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Search for: Lasers/diagnostic use; Photmetry/methods; Morphine/administration & dosage; Endotoxins/toxicity; Uveitis/chemically induced; Rabbit
Abstract
OBJETIVOS: Comparar as taxas de sucesso anatômico da vitrectomia e tamponamento de gás SF6 na cirurgia de buraco macular com e sem a postura pronada pós-operatória.
MÉTODOS: Foi realizado um estudo observacional, longitudinal e retrospectivo de séries de casos. O estudo incluiu 52 olhos de 52 pacientes submetidos à vitrectomia posterior via pars-plana com peeling de membrana limitante interna auxiliada por azul trypan e tamponamento com gás SF6 a 25% para os estágios 2, 3 e 4 dos buracos maculares. Após a cirurgia, todos os pacientes foram orientados a manter um regime postural pós-operatório: 31 pacientes foram orientados a não realizar posição pronada de cabeça, enquanto 21 foram orientados a manter uma pronada pós-operatória por 7 dias. O objetivo principal foi a análise da taxa de fechamento do buraco macular. A análise estatística foi realizada usando Epi-Info 7.1.
RESULTADOS: Um total de 47 (90,3%) pacientes obtiveram fechamento do buraco macular. O grupo de postura não pronada e o grupo de postura pronada obtiveram taxas de fechamento de 90,3%, e 90,4%, respectivamente; essas taxas não foram significativamente diferentes. A análise estatística revelou que não houve diferenças significativas relacionadas ao gênero, idade, duração do buraco macular, estágio do buraco macular, acuidade visual corrigida pré e pós-operatória entre os dois grupos.
CONCLUSÃO: Nossos resultados sugerem que a cirurgia para buraco macular com o uso de gás de curta duração (SF6) é segura e eficaz e que a manutenção de uma orientação pós-operatória de não-pronada também é segura. No entanto, essas recomendações devem ser avaliadas em um estudo prospectivo e randomizado para delinear de forma abrangente os riscos e benefícios associados.
Keywords: Perfurações retinianas; Vitrectomia; Cirurgia vitreorretiniana; Hexafluoreto de enxofre/administração & dosagem; Fluorocarbonetos/administração & dosagem; Decúbito dorsal; Cuidados pós-operatórios
Abstract
Objetivo: A refração pós-operatória na cirurgia moderna de catarata por microincisão ganha ainda mais importância em pacientes com cirurgia prévia de ceratomileuse in situ assistida por laser (LASIK). As alterações astigmáticas induzidas cirurgicamente nesses olhos podem diferir não apenas em magnitude, mas também em direção em comparação com córneas virgens. O objetivo deste estudo foi comparar as alterações astigmáticas induzidas cirurgicamente após cirurgia de catarata por microincisão entre córneas pós-LASIK e olhos virgens.
Métodos: Foi revisada uma série de casos de cirurgia de catarata por microincisão em olhos com e sem cirurgia LASIK anterior. Os dados demográficos, o comprimento axial no momento da cirurgia de catarata, a espessura central da córnea, os valores esféricos e cilíndricos, as leituras da ceratometria e o astigmatismo corneano posterior pós-operatório foram avaliados retrospectivamente. O método Alpins modificado foi usado para análise vetorial astigmática e foram avaliados o astigmatismo basal, o astigmatismo induzido cirurgicamente, o vetor de diferença, o efeito de achatamento e o torque.
Resultados: Ao todo, 42 olhos de 24 indivíduos foram avaliados. O Grupo I consistiu em 14 olhos com LASIK prévio; o Grupo II incluiu 28 olhos sem qualquer cirurgia refrativa. A média da espessura corneana central pré-operatória no Grupo I foi significativamente mais fina (p=0,012). Não houve diferença significativa no astigmatismo basal entre os grupos em termos de magnitude e vetores de potência. Após a cirurgia de catarata por microincisão, não houve diferenças significativas nos valores médios esféricos, cilíndricos e leituras médias de ceratometria (todos com p>0,05). No entanto, o astigmatismo induzido cirurgicamente e o vetor de diferença foram significativamente maiores no componente do vetor J45 em olhos pós-LASIK, e o efeito de aumento da inclinação pela cirurgia de catarata por microincisão nas córneas pós-LASIK foi significativo em comparação com olhos virgens (p=0,001, p=0,002 e p=0,018, respectivamente).
Conclusões: A cirurgia de catarata aumentou a inclinação das córneas em ambos os grupos, sendo esse aumento significativamente maior nos olhos pós-LASIK. Certamente, a topografia da córnea antes da cirurgia de catarata é particularmente útil para fornecer interpretações mais precisas do astigmatismo induzido cirurgicamente.
Keywords: Cirurgia de catarata; Ceratomileuse; excimer laser in situ; Cirurgia refrativa; Astigmatismo induzido cirurgicamente; Análise vetorial.
Abstract
PURPOSE: Standard intravitreal medication dosages are based on an assumed vitreous cavity volume of 4.0-4.5 mL. However, individual variations in vitreous cavity volume may influence both the efficacy and safety of these medications. This study proposes dosage adjustments for intravitreal medications and gases according to axial length and the corresponding vitreous cavity volume.
METHODS: This descriptive study employed reference guidelines that use axial length to estimate the Axial Length-based Volume of the Vitrectomized Space and the Vitreous Volume EXact table for determining dose adjustments across varying eye sizes. Small eyes (axial length 19-22 mm) have an average vitreous cavity volume of 3.5 mL at an axial length of 20.5 mm; standard-sized eyes (22-25 mm) have 4.8 mL at 23.5 mm; large eyes (25-28 mm) have 6.4 mL at 26.5 mm; and extra-large eyes (28-32 mm) have 8.4 mL at 29.5 mm. The medications considered included anti-infectives, anti-VEGFs, complement inhibitors, recombinant proteases, chemotherapy agents, corticosteroids, and medical gases.
RESULTS: Analysis of intravitreal drug concentrations relative to vitreous cavity volume demonstrated notable variability when a standard dose was administered. Small eyes received about 135% of the concentration intended for a standard-sized eye; large eyes received around 75%; and extra-large eyes received under 60%. The recommended dose adjustments are as follows: for small eyes, administer 70-80% of the standard dose; for large eyes, 130-140%; and for extra-large eyes, 170-180%.
CONCLUSIONS: Tailoring intravitreal drug and gas dosages according to axial length and vitreous cavity volume may enhance intraocular drug distribution, potentially improving both safety and therapeutic outcomes.
Keywords: Intravitreal injections; Axial length; Vitreous body; Drug dosage calculations; Pharmacokinetics; Anti-infective agents
Abstract
Objetivo: Comparar a eficácia de três injeções intravítreas mensais iniciais de aflibercept, seguidas de dosagem de pro re nata (3+PRN) versus cinco injeções mensais iniciais intravítreas de aflibercept, seguidas de doses de pro re nata (5+PRN) em pacientes com edema macular diabético.
Métodos: Foram analisados neste estudo retrospectivo e comparativo 60 pacientes que não receberam tratamento prévio com edema macular e foram submetidos a injeções intravítreas de aflibercept (2 mg/0,05 mL) com pelo menos um ano de acompanhamento. Os pacientes foram divididos em dois grupos de acordo com o número de injeções intravítreas de aflibercept administradas na fase inicial. O grupo 3+PRN compreendeu 27 pacientes, enquanto o grupo 5+PRN compreendeu 33 pacientes. Os resultados visuais e anatômicos foram comparados entre os dois grupos no período inicial e aos 3, 6, 9 e 12 meses.
Resultados: Tanto os grupos 3+PRN quanto 5+PRN mostraram melhoras estatisticamente significativas na acuidade visual melhor corrigida e na espessura macular central ao longo do período de estudo (p<0,001 e p <0,001, respectivamente). Não houve diferenças significativas entre os dois grupos em termos de alterações na acuidade visual melhor corrigida e na espessura macular central (p=0,453 e p=0,784, respectivamente). O número médio de injeções intravítreas de aflibercept foi significativamente maior no grupo 5+PRN (6,1 ± 0,8) do que no grupo 3+PRN (3,9 ± 0,8) (p <0,001).
Conclusão: Os regimes 3+PRN e 5+PRN mostraram resultados visuais e anatômicos semelhantes em 12 meses após o tratamento com injeções intravítreas de aflibercept em pacientes com edema macular.
Keywords: Retinopatia diabética; Edema macular; Injeções intravítreas; Receptores de fatores de crescimento do endotélio vascular/administração & dosagem
Abstract
PURPOSE: Glaucoma is one of the leading causes of irreversible blindness worldwide. When topical hypotensive agents or laser trabeculoplasty fail to adequately control the disease, escalation of therapy becomes necessary, with transscleral cyclophotocoagulation being one of the available options. Several variations of transscleral cyclophotocoagulation exist, including traditional continuous wave, MicroPulse, and slow-coagulation techniques. We propose a novel variation – custom slow-coagulation transscleral cyclophotocoagulation – which combines elements of both continuous wave and slow-coagulation approaches. This study aimed to evaluate the outcomes of this technique in patients with refractory glaucoma.
METHODS: This retrospective, interventional study included 104 eyes of 83 patients with refractory glaucoma who underwent custom slow-coagulation transscleral cyclophotocoagulation. Changes in intraocular pressure, visual acuity, the number of glaucoma medications, and postoperative complications were analyzed. A paired t test was used to compare changes in intraocular pressure and visual acuity, while the Wilcoxon signed-rank test was applied to categorical variables. Success rates following custom slow-coagulation transscleral cyclophotocoagulation were estimated using Kaplan–Meier survival analysis.
RESULTS: Mean intraocular pressure decreased significantly from 38.9 ± 15.8 mmHg at baseline to 16.3 ± 9.9 mmHg at Month 12 (p<0.001). The mean number of glaucoma medications also decreased significantly from 3.6 ± 0.6 to 1.8 ± 1.4 (p<0.001). No significant reduction in mean visual acuity was observed during follow-up.
CONCLUSIONS: Custom slow-coagulation transscleral cyclophotocoagulation effectively reduced baseline intraocular pressure and the number of glaucoma medications, with a low rate of complications and no decline in visual acuity over a 12-month follow-up period. This novel technique demonstrated a high safety profile in a Hispanic population and represents a low-cost, minimally invasive procedure with rapid recovery and promising efficacy in intraocular pressure control.
Keywords: Glaucoma/surgery; Sclera; Filtering surgery; Laser coagulation/methods; Lasers, semiconductor/therapeutic use; Intraocular pressure; Blindness/prevention & control; Vision, low/epidemiology; Visual acuity
Abstract
Objetivo: Descrever os resultados anatômicos e visuais associados à injeção intravítrea de perfluoropropano seguida de tratamento a laser para descolamento de retina macular secundário à fosseta do disco óptico.
Métodos: Estudo retrospectivo em um único centro. Foram revisados os prontuários médicos dos pacientes com descolamento macular associado a fosseta do disco óptico congênito em um centro de referência terciário de retina entre 2011 e 2018. Todos receberam como estratégia de tratamento inicial injeção intravítrea de perfluoropropano 100% seguido por fotocoagulação a laser ao longo da margem temporal do disco óptico.
Resultados: Foram identificados seis pacientes com descolamento macular associado a fosseta do disco óptico durante o período do estudo. O seguimento pós-operatório variou de 13 a 52 meses, com média de 28 meses. SD-OCT demonstrou resolução completa do fluido em cindo dos seis casos, sem recorrência. Quatro casos apresentaram reabsorção completa após perfluoropropano intravítreo associado a laser, e um paciente necessitou de procedimento adicional (vitrectomia via pars plana com peeling da membrana limitante interna e inversão do retalho do pedículo sobre a margem temporal do disco óptico) para obter reabsorção completa de fluidos. Um paciente apresentou fluido intrarretiniano persistente e negou tratamentos adicionais. O tempo entre o procedimento inicial e a resolução completa do fluido variou entre 6,5 a 41 meses, com média de 19,5 meses. A acuidade visual corrigida melhorou após a cirurgia, considerando a última consulta de acompanhamento em todos os casos.
Conclusão: A injeção intravítrea de perfluoropropano 100% seguida de fotocoagulação ao longo da margem temporal da margem do disco óptico foi associada à melhora anatômica e visual na maioria dos casos e representa uma abordagem terapêutica alternativa para o descolamento macular associado a fosseta do disco óptico.
Keywords: Disco óptico/anormalidades; Doenças do nervo óptico/complicações; Descolamento retiniano; Terapia a laser; Injeções intravítreas; Fluorcarbonetos/administração & dosagem; Gases/administração & dosagem.
Abstract
Objetivo: Avaliar a eficácia da combinação de injeções intravítreas de bevacizumabe em olhos com edema macular secundário à oclusão de ramo e da veia central da retina após um único implante de dexametasona.
Métodos: Foi realizado um estudo prospectivo intervencionista não comparativo com 44 olhos de pacientes com edema macular relacionado à oclusão de ramo e veia central da retina, sem tratamento prévio e tratados com um único implante de dexametasona, que foram acompanhados em intervalos de quatro semanas do segundo ao sexto mês. Se fosse constatado edema macular persistente ou recorrente durante esse período, os pacientes eram tratados com injeções intravítreas de bevacizumabe em um regime ajustado conforme a necessidade. Foram estudadas a melhor acuidade visual corrigida e alterações da espessura macular central.
Resultados: A média da melhor acuidade visual corrigida mudou de 0,97 ± 0,33 LogMAR iniciais para 0,54 ± 0,40 no exame de 6 meses (p<0,00001). Vinte olhos (45,54%) melhoraram 3 linhas de Snellen ou mais. A média da espessura macular central inicial foi de 670,25 ± 209,9 μm e diminuiu para 317,43 ± 112,68 μm na visita de 6 meses (p<0,00001). O número médio de injeções intravítreas de bevacizumabe em 6 meses foi de 2,32 e o tempo médio entre o implante de dexametasona e a primeira injeção de anti-VEGF foi de 3,45 meses.
Conclusão: Injeções intravítreas de bevacizumabe após um único implante de dexametasona podem proporcionar um aumento da melhor acuidade visual corrigida e diminuição da espessura macular central aos 6 meses em pacientes com edema macular devido à oclusão de ramo e da veia central da retina, com poucas injeções intravítreas.
Keywords: Oclusão da veia retiniana/complicações; Edema macular/tratamento farmacológico; Inibidores de angiogênese/uso terapêutico; Dexametasona/administração & dosagem; Injeções intravítreas; Bevacizumab; Tomografia de coerência óptica; Acuidade visual.
Abstract
Objetivo: Este estudo de qualidade e confiabilidade teve como objetivo identificar a variabilidade da massa do volume da gota de colírios multidose e verificar a existência de um padrão de referência para o volume da gota dos colírios usando lágrimas artificiais do mercado brasileiro.
Métodos: Cinco marcas de colírios lubrificantes foram avaliadas quanto ao volume da gota. Uma gota padrão ideal de 20 μL de cada fabricante foi coletada usando uma micropipeta ajustável. Os frascos dos colírios foram selecionados aleatoriamente e cinco medidas das massas das amostras foram coletadas usando escalas de precisão calibradas.
Resultados: A massa das amostras de 20 μL variou significativamente (p<0,001) entre os diferentes fabricantes. No entanto, entre os colírios da mesma marca, a variação da massa não foi estatisticamente diferente. A massa média global de todas as gotas pesadas foi de 18,24 mg e foi observada uma não-uniformidade entre todas as marcas de colírios.
Conclusão: Identificou-se uma variação significativa nas massas do volume das gotas dos colírios lubrificantes, usando equipamento padrão de laboratório. A heterogeneidade no volume da gota dos colírios testados sugere a existência de discrepâncias potenciais em suas posologias, possivelmente alterando a eficácia do tratamento. Uma medida de referência pré-estabelecida pode levar à produção de colírios com gotas de tamanho mais apropriado para uso em olhos humanos.
Keywords: Soluções oftálmicas/administração & dosagem; Volume da gota; Padrão de referência dos colírios; Padronização de colírios multidose; Administração de medicamentos oftálmicos; Qualidade
Abstract
Objetivo: Avaliar as espessuras internas da retina e da coroide em pacientes com retinite pigmentosa precoce.
Métodos: Foram analisadas imagens de tomografia de coerência óptica de domínio espectral de 35 pacientes com retinite pigmentosa e 40 indivíduos saudáveis. Medimos a espessura do complexo de células maculares e ganglionares. Realizamos medições da espessura da coroide na região subfoveal e a 500 µm, 1000 µm e 1500 µm do centro da fóvea.
Resultados: Pacientes com retinite pigmentosa apresentaram espessuras maculares e da coroide significativamente mais finas em todas as medições e suas medidas individuais da espessura do complexo de células ganglionares foram inferiores às de indivíduos saudáveis. A espessura média do complexo de células ganglionares foi significativamente menor nos pacientes com retinite pigmentosa do que nos controles. A espessura macular média foi significativamente correlacionada com as espessuras médias do complexo das células de coroide e das células ganglionares médias. Não encontramoscorrelação entre a espessura media da coroide e a espessura media do complexo de células ganglionares.
Conclusões: A coroide foi levemente afetada em nossos pacientes com retinite pigmentosa precoce. A tendência à significância na retina interna foi possivelmente causada por uma boa acuidade visual.
Keywords: Coroide/anatomia & histologia; Retina/anatomia & histologia; Células ganglionares da retina; Retinite pigmentosa; Tomografia de coerência óptica
Abstract
The advantages and disadvantages of using perioperative subconjunctival steroid injections in dropless cataract surgery continue to be debated. A systematic review of PubMed, EMBASE, and the Cochrane Central database identified five studies—two randomized controlled trials and three non-randomized studies—encompassing 70,751 eyes. Among these, 12,319 eyes (17.4%) received subconjunctival steroid injections, while 58,432 eyes (82.6%) were managed with topical steroids. The Cochrane Collaboration’s RoB 2 tool was applied for bias assessments in randomized controlled trials, and heterogeneity was assessed using the I² statistics. No statistically significant differences were found between the two groups regarding macular edema (p=0.249), visual acuity (p=0.73), or laser flare count (p=0.45). Both subconjunctival injections and topical steroids demonstrated comparable efficacy and safety in controlling postoperative inflammation after cataract surgery. Additional research is warranted to validate these conclusions.
Keywords: Cataract extraction; Phacoemulsification; Lens implantation, intraocular; Postoperative care; Intravitreal injections; Anti-inflammatory agents, non-steroidal/administration & dosage; Glucocorticoids; Triamcinolone acetonide; Research design; Randomiz
Abstract
PURPOSE: To compare the outcomes of intravitreal dexamethasone implant used as either an adjuvant or a switching therapy for diabetic macular edema in patients with poor anatomic response after three consecutive monthly injections of ranibizumab.
METHODS: This retrospective study included patients with diabetic macular edema who received three consecutive doses of ranibizumab as initial therapy and demonstrated poor response. A single dose of intravitreal dexamethasone implant was administered to these patients. The patients were divided into two groups according to the treatment modalities: the adjuvant therapy group, consisting of patients who continued treatment with ranibizumab injection after receiving intravitreal dexamethasone implant, and the switch therapy group, consisting of patients who were switched from ranibizumab treatment to intravitreal dexamethasone implant as needed. The main outcome measurements were best corrected visual acuity and central retinal thickness at baseline and at 3, 6, 9, and 12 months of follow-up.
RESULTS: In this study that included 64 eyes of 64 patients, the best corrected visual acuity and central retinal thickness values did not significantly differ between the groups at baseline and at 6 months of follow-up (p>0.05). However, at 12 months, the best corrected visual acuity values in the adjuvant and switch therapy groups were 0.46 and 0.35 LogMAR, respectively (p=0.012), and the central retinal thickness values were 344.8 and 270.9, respectively (p=0.007).
CONCLUSIONS: In a real-world setting, it seems more reasonable to use intravitreal dexamethasone implant as a switch therapy rather than an adjuvant therapy for diabetic macula edema refractory to ranibizumab despite three consecutive monthly injections of ranibizumab. Patients switched to intravitreal dexamethasone implant were found to have better anatomic and visual outcomes at 12 months than those who continued ranibizumab therapy despite their less-than-optimal responses.
Keywords: Diabetic retinopathy; Macular edema/drug therapy; Dexamethasone/administration & dosage; Drug implants; Intravitreal injections; Ranibizumab/administration & dosage; Tomography, optical coherence; Endothelial growth factors
Abstract
PURPOSE: To compare the injection of small amounts of undiluted C3F8 with the traditional gas injection in vitrectomy for macular hole treatment.
METHODS: This clinical trial included 26 individuals divided into two groups. Group 1 received an intravitreal injection of 0.9-1.0 mL of 100% C3F8, and Group 2 received 15-20 mL of 20% C3F8.
RESULTS: The median intraocular gas duration was 31 days in Group 1 and 34 in Group 2. The median letter gains in corrected distance visual acuity for the 26th postoperative week were 20 letters in Group 1 and 12.5 in Group 2. The median intraocular pressure was normal in both groups. Primary anatomical success was 11/13 in both groups.
CONCLUSIONS: The use of C3F8 gas in a small undiluted volume is an alternative that slightly reduces the duration of the gas without negatively affecting the anatomical and visual response.
Keywords: Retinal perforations/surgery; Vitrectomy; Sulfur hexafluoride/administration & dosage; Fluorocarbons/administration & dosage; Gases; Tomography, optical coherence
Abstract
Apesar dos recentes avanços na cirurgia moderna de catarata e da aplicação de uma ampla gama de novos dispositivos, o deslocamento tardio de uma lente intraocular dentro do saco capsular continua a ser uma complicação devastadora, ainda que rara. Várias técnicas cirúrgicas e não cirúrgicas têm sido usadas para tratar esta complicação. Este é o relato de um caso de reposicionamento espontâneo de uma lente intraocular sub-luxada anteriormente dentro do saco capsular do olho esquerdo. Este reposicionamento pode ter sido causado pelos efeitos opostos da aplicação tópica simultânea de brimonidina e prednisolona. O deslocamento foi tratado sem manipulação agressiva ou intervenção cirúrgica.
Keywords: Midríase; Miose; Lentes intraoculares; Subluxação do cristalino/induzido quimicamente; Subluxação do cristalino/cirurgia; Complicações pós-operatórias
Abstract
Os benzodiazepínicos são medicamentos psicoativos prescritos em todo o mundo, mas com poucas informações sobre seus efeitos colaterais oculares. O glaucoma por fechamento agudo do ângulo iridocorneano é um dos eventos adversos com maior risco de cegueira, sendo descrito particularmente em idosos. Relatamos aqui dois pacientes com menos de 45 anos de idade, com fechamento agudo do ângulo bilateral secundário ao uso de dois diferentes benzodiazepínicos de meia-vida longa (clonazepam e alprazolam). Além da suspensão dessas medicações e do tratamento clínico com drogas hipotensoras oculares, ambos os casos alcançaram sucesso com iridotomias periféricas bilaterais à laser. Considerando o conhecimento atual, estes são os primeiros relatos de fechamento agudo do ângulo bilateral secundária ao uso de clonazepam e alprazolam.
Keywords: Benzodiazepinas/efeitos adversos; Glaucoma de ângulo fechado/ induzido quimicamente; Iridectomia; Lasers
Abstract
A patient presented with corneoscleral thinning five months after the treatment of suspected ocular squamous surface neoplasia with mitomycin-C and interferon. For tectonic and aesthetic purposes, we decided to perform lamellar corneoscleral transplantation. The approach used established new tectonic support and corneal homeostasis. This technique might be an option in similar cases.
Keywords: Corneal diseases/diagnosis; Carcinoma, squamous cell; Conjunctival neoplasms/surgery; Interferon-alpha/therapeutic use; Mitomycin/therapeutic use; Ophthalmic solutions/administration & dosage; Humans; Case reports
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