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Search for: Behçet syndrome; Blood sedimentation; Erythrocytes indices; Choroid; Retina;Tomography, optical coherence
Abstract
OBJETIVO: O objetivo do estudo foi de avaliar as alterações microvasculares da retina e da coroide em pacientes sob hidroxicloroquina, através da angiografia por tomografia de coerência óptica.
MÉTODOS: Este é um estudo transversal de coorte que avaliou um total de 28 olhos de 28 pacientes (24 mulheres e 4 homens) submetidos a tratamento com hidroxicloroquina (grupo da hidroxicloroquina). Catorze olhos de 28 pacientes em uso de hidroxicloroquina por mais de 5 anos foram definidos como sendo o grupo de alto risco, ao passo que o grupo de baixo risco consistiu em 14 olhos de 28 pacientes em uso de hidroxicloroquina por menos de 5 anos. Foram ainda incluídos 28 voluntários como grupo de controle, pareados por idade e sexo. Através de angiografia por tomografia de coerência óptica, foram medidos os seguintes parâmetros: área do fluxo macular (superficial, profundo e coriocapilar), densidade vascular superficial e profunda, área da zona avascular foveal e espessura da coroide subfoveal.
RESULTADOS: Foram recrutados para o estudo um total de 28 pacientes sob tratamento com hidroxicloroquina, com idade média de 45,5 ± 11,1 (29-70) anos, e 28 membros do grupo de controle, pareados por idade e sexo, com idade média de 44,5 ± 13,9 (28-70) anos. As áreas superficial, profunda e coriocapilar do fluxo macular foram respectivamente de 13,578 ± 0,30, 13,196 ± 0,31 e 17,617 ± 0,42 nos pacientes em tratamento com hidroxicloroquina e, respectivamente de 16,407 ± 0,95, 13,857 ± 0,31 e 18,975 ± 0,76 no grupo de controle (p<0,05 para todos os valores). As três medições de área do fluxo macular foram significativamente menores nos pacientes em uso de hidroxicloroquina em comparação com os indivíduos do grupo de controle (p<0,05 para todos os valores). As densidades vasculares superficial e profunda mostraram-se significativamente reduzidas em todas as regiões (foveal, parafoveal, temporal, superior, nasal e inferior) nos pacientes em uso de hidroxicloroquina (p<0,05 para todos os valores). Finalmente, também foi observada uma diferença significativa entre os grupos em relação à área da zona avascular foveal (superficial e profunda), à espessura foveal central e à espessura da coroide subfoveal (p<0,05 para todos os valores).
CONCLUSÃO: O fluxo microvascular retinocoroidal e a densidade vascular da área macular mostraram-se significativamente diminuídos nos pacientes sob hidroxicloroquina. Este fármaco pode danificar a arquitetura microvascular retinocoroidal e a angiografia por tomografia de coerência óptica pode contribuir para a detecção precoce da toxicidade retiniana induzida pela hidroxicloroquina.
Keywords: Retina/efeitos dos fármacos; Coroide/efeitos de fármacos; Tomografia de coerência óptica; Hidroxicloroquina; Angiofluoresceinografia/métodos
Abstract
Objetivo: A degeneração macular relacionada à idade é a causa mais comum de cegueira em países desenvolvidos e muitos fatores etiológicos têm-lhe sido atribuídos. O objetivo do presente estudo foi investigar a relação entre os níveis séricos de vitamina D e a degeneração macular relacionada à idade.
Métodos: Os dados de 114 pacientes com degeneração macular relacionada à idade foram analisados retrospectivamente. Foram alocados no Grupo Controle 102 pacientes sem registro de outras doenças além do erro refrativo. A acuidade visual melhor corrigida, os achados do exame de fundo de olho e os da tomografia de coerência óptica de domínio espectral foram analisados. Os pacientes foram alocados em grupos de acordo com a classificação do Age-Related Eye Disease Study (Estudo da Doença Ocular Relacionada à Idade). Os níveis séricos de vitamina D 25(OH) foram medidos. A espessura foveal central e a espessura da coroide subfoveal foram medidas com tomografia de coerência óptica.
Resultados: Os níveis de vitamina D 25(OH) em pacientes com degeneração macular relacionada à idade e em indivíduos saudáveis pareados por idade e sexo foram 14,6 ± 9,8 ng/mL e 29,14 ± 15,1 ng/mL, respectivamente. Os níveis de vitamina D foram significativamente menores no Grupo da Degeneração Macular relacionada à idade em comparação com o Grupo Controle (p>0,001). O valor da espessura da coroide subfoveal foi menor em pacientes com degeneração macular relacionada à idade (p>0,001). Foi encontrada uma fraca correlação positiva entre o nível de vitamina D 25(OH) e a espessura da coroide (r=0,357, p=0,01). O nível de vitamina D 25(OH), quando avaliado de acordo com os estágios da degeneração macular relacionada à idade, revelou ser menor na doença em estágio avançado (p=0,01). Constatou-se um risco aumentado de desenvolvimento de membrana neovascular da coroide e de fibrose sub-retiniana com a diminuição dos níveis de vitamina D.
Conclusões: A diminuição significativa dos níveis de vitamina D 25(OH) na degeneração macular relacionada à idade em estágio avançado sugere a presença de uma correlação significativa entre a deficiência de vitamina D e o desenvolvimento dessa patologia. Mais estudos são necessários para investigar se a suplementação de vitamina D tem ou não influência no desenvolvimento e progressão da degeneração macular relacionada à idade.
Keywords: Membrana neovascular da coroide; Degeneração macular; Tomografia de coerência óptica; Fibrose; Retina; Vitamina D; Deficiência de vitamina D
Abstract
Objetivo: Numerosos estudos de neuroimagem e oftalmologia sugerem o acometimento do nervo óptico na síndrome de fibromialgia. Para esclarecer a etiopatogenia da síndrome de fibromialgia, comparamos a área de fluxo sanguíneo da cabeça do nervo óptico e a espessura da camada de fibras nervosas da retina entre pacientes e o grupo controle, e examinamos as associações dessas medidas com a severidade da síndrome de fibromialgia.
Métodos: Os participantes foram divididos em três grupos de acordo com a pontuação no Questionário de Impacto da Fibromialgia: síndrome de fibromialgia leve a moderada (Grupo 1, n=47), síndrome de fibromialgia grave (Grupo 2, n=38) e controles saudáveis (Grupo 3, n=38). A área de fluxo sanguíneo da cabeça do nervo óptico e a espessura da camada de fibras nervosas da retina foram medidas por angiotomografia de coerência óptica e comparadas entre os grupos por ANOVA. As associações com a severidade da síndrome de fibromialgia foram avaliadas pela análise de correlação de Spearman.
Resultados: A área de fluxo sanguíneo da cabeça do nervo óptico não diferiu entre os Grupos 1 e 2 da síndrome de fibromialgia (1,61 ± 0,08 contra 1,63 ± 0,09 mm2), mas foi significativamente menor no Grupo 3, de controle (1,49 ± 0,10 mm2, todos com p=0,001). Os valores médios da espessura da camada de fibras nervosas da retina foram significativamente menores no Grupo 2 (101,18 ± 6,03 µm) em comparação com o Grupo 1 (103,21 ± 10,66 µm) e o Grupo 3 (106,51 ± 8,88 µm) (p=0,041, p=0,020). Os valores da espessura da camada de fibras nervosas no quadrante inferotemporal (134,36 ± 12,19 µm) e inferonasal (109,47 ± 16,03 µm) foram significativamente menores no Grupo 2 em comparação com o Grupo 1 (inferotemporal 142,15 ± 17,79 µm, inferonasal 117,94 ± 20,53 µm) e o Grupo 3 (inferotemporal 144,70 ± 16,25 µm, inferonasal 118,63 ± 19,01 µm) Para o quadrante inferotemporal, foram obtidos p=0,017 e p=0,010 para o Grupo 2 em comparação respectivamente com os Grupos 1 e 3, e para o quadrante inferonasal, p=0,047 e p=0,045, respectivamente para os mesmos grupos. A espessura da camada de fibra nervosa da retina no quadrante nasal superior foi maior no Grupo 3 (91,08 ± 12,11 µm) que no Grupo 1 (84,34 ± 13,09 µm) e no Grupo 2 (85,26 ± 13,11 µm); p=0,031 e p=0,038. Houve uma correlação fraca entre a severidade da doença e a área de fluxo sanguíneo na cabeça do nervo óptico.
Conclusão: As estruturas neurais e vasculares do olho estão alteradas na síndrome da fibromialgia, principalmente nos casos graves. Assim, a angiografia por tomografia de coerência óptica pode fornecer informações valiosas para o diagnóstico e elucidação da fisiopatologia da síndrome de fibromialgia.
Keywords: Fibromialgia; Tomografia de coerência óptica; Angiografia; Nervo óptico/irrigação sanguínea; Fibras nervosas; Retina
Abstract
OBJETIVO: Avaliar achados de angiografia por tomografia de coerência óptica em pacientes com doença de Behçet com e sem acometimento ocular.
MÉTODOS: Foram incluídos 40 pacientes com doença de Behçet e 30 controles saudáveis. A densidade vascular retiniana nos plexos capilares superficial e profundo, a zona avascular foveal, o índice de circularidade, a densidade foveal e a área sem fluxo da retina superficial foram medidos automaticamente, através do software AngioVue para angiografia por tomografia de coerência óptica, e comparados entre os grupos.
RESULTADOS: A densidade vascular parafoveal e perifoveal média nos plexos capilares superficial e profundo, bem como a densidade foveal, foram significativamente menores nos olhos com uveíte de Behçet em comparação com os olhos sem uveíte de Behçet e os olhos dos controles saudáveis. Nos olhos com uveíte de Behçet, a acuidade visual logMAR mostrou correlação moderada com a densidade vascular parafoveal e perifoveal e com a densidade foveal (respectivamente, r=-0,43, p=0,006; r=-0,62, p<0,001; e r=-0,42, p = 0,008).
CONCLUSÃO: A doença de Behçet com uveíte posterior foi associada a decréscimos significativos da vascularização perifoveal e parafoveal na retina superficial e profunda.
Keywords: Angiography; Síndrome de Behçet; Fóvea central/ irrigação sanguínea; Tomografia de coerência óptica; Uveites
Abstract
Objetivo: Os efeitos dos hormônios esteróides sexuais nos parâmetros lacrimais são conhecidos. O objetivo deste estudo foi examinar como os efeitos nos parâmetros lacrimais durante a exposição a altas doses de esteróides sexuais em um curto período de tempo.
Métodos: Quarenta pacientes que foram admitidas na clínica de infertilidade do nosso hospital e planejavam a indução de ovulação por gonadotropinas exógenas. Antes do início da indução da ovulação, os níveis basais de estradiol foram medidos no terceiro dia do ciclo menstrual e os exames oftalmológicos foram efetuados pelo Departamento de Oftalmologia do nosso hospital. Os níveis de estradiol foram medidos no dia da indução da ovulação usando gonadotrofina coriónica humana e comparados aos estradiol basal; exames oftalmológicos também foram repetidos.
Resultado: Quarenta mulheres com período reprodutivo e idade média de 33,3 ± 4,2 anos foram incluídas neste estudo. Os níveis basais de estradiol foram significativamente maiores (p<0,001) após a indução da ovulação do que antes desta. Os resultados dos testes de ruptura do filme lacrimal e após a indução foi de 6,2 ± 2,8 s e 8,4 ± 1,4 s respectivamente. Os valores do teste de Schirmer foram 14,3 ± 7,1 mm e 20,6 ± 6,2 mm, respectivamente antes e depois da indução. Ambos os valores foram significativamente maiores após a indução da ovulação (p<0,001; p=0,001 respectivamente).
Conclusão: Observamos uma melhora nos testes de função lacrimal após o uso de estradiol, mesmo por tempo limitado. O uso de estradiol durante a menopausa poderá melhorar os sintomas do olho seco em pacientes.
Keywords: Estradiol; Síndromes do olho seco; Periodo fertil; Menopausa; Tomografia de coerência óptica
Abstract
Objetivo: O objetivo do nosso estudo foi avaliar a espessura coroidal subfoveal e a camada peripapilar de fibras nervosas da retina em pacientes com insuficiência cardíaca crônica, em comparação com um grupo de controle.
Métodos: Setenta e dois pacientes com insuficiência cardíaca crônica e 40 controles saudáveis foram inscritos. Os pacientes com insuficiência cardíaca crônica foram divididos em dois grupos, de acordo com a fração de ejeção do ventrículo esquerdo. Pacientes com fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 30-50% foram incluídos no grupo 1, enquanto valores de fração de ejeção do ventrículo esquerdo inferiores a 30% foram incluídos no grupo 2. A espessura coroidal subfoveal e a espessura da camada peripapilar de fibras nervosas da retina foram medidas por tomografia de coerência óptica de domínio espectral.
Resultados: A espessura média da coroide subfoveal foi de 250,24 ± 68,34 µm no grupo 1, 216,72 ± 71,24 µm no grupo 2 e 273,64 ± 77,68 µm no grupo controle. As diferenças entre os três grupos foram estatisticamente significativas. A espessura média da camada peripapilar de fibras nervosas da retina foi de 100,34 ± 8,24 µm, 95,44 ± 6,67 µm e 102,34 ± 8,24 µm, respectivamente. Não houve diferença significativa na espessura da camada peripapilar de fibras nervosas da retina entre o grupo 1 e o grupo controle, mas os valores foram significativamente menores no grupo 2.
Conclusão: Nosso estudo mostrou que a espessura coroidal subfoveal foi menor em ambos os grupos de insuficiência cardíaca crônica, em comparação com controles saudáveis. Porém, a camada peripapilar de fibras nervosas da retina mostrou-se alterada apenas em pacientes com menos de 30% da fração de ejeção do ventrículo esquerdo. Na prática clínica, reduções nesses valores, correlacionadas com a diminuição da fração de ejeção do ventrículo esquerdo, podem ser importantes para o acompanhamento de doenças coriorretinianas e a avaliação dos riscos de glaucoma em pacientes com insuficiência cardíaca crônica.
Keywords: Insuficiência cardíaca/complicações; Coroide/patologia; Tomografia de coerência óptica; Fibras nervosas; Retina
Abstract
Objetivo: Avaliar alterações da coroide através de imagens de tomografia de coerência óptica (OCT) com profundidade realçada na doença por coronavírus de 2019 (COVID-19).
Métodos: Foram incluídos no estudo 32 pacientes com COVID-19 moderada e 34 indivíduos saudáveis. A espessura da coroide foi medida em 3 pontos: subfoveal, a 1500 mm da fóvea na direção nasal e a 1500 mm da fóvea na direção temporal. A área total da coroide, a área luminal, a área estromal e o índice vascular da coroide foram medidos com o programa ImageJ. Todas as medições foram feitas durante a doença ativa e 4 meses após a remissão.
Resultados: No grupo de pacientes, as espessuras subfoveal, nasal e temporal da coroide mostraram-se reduzidas em comparação com os controles. A diferença não foi estatisticamente significativa (respectivamente, p=0,534, p=0,437 e p=0,077). As médias das áreas total da coroide, estromal e luminal, bem como o índice vascular da coroide, mostraram-se diminuídos com significância estatística no grupo de pacientes (respectivamente, p<0,001, p=0,001, p=0,001 e p=0,003). Aos 4 meses após a remissão, os parâmetros estruturais e o índice vascular da coroide revelaram um aumento estatisticamente significativo em pacientes com COVID-19, em comparação com as medidas iniciais (todos os valores de p<0,001 para os parâmetros estruturais e p=0,047 para o índice vascular da coroide).
Conclusão: Os parâmetros vasculares da coroide e do estroma mostraram uma diminuição transitória, mas significativa em pacientes com COVID-19 durante a doença.
Keywords: Coróide; COVID-19; Infecções por coronavirus; Tomografia de coerência óptica
Abstract
Objetivo: Avaliar as espessuras internas da retina e da coroide em pacientes com retinite pigmentosa precoce.
Métodos: Foram analisadas imagens de tomografia de coerência óptica de domínio espectral de 35 pacientes com retinite pigmentosa e 40 indivíduos saudáveis. Medimos a espessura do complexo de células maculares e ganglionares. Realizamos medições da espessura da coroide na região subfoveal e a 500 µm, 1000 µm e 1500 µm do centro da fóvea.
Resultados: Pacientes com retinite pigmentosa apresentaram espessuras maculares e da coroide significativamente mais finas em todas as medições e suas medidas individuais da espessura do complexo de células ganglionares foram inferiores às de indivíduos saudáveis. A espessura média do complexo de células ganglionares foi significativamente menor nos pacientes com retinite pigmentosa do que nos controles. A espessura macular média foi significativamente correlacionada com as espessuras médias do complexo das células de coroide e das células ganglionares médias. Não encontramoscorrelação entre a espessura media da coroide e a espessura media do complexo de células ganglionares.
Conclusões: A coroide foi levemente afetada em nossos pacientes com retinite pigmentosa precoce. A tendência à significância na retina interna foi possivelmente causada por uma boa acuidade visual.
Keywords: Coroide/anatomia & histologia; Retina/anatomia & histologia; Células ganglionares da retina; Retinite pigmentosa; Tomografia de coerência óptica
Abstract
PURPOSE: To investigate choroidal structural and vascular changes in patients with mild autonomous cortisol secretion using enhanced depth imaging optical coherence tomography and optical coherence tomography angiography.
METHODS: This cross-sectional study included 60 eyes of 30 patients with mild autonomous cortisol secretion and 60 eyes of 30 subjects with nonfunctional adenoma (controls) between February 2023 and January 2024. Subfoveal choroidal thickness, pachychoroid spectrum disease and choroidal vascularity index were evaluated using spectral-domain optical coherence tomography. Group comparisons were performed, and correlations between subfoveal choroidal thickness and clinical features were analyzed.
RESULTS: Pachyvessels were more common in patients with mild autonomous cortisol secretion than in controls (71.4% vs. 42.9%, p=0.002). The frequency of pachychoroidal spectrum disease was significantly higher in the mild autonomous cortisol secretion Group (68.3% vs. 31.7%; p<0.001). Median subfoveal choroidal thickness was 355 μm (range, 150–535) in the mild autonomous cortisol secretion Group and 297 μm (range, 162–597) in controls (p=0.014). Choroidal vascularity index was comparable between groups (p=0.072). Subfoveal choroidal thickness correlated significantly with axial length, spherical equivalent, post-1-mg dexamethasone suppression test cortisol level, and disease duration.
CONCLUSION: Patients with mild autonomous cortisol secretion exhibited greater subfoveal choroidal thickness and a higher frequency of pachychoroidal spectrum disease compared with controls, whereas stromal and vascular structural alterations were proportionally similar between groups.
Keywords: Adrenal gland neoplasms; Central serous chorioretinopathy; Choroid; Cushing syndrome; Hydrocortisone; Optical coherence tomography
Abstract
PURPOSE: We aimed to evaluate retinal nerve fiber and choroidal layer alterations in adolescents with anorexia nervosa using spectral-domain optical coherence tomography.
METHODS: Thirty patients with anorexia nervosa and 30 healthy adolescents aged 12-18 years were included in this study. Their age, sex, body mass index, anorexia nervosa type, disease duration, and spectral-domain optical coherence tomography data were recorded.
RESULTS: Central macular thickness and retinal nerve fiber layer thickness in the temporal and inferior regions were significantly lesser in patients with anorexia than in healthy controls (p<0.05). Moreover, significant choroidal thinning around the foveal and subfoveal regions in patients with anorexia was observed (p<0.05). In addition, a statistically significant relation between the increase in disease duration and the thinning of the inferior retinal nerve fiber layer was detected (p<0.05).
CONCLUSION: The retinal nerve fiber layer and choroidal layer thicknesses were lesser in patients with anorexia than in healthy controls. Screening for retinal indices might prevent the development of irreversible retinal pathologies in adolescents with anorexia nervosa. In addition, thinning of the retinal nerve fiber and choroidal layers could reflect structural or functional changes in the brain of adolescents with anorexia nervosa.
Keywords: Tomography; Optical coherence; Nerve fibers; Choroid; Adolescents
Abstract
PURPOSE: To evaluate the choroidal vascular alterations and effect of surgical treatment in the setting of idiopathic epiretinal membranes.
METHODS: The structure of the choroid was studied in 33 patients with unilateral idiopathic epiretinal membrane using optical coherence tomography with enhanced depth imaging and optical coherence tomography angiography. Eyes with epiretinal membrane underwent 25-gauge vitrectomy with epiretinal membrane and internal limiting membrane peeling. The choroidal vascularity index, Haller layer/choroidal thickness ratio, and choriocapillaris flow density were used to evaluate changes in choroidal structure after surgery and compare with the healthy fellow eyes.
RESULTS: The choroidal vascularity index and Haller layer/choroidal thickness ratio of the eyes with epiretinal membrane were higher than those of the fellow eyes at baseline (p=0.009 and p=0.04, respectively) and decreased postoperatively compared with preoperative values (p=0.009 and p=0.001, respectively). The choriocapillaris flow of eyes with epiretinal membrane was lower than that of the fellow eyes at baseline (p=0.001) and increased after surgery compared with the preoperative value (p=0.04). The choroidal vascularity index, Haller layer/choroidal thickness ratio, and choriocapillaris flow values of the healthy fellow eyes were comparable at baseline and final visit. In eyes with epiretinal membrane, the final choroidal vascularity index correlated with the final choriocapillaris flow (r=-0.749, p=0.008) in the multivariate analysis.
CONCLUSION: Idiopathic epiretinal membrane appears to affect the choroidal structure with increased choroidal vascularity index and Haller layer/choroidal thickness ratio and decreased choriocapillaris flow. These macrovascular (choroidal vascularity index and Haller layer/choroidal thickness) and microvascular (choriocapillaris flow) alterations appear to be relieved by surgical treatment of the epiretinal membranes.
Keywords: Epiretinal membrane/surgery; Vitrectomy; Choroid/pathology; Choroid/blood supply; Tomography, optical coherence/methods; Optical coherence tomography angiography; Humans
Abstract
Objetivo: Avaliar a espessura das camadas intraretinianas na região macular e sua relação com a duração da uveíte e acuidade visual em pacientes com uveíte de Behçet.
Métodos: Este estudo transversal incluiu 93 olhos de 57 pacientes com uveíte de Behçet e 100 olhos de 50 indivíduos saudáveis que foram admitidos em um hospital terciário entre janeiro de 2017 e setembro de 2017. As medições maculares foram realizadas com tomografia de coerência óptica de domínio espectral (SD-OCT) em todos os pacientes. A retina foi dividida em camadas usando software de segmentação automatizado no dispositivo SD-OCT. As espessuras da camada foram comparadas entre os pacientes e os grupos controle. No grupo de pacientes, foi avaliada a correlação entre os parâmetros obtidos na OCT e a duração da uveíte e acuidade visual.
Resultados: A média de idade foi de 37,9 ± 10,8 (18-64) no grupo de pacientes e 37,7 ± 12,2 (21-61) no grupo controle (p=0,821). A duração média da uveíte foi de 6,9 ± 4,7 (1-20) anos. A espessura total das camadas externas no grupo de pacientes foi reduzida (p<0,001). Uma diferença estatisticamente significativa não foi encontrada nas camadas internas da retina, exceto na camada nuclear interna. Uma correlação negativa foi detectada entre a duração da uveíte e a espessura da camada externa da retina (coeficiente de correlação = -0,250). Uma correlação positiva significativa foi detectada entre a acuidade visual e a espessura macular central bem como a espessura total das camadas internas e externas da retina (coeficientes de correlação 0,194; 0,154 e 0,364, respectivamente). A camada nuclear interna foi negativamente correlacionada com a acuidade visual.
Conclusões: A uveíte de Behçet pode causar alterações significativas nas camadas intraretinianas na região macular. A segmentação da retina com SD-OCT pode ser útil para acompanhamentos e para estimar a perda visual em pacientes com uveíte de Behçet.
Keywords: Doença de Behçet; Uveíte de Behçet; Camadas intrarretinianas; Tomografia de coerência óptica; Segmentação da retina
Abstract
Um policial de 39 anos se queixava de diminuição bilateral da visão central nos últimos 2 anos. A acuidade visual era 20/40 e 20/400 no olho direito (OD) e esquerdo (OE) e a fundoscopia revelou lesão macular hipopigmentada bilateral. A angiografia fluoresceínica e com indocianina verde revelaram, respectivamente, vazamento do corante e áreas hiperintensas nas regiões maculares. A tomografia de coerência óptica evidenciou fluido sub-retiniano no OD e escavação focal de coroide do tipo conformacional no OE. Após 4 meses, a escavação focal de coroide mudou de conformacional para não conformacional e, aos 12 meses, reverteu para conformacional associado a atrofia incompleta do epitélio pigmentar da retina e da retina externa na região da escavação. Também foi evidenciado paquicoroide, sem neovascularização. Relatamos pela primeira vez uma escavação focal de coroide que evoluiu de conformacional para não conformacional e, em seguida, retornou à configuração primária (conformacional) em um paciente com coriorretinopatia serosa central bilateral.
Keywords: Coriorretinopatia serosa central; Coroide; Escavação focal de coroide; Tomografia de coerência óptica; Retina
Abstract
Paciente do sexo feminino, 42 anos, com perda visual e epífora crônica no olho esquerdo. Sua acuidade visual melhor corrigida foi de 10/10 no olho direito e 0,3/10 no olho esquerdo. O exame do segmento anterior foi normal. No exame de fundo de olho, foram detectadas pregas coroidais. A tomografia de coerência óptica revelou elevação na mácula e pregas coroidais. A ultrassonografia revelou sinal T. A imagem de ressonância magnética mostrou mucocele etmoidal que comprime os tecidos orbitários. O Departamento de Otorrinolaringologia realizou o tratamento cirúrgico. No pós-operatório, as dobras coroidais se recuperaram, a acuidade visual melhor corrigida foi melhorada, mas ocorreu líquido sub-retiniano. Durante o período de acompanhamento sem qualquer tratamento, o líquido sub-retiniano recuperou-se totalmente.
Keywords: Maculopatia; Tomografia de coerência óptica; Doenças da coroide; Mucocele
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