Arq. Bras. Oftalmol. 2000;63 (6 )
:469-473
| DOI: 10.1590/S0004-27492000000600008
Abstract
Objetivo: Determinar medidas anatômicas médias em descendentes de orientais (ambos os pais orientais da raça nipônica), a fim de determinar parâmetros a serem utilizados em cirurgias palpebrais nestes pacientes. Métodos: Foram aferidas as medidas da altura da prega palpebral, altura do supercílio e medida da pele pré-tarsal visível de 56 descendentes de orientais, num total de 112 pálpebras avaliadas. 16 (28,5%) indivíduos eram do sexo masculino e 40 (71,5%) do sexo feminino. A idade média foi 25,2 anos. Resultados: Não houve diferença estatisticamente significativa entre pálpebras direita e esquerda em ambos os sexos. A medida média da altura do supercílio foi de 13,6 mm (2,5 DP) no sexo masculino e 14,5 mm (2,2 DP) no sexo feminino (T= 1,77) (P= 0,083), diferença não-significativa estatisticamente. A altura média da pele pré-tarsal no sexo masculino foi 1,2 mm (1,2 DP) e no sexo feminino foi de 1,7 mm (1,6 DP); (T= 1,84) (P= 0,070), não-significativa estatisticamente. A altura média do sulco palpebral foi 3,9 mm (2,5 DP) no sexo masculino e 4,9 mm (2,9 DP) no sexo feminino (T= 1,95) (P= 0,060), não-significativa estatisticamente. Conclusões: Devido à equivalência estatística dos dados entre as pálpebras e entre ambos os sexos, as medidas médias obtidas podem servir como bom parâmetro anatômico em procedimentos cirúrgicos palpebrais em descendentes de orientais.
Keywords: Pálpebras orientais; Prega palpebral
Arq. Bras. Oftalmol. 2001;64 (2 )
:157-158
| DOI: 10.1590/S0004-27492001000200013
Abstract
Os autores descrevem um caso de paciente de 16 anos portadora de fitiríase palpebral tratada com ivermectina por via oral. Embora esta droga já esteja em uso há vários anos para terapêutica de outras parasitoses, ela também é reconhecidamente eficaz contra o Phthirus pubis. A maior vantagem de seu emprego na enfermidade aqui descrita pode residir na comodidade posológica.
Keywords: Infecções oculares parasitárias; Pestanas; Infestações por piolhos; Doenças palpebrais; Ivermectina
Arq. Bras. Oftalmol. 2001;64 (2 )
:159-162
| DOI: 10.1590/S0004-27492001000200014
Abstract
Objetivo: Descrever um raro caso de hemangiopericitoma orbital. Métodos: Relato de caso de associação entre hemangipericitoma orbital e blefaroptose. Resultados: A exérese da neoplasia normalizou o posicionamento palpebral. Conclusões: Lesões orbitais anteriores são causas de blefaroptose por compressão do músculo elevador palpebral.
Keywords: Hemangiopericitoma; Neoplasias orbitárias; Blefaroptose