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Search for: Fibrin tissue adhesive; Oculomotor muscles; Suture techniques; Animal; Rabbits
Abstract
Objetivo: Avaliar indicações, evolução e complicações do uso do adesivo de cianoacrilato no tratamento dos afinamentos e perfurações corneanas. Material e Métodos: Vinte e seis olhos de 26 pacientes portadores de afinamento ou perfuração corneana (£ 2,5 mm de diâmetro) receberam adesivo tecidual à base de metil 2-cianoacrilato e, a seguir, lente de contato terapêutica hidrofílica sobre a área colada. Resultados: Entre as indicações para aplicação do adesivo de cianoacrilato, detectaram-se 12 (46%) casos de perfuração corneana causada por úlcera de córnea infecciosa. Dos 26 olhos que receberam adesivo, 15 (57,7%) necessitaram de uma única aplicação e 11 (42,3%) de duas aplicações. Houve evolução para leucoma corneano após desprendimento da cola em 13 (50%) olhos; necessidade de intervenção cirúrgica em 4 (15%) e permanência da cola em 9 (35%). A acuidade visual manteve-se inalterada em 15 (57,7%) olhos, melhorou em 7 (27%) e diminuiu em 4 (15,3%). Conclusões: O adesivo de cianoacrilato pode ser usado com sucesso no tratamento imediato dos afinamentos e perfurações corneanas, prorrogando ou até mesmo dispensando um futuro procedimento cirúrgico.
Keywords: Córnea; perfurações; adesivo
Abstract
OBJETIVOS: Identificar vasos linfáticos em espécimes orbitários de cadáveres humanos através de microscopia óptica e análise imunohistoquímica.
MÉTODOS: Um estudo postmortem incluiu dez espécimes orbitários provenientes de dez cadáveres humanos. Todos os espécimes orbitários foram obtidos até 12 horas após a morte com uma técnica cirúrgica de exenteração orbitária e dissecados em glândula lacrimal, nervo óptico, gordura órbitária e músculos extraoculares. Para classificar como um vaso linfático, os critérios histológicos incluíram vasos endoteliais de parede única sem membrana basal bem desenvolvida, irregulares e lúmen sem hemácias, e os critérios imunohistoquímicos incluíram vasos endoteliais de parede única, com formato irregular e lúmen sem hemácias e reagentes a podoplanina D2-40.
RESULTADOS: As lâminas histológicas de glândula lacrimal, nervo óptico, tecido adiposo e músculos extraoculares reagiram positivamente a podoplanina D2-40.
CONCLUSÃO: Este estudo demonstrou vasos linfáticos na órbita humana, mais exatamente, na glândula lacrimal, no nervo óptico, na gordura orbitária e nos músculos extrínsecos extraoculares via microscopia óptica e imunohistoquímica.
Keywords: Vasos linfáticos; Órbita; Nervo óptico; Aparelho lacrimal; Músculos oculomotores; Tecido adiposo; Microscopia
Abstract
Objetivos: Avaliar a estabilidade e eficácia da técnica double-flanged com sutura de 5-0 polipropileno para fixação de cataratas subluxadas aos 18 meses e as possíveis complicações desta nova técnica.
Métodos: Esta técnica utiliza um monofilamento de polipropileno 5-0 para criar dois flanges com um termocautério para fixar um Segmento de Tensão Capsular na esclera a fim de estabilizar o saco capsular subluxado. Esta técnica foi implementada em 17 olhos que necessitavam do implante de lente intraocular em casos de diálise zonular devido a trauma, síndrome de Marfan, microesferofacia, subluxação idiopática ou pós-facoemulsificação que provocou subulxação do saco capsular intraoperatória.
Resultados: O seguimento dos pacientes foi de 18 meses. A acuidade visual corrigida melhorou significativamente de 0,85 para 0,39 (logMAR), enquanto os erros de refração esféricos e cilíndricos e a pressão intraocular permaneceram estáveis. Nenhuma fotodegradação de sutura ou pseudofacodonese foi encontrada.
Conclusão: A técnica double-flanged para fixação transescleral de saco capsular com sutura de 5-0 polipropileno mostrou resultados de estabilidade de longo prazo para o complexo lente/saco capsular. Então, aparenta ser uma opção segura para cirurgia de catarata, sem necessidade pontos, em olhos com fraqueza zonular ou diálise
Keywords: Catarata; Facoemulsificação; Lente intraocular; Técnica de sutura; Acuidade visual
Abstract
Objetivo: Verificar se pacientes com dislexia do desenvolvimento (DD) apresentam déficits coerentes com uma disfunção magnocelular visual.
Métodos: Participantes com diagnóstico confirmado de dislexia do desenvolvimento (n=62; faixa etária=8 a 25 anos; Média da idade=13.8 anos, desvio padrão=3.9; 77% homens) foram comparados a um grupo controle com desenvolvimento típico, pareado por idade, sexo, dominância ocular, acuidade visual e compreensão de texto. A perimetria Frequency-Doubling Technology avaliou o limiar de sensibilidade ao contraste do campo visual periférico. O rastreador ocular Visagraph-III registrou os movimentos dos olhos durante leitura de texto.
Resultados: O grupo com dislexia do desenvolvimento apresentou piores limiares de sensibilidade no Frequency-Doubling Technology, com tamanho de efeito forte, do que o grupo controle. O grupo com dislexia do desenvolvimento apresentou mais olhos classificados com déficits na sensibilidade à ilusão de frequência duplicada do que o grupo controle. O grupo com dislexia do desenvolvimento apresentou pior habilidade motora ocular e no desempenho de leitura, revelado pela diferença entre os grupos em relação às fixações oculares, regressões, alcance de reconhecimento, taxa de leitura e eficiência relativa. Foi encontrada correlação significativa entre a sensibilidade ao contraste e as habilidades motoras oculares. Os participantes com boa eficiência relativa apresentaram uma sensibilidade ao contraste significativamente melhor do que os participantes com baixa eficiência relativa.
Conclusões: O grupo com dislexia do desenvolvimento apresentou desempenho inferior nas variáveis visuais relacionadas à função visual magnocelular (i.e., perimetria de frequência duplicada e habilidades motoras oculares), quando comparado ao grupo controle pareado. Os profissionais precisam estar cientes da importância de investigar a visão dos pacientes com dislexia do desenvolvimento além da acuidade visual e incluir nos seus procedimentos diagnósticos instrumentos para avaliar o processamento temporal, com limiar de sensibilidade ao contraste.
Keywords: Dislexia; Leitura; Percepção visual; Transtornos da visão; Músculos oculomotores; Movimentos oculares
Abstract
Objetivo: Avaliar a resposta tecidual e clínica a um implante orbitário de polimetilmetacrilato, oco e multiperfurado em sua porção posterior em modelo animal após evisceração.
Métodos: Dezesseis coelhos da raça Nova Zelândia foram submetidos à evisceração do globo ocular direito. Todos receberam implante oco de polimetilmetacrilato de 12 mm de diâmetro, multiperfurado em sua semiesfera posterior. O estudo foi dividido em avaliação clínica e histopatológica. A avaliação clínica foi diária até 14 dias pós-evisceração e, a cada sete dias, até completar 180 dias. Os animais foram divididos em grupos de quatro animais e cada um foi submetido à exenteração com 07, 30, 90 e 180 dias e depois à eutanásia. A análise histopatológica teve por fim caracterizar o padrão inflamatório, a estrutura do colágeno e o grau de neovascularização. Para isso, além da tradicional coloração pela hematoxilina-eosina, utilizou-se o corante Picrosirius Red (PSR) e imuno-histoquímica com o marcador CD 34.
Resultados: Não houve sinais de infecção, afinamento conjuntival ou escleral, exposição ou extrusão do implante em nenhum animal durante o estudo. Já no sétimo dia, o tecido neoformado migrou para dentro do implante formando uma rede fibrovascular através dos canais posteriores. A resposta inflamatória diminuiu ao longo do tempo avaliado e não foram encontradas células gigantes multinucleadas.
Conclusão: O implante analisado permite a sua integração aos tecidos orbitários pelo crescimento fibrovascular em seu interior. Os autores acreditam que este modelo de implante orbital pode fazer parte de testes com humanos.
Keywords: Implantes orbitários; Polimetilmetacrilato; Evisceração ocular; Anoftalmia; Procedimentos cirúrgicos oftalmológicos; Coelhos.
Abstract
Objetivo: Descrição de um método simples, acessível e confiável para a medida das disfunções dos músculos oblíquos, utilizando-se smartphone.
Métodos: Foi utilizado o recurso de rotação de fotografias do aplicativo FOTOS do iPhone®; 75 examinadores avaliaram 22 fotos de 9 pacientes, obtidas em infra e supra dextroversão, infra e supra levoversão (nem todos os pacientes foram fotografados nas 4 posições citadas). Conferiu-se aos pacientes uma pontuação para a função do músculo oblíquo superior e músculo oblíquo inferior, que variou de -4 (negativo para hipofunção) a +4 (positivo para hiperfunção), ou 0 (normofuncionantes), antes e depois da edição das fotografias. Esses valores foram comparados à avaliação prévia atribuída pelos assistentes do estrabismo. Computou-se a diferença da pontuação entre eles em números naturais (inteiros e não negativos); foram calculadas média e desvio padrão dessas medidas.
Resultado: A medida da maioria das fotos editadas apresentou média inferior as não editadas, à exceção de um paciente com hiperfunção de oblíquo superior esquerdo. Pacientes sem disfunção de oblíquos demonstraram, após edição das fotos, maior similaridade com o valor inicialmente determinado (p<0,05), assim como os pacientes com oblíquo superior direito hiperfuncionantes (p<0,01). Os mesmos resultados são encontrados nos pacientes com hipofunção dos oblíquos e hiperfunção de oblíquo inferior direito (p<0,01).
Conclusão: O método utilizado para medida das funções musculares nos estrabismos verticais é reprodutível, acessível, simples, confiável, e confere maior uniformidade à aferição.
Keywords: Estrabismo; Músculo oculomotor; Anisotropia; Smartphone; Telefone celular
Abstract
Objetivo: Sincinesias são resultado de inervações anômalas e ocasionam movimentos aberrantes dos músculos envolvidos. Apresentamos uma série com casos raros de sincinesias oculares congênitas dos músculos extraoculares e do levantador da pálpebra superior e especulamos a possibilidade de classificá-las dentro do espectro das desordens congênitas da desnervação cranianana.
Métodos: Prontuários de pacientes com diagnóstico de sincinesia ocular congênita foram estudados retrospectivamente. Analisamos sexo, lateralidade e as características completas do exame de motilidade de cada paciente.
Resultados: Nove pacientes com sincinesias oculares congênitas foram incluídos. Houve discreta predominância no sexo feminino. Em termos de lateralidade, o olho direito foi o único envolvido em 4 casos, o olho esquerdo também em 4 casos e 1 caso apresentou acometimento bilateral. 55,5% dos pacientes eram ortotrópicos na posição primária. Os III, VI e IV nervos participaram da sincinesia em 100%, 44,4% e 11,1% dos casos, respectivamente.
Conclusões: Sincinesias oculares congênitas podem se apresentar de modo bastante eclético e incomum. A inervação aberrante presente em cada um desses casos os coloca na lista de candidatos a integrar o grupo das desordens congênitas da desenervação craniana.
Keywords: Sincinesia; Nervo troclear; Nervos cranianos/ anormalidades; Músculos oculomotores; Transtornos da motilidade ocular/congênito
Abstract
Objetivos: Blefaroptose e estrabismo podem ser coexistentes em adultos e ambos afetam a aparência estética e o domínio psicossocial. Ambos também geralmente requerem cirurgia, realizada tradicionalmente em uma abordagem sequencial. O objetivo do presente estudo foi avaliar a eficácia da execução simultânea da ressecção musculoconjuntival de Müller, com ou sem cirurgia de tarsectomia, e da cirurgia de estrabismo em pacientes adultos com ptose e estrabismo coexistentes.
Métodos: Foram retrospectivamente avaliados pacientes com ptose e estrabismo coexistentes submetidos simultaneamente à ressecção musculoconjuntival de Müller, com ou sem tarsectomia, e à cirurgia de estrabismo horizontal. A análise incluiu a mensuração do ângulo de desvio das dioptrias de prisma, a distância do reflexo à margem, a assimetria da altura palpebral e quaisquer complicações após a cirurgia. A ressecção musculoconjuntival de Müller, com ou sem sucesso na tarsectomia, foi considerada bem-sucedida com uma distância reflexo-margem medindo entre 3,5 e 5 mm, e uma diferença entre as duas pálpebras superiores menor que 1 mm. O sucesso da cirurgia de estrabismo foi definido como um alinhamento com ± 10 dioptrias prismáticas de ortotropia.
Resultados: Os pacientes foram 3 mulheres e 5 homens, com média de idade de 37,12 anos (faixa de 22 a 62 anos). A parte de estrabismo da cirurgia foi realizada primeiro em todos os pacientes. Os resultados da simetria palpebral superior foram avaliados como perfeitos (<0,5 mm) em 4 pacientes, bons (≥0,5 mm, <1 mm) em 4 pacientes e regulares (≥1 mm) em nenhum. A ressecção musculoconjuntival de Müller, com ou sem sucesso na tarsectomia, teve sucesso em 6 dos 8 pacientes (75%) e a intervenção para o estrabismo foi bem-sucedida em todos os pacientes. Não foi necessária cirurgia de revisão da pálpebra ou do estrabismo após a cirurgia simultânea em nenhum paciente.
Conclusões: A ressecção musculoconjuntival de Müller, com ou sem tarsectomia, pode ser combinada com a cirurgia de estrabismo em uma abordagem alternativa para pacientes com ptose e estrabismo coexistentes.
Keywords: Blefaroptose/cirurgia; Ambliopia; Estrabismo/cirurgia; Músculos oculomotores/cirurgia; Pálpebras; Procedimentos cirúrgicos oftalmológicos/métodos
Abstract
PURPOSE: To evaluate whether two simplified modifications of flanged intrascleral fixation techniques (Yamane and Canabrava) provide comparable refractive outcomes and complication rates while reducing surgical complexity in trocar-assisted vitrectomy.
METHODS: This retrospective observational study included 88 patients who underwent flanged fixation surgery with vitrectomy. In the modified Yamane technique, a single-path sclerotomy with bilateral symmetry was performed instead of an angled sclerotomy. In the modified Canabrava technique, the intraocular lens was inserted first, followed by the creation of a circular polypropylene loop with 2-mm flange spacing. Postoperative refractive parameters, including intraocular lens astigmatism, and complications such as intraocular lens iris capture were analyzed.
RESULTS: Of the 88 patients, 70 underwent the modified Yamane technique, and 18 underwent the modified Canabrava technique. No significant differences were observed between the two techniques regarding refractive outcomes or postoperative complications, except for surgical duration, which was significantly shorter (p<0.001) in one technique. Mean intraocular lens astigmatism was −0.675 D for Yamane and −0.666 D for Canabrava.
CONCLUSION: Optimizing needle engagement for symmetry in the Yamane technique and narrowing flange spacing while ensuring a circular polypropylene configuration in the Canabrava technique may reduce surgical complexity and improve postoperative outcomes.
Keywords: Polypropylenes; Yamane technique; Vitrectomy; Astigmatism; Lenses, intraocular; Postoperative complications; Suture techniques; Iris.
Abstract
PURPOSE: Ptosis is characterized by drooping of the upper eyelid, often requiring surgical intervention for functional and aesthetic purposes. Müller’s muscle conjunctival resection is a commonly utilized surgical technique to correct mild to moderate ptosis. This retrospective study aimed to evaluate the impact of Hering’s law on the outcomes of unilateral Müller’s muscle conjunctival resection surgery, particularly eyelid and brow symmetry.
METHODS: Thirty patients with unilateral ptosis underwent Müller’s muscle conjunctival resection. Pre- and postoperative assessments included ipsilateral and contralateral side margin-reflex distance and brow position, measured through digital image analysis.
RESULTS: We found significant improvements in postoperative margin-reflex distance measurements in the ipsilateral eyelid but not in the contralateral eyelid, indicating minimal influence of Hering’s law. Brow position showed a statistically significant increase on the contralateral side but not on the ipsilateral side.
CONCLUSION: Müller’s muscle conjunctival resection effectively restores symmetry in eyelid height and maintains brow symmetry. This is the first study to explore bilateral eyelid and brow symmetry after unilateral Müller’s muscle conjunctival resection surgery for mild to moderate ptosis. Further research should be conducted to understand the long-term effects of Müller’s muscle conjunctival resection on facial aesthetics, particularly in relation to brow position.
Keywords: Müller muscle conjunctiva resection; Hering’s law; Eyelids; Blepharoptosis; Reflex; Oculomotor muscles
Abstract
PURPOSE: To evaluate the effect of upper eyelid ptosis repair with Muller muscle-conjunctival resection on meibomian gland function and ocular surface parameters.
METHODS: Thirty-eight patients who underwent ptosis repair with Muller muscle-conjunctival resection were retrospectively reviewed. Meibomian gland loss, Ocular Surface Disease Index OXFORD score, meiboscore, and noninvasive keratograph break-up time were measured preoperatively and at 1st, 3rd, and 6th months postoperatively.
RESULTS: Noninvasive keratograph break-up time values decreased significantly at 1st and 3rd months postoperatively compared to the preoperative level, but were similar to the preoperative level at 6th months postoperatively (p<0.001 and p=0.628, respectively). Ocular surface disease index, OXFORD score, meibomian gland loss, and meiboscore values increased significantly in the 1st and 3rd postoperative months compared to the preoperative period, but these values decreased to preoperative levels in the 6th postoperative month (p<0.001 and p>0.05, respectively).
CONCLUSION: There is a transient deterioration in meibography findings and OSDI score in the early postoperative period after Muller muscle-conjunctival resection. Patients undergoing Muller muscle-conjunctival resection may require topical lubricants, especially in the first 3 postoperative months.
Keywords: Meibomian glands; Blepharoptosis; Preoperative period; Conjunctiva; Muscles; Eyelid diseases; Diagnostic techniques, ophthalmological
Abstract
PURPOSE: Evaluation of lid contour and marginal peak point changes to compare outcomes of external levator advancement and Müller’s muscle conjunctival resection surgery in unilateral ptosis.
METHODS: We reviewed the charts of unilateral ptosis patients who underwent external levator advancement or Müller’s muscle conjunctival resection. Eyelid contour analysis was conducted on preoperative and 6-month postoperative digital images. This was performed with the multiple margin reflex distances technique, measuring the vertical distance from a line intersecting the center of the pupil to the eyelid margin at 10 positions at 2 mm intervals. The marginal peak point changes were analyzed digitally using the coordinates of the peak point according to the pupil center. Each position’s mean distance was compared preoperatively, postoperatively, and with the fellow eyelid.
RESULTS: Sixteen patients underwent external levator advancement and 16 patients had Müller’s muscle conjunctival resection. The mean margin reflex distance was improved by both techniques (1.46 vs. 2.43 mm and 1.12 vs. 2.25 mm, p=0.008 and p=0.0001 respectively) and approached that of the fellow eyelid (2.43 vs. 2.88 and 2.25 vs. 2.58 mm, p=0.23 and p=0.19, respectively). However, statistically significant lid margin elevation was limited to between the N6 and T6 points in the external levator advancement group. Whereas, significant elevation was achieved along the whole lid margin in the Müller’s muscle conjunctival resection group. The marginal peak point was shifted slightly laterally in the external levator advancement group (p=0.11).
CONCLUSIONS: Both techniques provide effective lid elevation, however, the external levator advancement’s effect lessens toward the canthi while Müller’s muscle conjunctival resection provides more uniform elevation across the lid margin. The margin reflex distance alone is not sufficient to reflect contour changes.
Keywords: Blepharoptosis; Eyelids; Conjunctiva; Oculomotor muscles; Image processing, computer-assisted; Treatment outcome
Abstract
Os distúrbios de inervação craniana congênita englobam um grupo de síndromes associadas a estrabismos complexos, que se apresentam como oftalmoplegia congênita e não progressiva e são frequentemente herdadas. Os defeitos dos genes estão associados a erros no desenvolvimento ou direcionamento axonal dos motoneurônios, e erros no direcionamento axonal para os músculos extraoculares. Este caso descreve o caso de um menino que apresenta estrabismo complexo secundário à hipoplasia do terceiro nervo craniano e inervação aberrante da pálpebra superior ipsilateral, bem como o resultado após a correção cirúrgica.
Keywords: Músculos oculomotores/inervação; Doenças dos nervos cranianos; Nervo oculomotor; Estrabismo; Oftalmoplegia; Relatos de casos
Abstract
A miosite oblíqua superior isolada é uma variante muito rara da miosite orbital idiopática. Trata-se do primeiro relato de uma mulher de 19 anos como um caso de miosite oblíqua superior isolada com sinusite que mimetiza abscesso subperiosteal. Apesar da história típica de infecção do trato respiratório superior, exames laboratoriais e achados radiológicos iniciais sugestivos de celulite orbital secundária à sinusite, a resposta inicial ao esteróide sistêmico com subsequentes alterações de imagem e recaída, após a cessação do esteróide, nos ajudou a alcançar o diagnóstico.
Keywords: Miosite/diagnóstico por imagem; Sinusite; Doenças orbitárias; Músculos oculomotores; Humanos; Relatos de casos
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