralateral side but not on the ipsilateral side.
CONCLUSION: Müller’s muscle conjunctival resection effectively restores symmetry in eyelid height and maintains brow symmetry. This is the first study to explore bilateral eyelid and brow symmetry after unilateral Müller’s muscle conjunctival resection surgery for mild to moderate ptosis. Further research should be conducted to understand the long-term effects of Müller’s muscle conjunctival resection on facial aesthetics, particularly in relation to brow position.
Keywords: Müller muscle conjunctiva resection; Hering’s law; Eyelids; Blepharoptosis; Reflex; Oculomotor muscles
Abstract
PURPOSE: Evaluation of lid contour and marginal peak point changes to compare outcomes of external levator advancement and Müller’s muscle conjunctival resection surgery in unilateral ptosis.
METHODS: We reviewed the charts of unilateral ptosis patients who underwent external levator advancement or Müller’s muscle conjunctival resection. Eyelid contour analysis was conducted on preoperative and 6-month postoperative digital images. This was performed with the multiple margin reflex distances technique, measuring the vertical distance from a line intersecting the center of the pupil to the eyelid margin at 10 positions at 2 mm intervals. The marginal peak point changes were analyzed digitally using the coordinates of the peak point according to the pupil center. Each position’s mean distance was compared preoperatively, postoperatively, and with the fellow eyelid.
RESULTS: Sixteen patients underwent external levator advancement and 16 patients had Müller’s muscle conjunctival resection. The mean margin reflex distance was improved by both techniques (1.46 vs. 2.43 mm and 1.12 vs. 2.25 mm, p=0.008 and p=0.0001 respectively) and approached that of the fellow eyelid (2.43 vs. 2.88 and 2.25 vs. 2.58 mm, p=0.23 and p=0.19, respectively). However, statistically significant lid margin elevation was limited to between the N6 and T6 points in the external levator advancement group. Whereas, significant elevation was achieved along the whole lid margin in the Müller’s muscle conjunctival resection group. The marginal peak point was shifted slightly laterally in the external levator advancement group (p=0.11).
CONCLUSIONS: Both techniques provide effective lid elevation, however, the external levator advancement’s effect lessens toward the canthi while Müller’s muscle conjunctival resection provides more uniform elevation across the lid margin. The margin reflex distance alone is not sufficient to reflect contour changes.
Keywords: Blepharoptosis; Eyelids; Conjunctiva; Oculomotor muscles; Image processing, computer-assisted; Treatment outcome
Abstract
PURPOSE: To evaluate the economic impact of the following initial treatment scenarios for glaucoma on the Brazilian Public Health System (SUS): (1) traditional continuous instillation of hypotensive eye drops and (2) single session of selective laser trabeculoplasty.
METHODS: Economic impact was analyzed in three scenarios, from the least to the most conservative, for a hypothetical cohort of 5,000 individuals with open-angle glaucoma. Thereafter, projections were made on the basis of a glaucoma prevalence of 3% in the 2021 Brazilian population size.
RESULTS: All three scenarios demonstrated that selective laser trabeculoplasty exhibited a significantly lower economic impact than the eye drops on SUS over one and five years. Furthermore, the difference was more than United States Dollar 8 billion at five years when considering 3% of the Brazilian population aged >40 years in 2021.
CONCLUSION: As the initial treatment for primary open-angle glaucoma, selective laser trabeculoplasty exhibited a lower economic impact on SUS than latanoprost and timolol maleate eye drop instillation in all the studied scenarios over one and five-year periods.
Keywords: Glaucoma; Trabeculotomy; Laser therapy; Cost analysis; Health care cost Unified Health System; Brazil
Abstract
PURPOSE: We aimed to study reported cases of nasopharyngeal carcinoma presenting with ophthalmic manifestations with and without a prior diagnosis of nasopharyngeal carcinoma.
METHODS: We conducted a systematic review following the Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (PRISMA). A literature search was conducted using the MEDLINE database in PubMed and Google Scholar. We included patients with a previous diagnosis of nasopharyngeal carcinoma in Group I and those without a prior diagnosis of nasopharyngeal carcinoma in Group II. Data included demographics, clinical presentation, history of nasopharyngeal carcinoma, treatment, histopathological description, World Health Organization classification, and outcome.
RESULTS: Fifty-eight patients (26 in Group I and 32 in Group II) were included. The male-to-female ratio was 3:1. The mean age of the patients (53.3 ± 11.7 years and 54.8 ± 16.2 years, respectively) and gender did not differ significantly between the two groups. The most common ocular presentations were diplopia and proptosis in the first group (each in 34.6%), whereas visual disturbance was most common in the second group (46.9%). Treatment options and World Health Organization grading were comparable. The outcome in 38 patients (after a comparable follow-up period) was significantly better in group II (p=0.003). There was no statistically significant difference in the outcome of 23 patients in correlation with World Health Organization grades II versus III irrespective of group (p=0.094).
CONCLUSIONS: The demographics of patients with nasopharyngeal carcinoma presenting with ophthalmic manifestations were similar between the two study groups, with a wide age range and male predominance. Patients presenting initially to ophthalmologists with no history of nasopharyngeal carcinoma have a more favorable outcome. World Health Organization grading may have less value as a prognostic indicator.
Keywords: Nasopharyngeal carcinoma; Carcinoma; Eye manifestations; Exophthalmos; Diplopia; Systematic review
Abstract
A regeneração aberrante nas paralisias do terceiro nervo, ligando a contração do reto medial ao músculo levantador da pálpebra, é uma grande oportunidade para fazer um planejamento cirúrgico para tratar tanto a ptose quanto o desvio horizontal em um procedimento único. Relatamos uma ptose grave associada à exotropia corrigida com sucesso com uma única cirurgia de estrabismo horizontal devido à regeneração aberrante e discutimos as bases do planejamento cirúrgico.
Keywords: Doença do nervo oculomotor/cirurgia; Estrabismo; Blefaroptose; Movimento ocular/fisiologia; Procedimento cirúrgico oftalmológico; Regeneração nervosa; Humanos; Relato de caso
Abstract
A fita de Schirmer e o swab conjunctival são utilizados na oftalmologia como métodos de coleta para lágrimas e fluidos. Durante a pandemia da COVID-19, um dos desafios foi o diagnóstico correto e se sabe que, em alguns casos, as manifestações oculares podem ser um dos primeiros sintomas. Nesse contexto, este estudo tem como objetivo levantar evidência que destaque o uso de fitas de Schirmer e de swabs conjuntivais como método de coleta para análise viral. Conduziu-se uma revisão de literatura seguindo o protocolo para Scoping Review definido pelo Joanna Briggs Institute. Os pesquisadores analisaram os estudos em busca do vírus pesquisado, os métodos de coleta e os métodos de análise. Vírus podem ser detectados na superfície ocular através da análise de fitas de Schirmer e de swabs conjuntivais, entretanto novos estudos com populações maiores e com definições claras de tempo são necessários para conclusões mais assertivas no tema.
Keywords: Antígeno de superfície/isolamento & purificação; Túnica conjuntiva; Lágrimas; Proteína do olho/análise; Manejo de espécimes; Reação em cadeia da polimerase/métodos; COVID-19; Manifestações oculares
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