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Search for: Cornea; Limbus corneae; Extracellular matrix; Liquid crystal; Epithelium, corneal; Mechanotransduction, cellular; Stem cell niche
Abstract
Objetivo: Este estudo prospectivo compara as imagens de microscopia confocal do epitélio corneano do coelho e do homem, obtidas através de 2 objetivas com aberturas numéricas (AN) diferentes. Métodos: Dez olhos de coelhos foram enucleados e fixados através de um suporte pneumático para garantir o melhor desempenho de cada objetiva. Cinco pacientes normais foram selecionados após consentimento. Os olhos de coelhos e dos pacientes foram previamente examinados na lâmpada de fenda. O exame de microscopia confocal (Tomey, Erlangen-Tennenlohe, Alemanha) foi realizado com as objetivas Achroplan 40x/AN = 0,75 e 63x/AN = 0,9 (Zeiss, Oberkochen, Alemanha). Imagens selecionadas do epitélio corneano foram avaliadas qualitativamente com relação ao tamanho, forma e refletividade das células. Resultados: As células no epitélio superficial dos coelhos e dos pacientes, previamente à descamação, tiveram uma refletividade maior que as células adjacentes. Este aspecto foi claramente observado somente com a objetiva 63x/AN = 0,9. As camadas basal e intermediária do epitélio em coelhos foram visualizadas somente através desta objetiva. Estas camadas nos pacientes tornaram-se mais nítidas com a objetiva de abertura numérica maior (63x/AN = 0,9). Conclusão: Uma objetiva de abertura numérica elevada produz melhor resolução dos cortes ópticos, facilitando a análise das camadas do epitélio no coelho e no homem.
Keywords: Corneal epithelium; Confocal microscopy; Epitélio corneano; Microscopia confocal
Abstract
Objetivo: Descrever os resultados clínicos do tratamento do crescimento epitelial através da técnica de remoção manual seguido da utilização de um compressor de ar comprimido aquecido após a cirurgia de laser in situ keratomileusis (LASIK).
Métodos: Vinte olhos de 17 pacientes foram incluídos no estudo. Cada paciente havia sido submetido a cirurgia de LASIK com presença de crescimento epitelial e foi submetido a tratamento cirúrgico para sua retirada. O objetivo primário foi identificar a presença de crescimento epitelial recorrente ao final de 3 meses de seguimento. Os objetivos secundários foram as medidas de acuidade visual sem correção, acuidade visual com correção, e complicações pós-operatórias.
Resultados: Dez pacientes (58,8%) eram homens e 7 mulheres. Oito olhos de sete (41,2%) pacientes apresentavam cirurgia de LASIK primária e 12 olhos de 10 pacientes tinham cirurgia de LASIK com retratamento; dezesseis olhos (80%) utilizaram microcerátomo manual e quatro (20%) laser de femtosegundo. A média de idade no momento da cirurgia de remoção do epitélio era de 37,0 anos ± 9,3 (DP) (variando de 24 a 55 anos). Ocorreu recidiva do crescimento epithelial em dois olhos (10%) após 3 meses de seguimento. A acuidade visual sem correção antes da cirurgia era de 0,07 ± 0,09 logMAR, e após a cirurgia passou para 0,02 ± 0,04 logMAR (p=0,06). A chance (odds ration) de aparecimento do crescimento epithelial após uma reoperação de LASIK é 29,41 vezes maior do que no LASIK primário.
Conclusão: A técnica de remoção epitelial manual seguida da utilização de ar comprimido aquecido é segura e efetiva no tratamento do crescimento epitelial após LASIK. Ao final do último acompanhamento, nenhum olho apresentou perda de linhas de visão.
Keywords: Epitélio/crescimento & desenvolvimento; Endotélio corneano; Doenças da córnea; Ceratomileuse assistida por excimer laser in situ; Ceratectomia fotorrefrativa; Procedimentos cirúrgicos refrativos; Acuidade visual
Abstract
OBJETIVO: Avaliar a morfologia da córnea e da câmara anterior em olhos fácicos com inflamação intraocular não infecciosa.
MÉTODOS: Esse estudo incluiu 59 olhos com uveíte ativa, 62 olhos com uveíte inativa e 95 olhos saudáveis. A densidade de células endoteliais da córnea, a proporção de células hexagonais, o coeficiente de variação, o volume e a espessura da córnea, a ceratometria máxima e o volume e profundidade da câmara anterior foram medidos com um microscópio especular e uma Pentacam HR.
RESULTADOS: A duração média da uveíte foi de 24,6 ± 40,5 (0-180) meses. O número médio de crises de uveíte foi de 2,8 ± 3,0 (1-20). O coeficiente de variação foi significativamente maior no grupo com uveíte ativa do que no grupo com uveíte inativa (p=0,017, Tukey post-hoc). Não houve diferença significativa nos demais parâmetros do segmento anterior entre os grupos com uveíte ativa, com uveíte inativa e controle (p>0,05). A análise de regressão linear múltipla demonstrou que o coeficiente de variação foi maior na uveíte ativa do que na uveíte inativa, após ajustes para a duração e tipo de uveíte e a presença ou não de doença reumática e de tratamento imunossupressor (p=0,003). A duração da uveíte e o número de crises não demonstraram correlação significativa com os parâmetros oculares (p>0,05, correlação de Spearman). A diferença nos parâmetros não demonstrou correlação significativa com o tipo de uveíte (p>0,05).
CONCLUSÕES: O coeficiente de variação foi maior nos olhos com uveíte ativa do que naqueles com uveíte inativa, ao passo que a densidade de células endoteliais e a morfologia da câmara anterior não mostraram diferenças significativas entre os grupos com uveíte ativa, com uveíte inativa e controle.
Keywords: Câmara anterior; Inflamação; Epitélio posterior; Contagem de células; Uveites
Abstract
PURPOSE: Although the orthokeratology effects on corneal biomechanics have been proven with clinical trials, reports of stiffness parameter change are scarce. This study investigated the short-term orthokeratology effects in pediatric myopia and compared stiffness parameter changes to those published in recent clinical investigations. This prospective study aimed to investigate corneal biomechanics changes induced by short-term overnight orthokeratology treatment, focusing on stiffness parameter at A1 and stress-strain index
METHODS: Twenty-six children aged 8 to 18 were included in this study using orthokeratology lenses for two different durations: 1 day and 1 week. Corneal biomechanics were assessed using corneal visualization (Corvis) Scheimpflug technology. Measurements were taken at baseline and after each wearing session. Changes in corneal stiffness parameters and corneal curvature were analyzed.
RESULTS: All parameters changed significantly after 1 week of lens wear (p<0.05), except for velocity of corneal apex at the first and second applanation times highest concavity time, radius, stiffness parameter at A1 and stress-strain index. After 1 day, central corneal thickness, first applanation time, second applanation time, deformation amplitude ratio (2 mm), and Corvis biomechanical index (CBI) remained stable (p>0.05). After 1 week, central corneal thickness and first applanation time decreased, whereas second applanation time, deformation amplitude ratio, and Corvis Biomechanical Index significantly increased. With intraocular pressure and central corneal thickness as control variables, no significant correlation was found between stress-strain index and curvature changes (p>0.05). With age as the control variable, no significant correlation was found between stress-strain index and curvature changes (p>0.05).
CONCLUSIONS: Short-term orthokeratology treatment induced notable changes in several corneal biomechanical parameters. Stiffness parameter at A1 and stress-strain index are unaffected by increasing lens wear duration and do not influence the orthokeratology effect.
Keywords: Orthokeratologic procedures; Epithelium, corneal; Corneal topography; Myopia/therapy; Diagnostic techniques, ophthalmological; Biomechanical phenomena; Refraction, ocular; Visual acuity; Humans; Children; Adolescent
Abstract
Objetivo: Comparar a estrutura da córnea e as alterações morfológicas endoteliais após cirurgia de catarata por facoemulsificação sem intercorrências entre pacientes com diabetes mellitus tipo 2 e não diabéticos; e determinar quais fatores pré e intra-operatórios relacionados com a maior redução da densidade celular endotelial.
Métodos: Quarenta e cinco diabéticos (45 olhos) e 43 (43 olhos) controlos com catarata relacionada à idade foram incluídos neste estudo observacional prospectivo. Os parâmetros da córnea (espessura e volume) e do segmento anterior foram medidos pela tomografia Scheimpflug; a densidade e morfologia celular endotelial (coeficiente de variação do tamanho das células, células hexagonais) foram registrados usando microscopia especular não contato. Os pacientes foram avaliados no pré-operatório, 1 e 6 meses após a cirurgia. Foi realizada uma análise de regressão linear uni e multivariada para avaliar a relação entre os parâmetros demográficos, clínicos, oculares e intra-operatórios com a redução da densidade celular endotelial aos 6 meses.
Resultados: Nos dois grupos houve uma perda significativa de células endoteliais ao 1º mês pós-operatório (p<0,001), que permaneceu estável até ao 6º mês; sem diferenças estatisticas entre os grupos diabetes mellitus e não diabetes mellitus em qualquer avaliação. A espessura média da córnea no pós-operatório central aos 1 e 6 meses não mudou significativamente em relação ao valor médio pré-operatório nos dois grupos (p>0.05). A análise de regressão multivariada linear mostrou que a idade avançada (p=0.042) e os graus mais elevados de catarata (p=0.001) foram significativamente associados à maior redução densidade celular endotelial aos 6 meses de seguimento.
Conclusão: Este estudo mostrou que a idade avançada e as cataratas mais densas podem predispor a uma maior redução densidade celular endotelial após a cirurgia de catarata. Outros fatores, como diabetes mellitus e parâmetros pré-operatórios do segmento anterior, não influenciaram significativamente as alterações pós-operatórias da densidade celular endotelial.
Keywords: Catarata; Facoemulsificação; Diabetes mellitus tipo 2; Retinopatia diabética; Epitélio posterior; Paquimetria corneana; Perda de células endoteliais da córnea
Abstract
Objetivo: Examinar o efeito de infiltrados sub-epiteliais corneanos nas propriedades biomecânicas da córnea após ceratoconjuntivite epidêmica, em comparação com controles saudáveis.
Métodos: Este estudo transversal incluiu pacientes consecutivos com infiltrados sub-epiteliais corneanos bilaterais após ceratoconjuntivite epidêmica e controles saudáveis. Foram medidas a melhor acuidade visual corrigida, uma pontuação do infiltrado sub-epitelial da córnea, a escala de graduação de Fantes e a espessura central da córnea. A histerese da córnea, o fator de resistência da córnea, a pressão intraocular correlacionada à tonometria de Goldmann e a pressão intraocular compensada da córnea foram avaliados com o Ocular Response Analyzer.
Resultados: Este estudo incluiu 66 olhos de 33 pacientes com infiltrados corneanos sub-epiteliais após ceratoconjuntivite epidêmica e selecionou aleatoriamente 37 olhos de 37 voluntários saudáveis. As pontuações médias da escala de Fantes e dos infiltrados sub-epiteliais corneanos nos primeiros olhos acometidos foram respectivamente de 1,8 ± 0,8 e 2,9 ± 1,3. Nos olhos contralaterais, foram respectivamente de 1,3 ± 1,1 e 1,9 ± 1,7 (p=0,009 e p=0,002, respectivamente). O primeiro e o segundo olhos envolvidos tinham córneas significativamente mais finas (respectivamente 526,1 ± 28,1 µm; p=0,005 e 523,4 ± 38,1 µm; p=0,044) em comparação com os controles saudáveis (557,0 ± 38,1 µm). Embora a acuidade visual melhor corrigida tenha mostrado uma correlação positiva com o fator de resistência da córnea (r=0,363, p=0,045) e com a histerese da córnea (r=0,414, p=0,021), a pontuação dos infiltrados sub-epiteliais corneanos mostrou uma correlação negativa com a pressão intraocular correlacionada à tonometria de Goldmann (r=-0,479, p=0,006) e com a pressão intraocular compensada da córnea (r=-0,413, p=0,021).
Conclusão: Os olhos com infiltrados corneanos sub-epiteliais tinham córneas significativamente mais finas em comparação com os controles saudáveis. Ao se medirem os valores de pressão intraocular em pacientes com infiltrados sub-epiteliais corneanos, deve-se levar em consideração tanto as correlações positivas do fator de resistência da córnea e da histerese da córnea com a melhor acuidade visual corrigida quanto as correlações negativas da pressão intraocular correlacionada à tonometria de Goldmann e da pressão intraocular compensada da córnea com a pontuação do infiltrado sub-epitelial da córnea.
Keywords: Ceratoconjuntivite; Pressão intraocular; Epitélio corneano; Corticosteroides; Ciclosporina;Tonometria ocular
Abstract
Objetivos: Explorar sistematicamente as mudanças dinâmicas e a sequência temporal no processo de apoptose de células epiteliais corneanas após excesso de irradiação com ultravioleta B.
Métodos: A radiação ultravioleta B (144 mJ/cm2) foi utilizada para irradiar células epiteliais da córnea de rato durante 2h. A morfologia celular foi observada por meio de microscópio de contraste de interferência diferencial, e os números de diferentes tipos de células apoptóticas foram contados e registrados pelo software ImageJ. A viabilidade celular foi medida pelo método brometo de 3- (4, 5-dimetil-2-tiazolil) -2, 5-difenil-2-H-tetrazólio. A taxa apoptótica celular e a perda do potencial da membrana mitocondrial foram detectadas por meio de análises citométricas de fluxo. Os níveis de expressão de três genes apoptóticos foram medidos por reação em cadeia da polimerase quantitativa em tempo real em diferentes momentos dentro de 0-24 h após a irradiação.
Resultados: Após 144 mJ/cm2 de irradiação com ultravioleta B por 2h, os níveis de expressão de caspase-8 e Bax foram maiores em 0h; o potencial da membrana mitocondrial diminuiu a 0h e permaneceu constante por 6h na cultura subsequente. Às 6h, a caspase-3 foi ativada. A diminuição da viabilidade celular e o aumento da taxa apoptótica atingiu o pico em 6h. A expressão de caspase-3 diminuiu dentro de 12 - 24 h, levando a um declínio na taxa apoptótica e alteração no estágio apoptótico.
Conclusões: As células epiteliais da córnea apresentaram uma apoptose rápida após excesso de irradiação com ultravioleta B, e esse processo foi associado tanto à via extrínseca como à via intrínseca.
Keywords: Irradiação com ultravioleta B; Radiação; Epitélio anterior; Célula epitelial; Sobrevivência celular; Apoptose; Ratos
Abstract
PURPOSE: To characterize the extracellular vesicle protein cargo in the aqueous humor and plasma of patients with ocular toxoplasmosis.
METHODS: Aqueous humor and plasma were collected from six patients with active ocular toxoplasmosis and six patients with cataract. Extracellular vesicles were isolated, and western blotting and mass spectrometry were performed for protein analysis.
RESULTS: All plasma samples from patients with ocular toxoplasmosis and cataract were positive for the tetraspanins CD63 and TSG101. However, the aqueous humor from patients with ocular toxoplasmosis was positive only for CD63. Sixty-seven new unreported proteins were identified in the aqueous humor and plasma of patients with the ocular toxoplasmosis and cataract. Of the 67 proteins, 10 and 7 were found only in the cataract and ocular toxoplasmosis groups, respectively. In general, these proteins were involved in immune system activation and retina homeostasis and were related to infections and retina-associated diseases. Conclusion: The distinct protein signatures between ocular toxoplasmosis and cataract may be helpful in the differential diagnosis of ocular toxoplasmosis. However, more studies are needed to better understand the role of these proteins in the pathogenesis of ocular toxoplasmosis.
Keywords: Extracellular vesicles; Proteomics; Toxoplasma gondii; Ocular toxoplasmosis, Aqueous humor; Plasma; Liquid biopsy
Abstract
PURPOSE: This study was conducted to investigate the effect of injectable platelet-rich fibrin on the recovery of compromised epithelium due to crosslinking treatment.
METHODS: In this comparative study, the epithelial closure rates and in vivo confocal biomicroscopy results of 26 patients with keratoconus who underwent subconjunctival injection of injectable platelet-rich fibrin near the limbus after epithelium-off corneal crosslinking treatment were compared with those of 25 patients who did not receive the injection of injectable platelet-rich fibrin.
RESULTS: The average time to epithelial defect closure in the injectable platelet-rich fibrin group was 2.76 ± 0.90 days compared to 3.56 ± 0.86 days in the non-injectable platelet-rich fibrin group (p=0.003). At the end of the 1st month, the mean subbasal nerve plexus density was 1.26 ± 1.61 nerves/mm2 in the injectable platelet-rich fibrin group, whereas it was 0.72 ± 0.89 nerves/mm2 in the non-injectable platelet-rich fibrin group (p=0.016). By the 3rd month, the density increased to 3.42 ± 1.13 nerves/mm2 in the injectable platelet-rich fibrin group and 2.36 ± 1.15 nerves/mm2 in the non-injectable platelet-rich fibrin group (p=0.002). Similarly, the anterior stromal keratocyte density at the end of the 1st month was 93.6 ± 33.5 cells/mm2 in the injectable platelet-rich fibrin group compared to 67.3 ± 26.4 cells/mm2 in the non-injectable platelet-rich fibrin group (p=0.001). By the end of the 3rd month, the density increased to 255.2 ± 45.7 cells/mm2 in the injectable platelet-rich fibrin group and 222.1 ± 43.6 cells/mm2 in the non-injectable platelet-rich fibrin group (p=0.011). In the non-injectable platelet-rich fibrin group, one patient developed a sterile infiltrate at the end of the 1st week, whereas no complications were observed in the injectable platelet-rich fibrin group.
CONCLUSION: Subconjunctival injectable platelet-rich fibrin application is an effective and safe method for corneal epithelial healing after crosslinking treatment.
Keywords: Keratoconus; Platelet-rich fibrin; Epithelium; corneal; Corneal crosslinking; Wound healing
Abstract
PURPOSE: To investigate the association of pre-photorefractive keratectomy Schirmer-1 test value with post-photorefractive keratectomy central corneal epithelial thickness, ocular surface disease index score, and uncorrected distance visual acuity.
METHODS: Patients were categorized according to preoperative Schirmer-1 value: the normal Schirmer Group (n=54; Schirmer-1 test value, >10 mm) and the low Schirmer Group (n=52; Schirmer-1 test value, between 6 and 10 mm). We analyzed ablation depth, visual acuity, result of Schirmer-1 test (with anesthesia), tear film break-up time, ocular surface disease index score, central corneal epithelial thickness, and spherical equivalent refraction.
RESULTS: We found significant differences between the groups in Schirmer-1 test value, tear film break-up time, and ocular surface disease index score, both preoperatively and postoperatively (p<0.001). The preoperative central corneal epithelial thicknesses of the two groups were similar (p>0.05). After photorefractive keratectomy, the Schirmer-1 test value and spherical equivalent refraction decreased in both groups (p<0.05), and ocular surface disease index scores and central corneal epithelial thickness values increased in the low Schirmer Group (p<0.001) but not in the normal Schirmer Group (p>0.05). The postoperative central corneal epithelial thicknesses of the low Schirmer Group were significantly higher than those of the normal Schirmer Group (p<0.001). Postoperative uncorrected distance visual acuity did not differ significantly between the two groups (p>0.05).
CONCLUSIONS: In patients with low Schirmer-1 test values before photorefractive keratectomy, the corneal epithelium thickened and ocular surface complaints increased during the postoperative period. However, changes in the corneal epithelium did not affect the postoperative uncorrected distance visual acuity. To reduce postoperative problems on the ocular surface in these patients, we recommend that dry eye be treated before photorefractive keratectomy.
Keywords: Epithelium, corneal; Cornea; Photorefractive keratectomy; Schirmer test; Visual acuity
Abstract
PURPOSE: To assess the outcomes of deep anterior lamellar keratoplasty or penetrating keratoplasty at the scar and the edema stages.
METHODS: Forty-five patients (45 eyes) with keratoconus scar stage (scar group, n=26; penetrating keratoplasty a subgroup, n=7; deep anterior lamellar keratoplasty b subgroup, n=19) and keratoconus edema stage (edema group, n=19; penetrating keratoplasty c subgroup, n=12; deep anterior lamellar keratoplasty d group, n=7) who received penetrating keratoplasty or deep anterior lamellar keratoplasty from 2000 to 2022 were retrospectively studied. At 1, 6, and 12 months after surgery, the best-corrected visual acuity, astigmatism, spherical equivalent, corneal endothelial cell density, and complications were analyzed.
RESULTS: The best-corrected visual acuity and average corneal endothelial cell loss rate were not significantly different between the scar and edema groups (p>0.05). At 6 and 12 months after surgery, the astigmatism and spherical equivalent in the scar group were significantly lower than those in the edema group (p<0.05). The spherical equivalent of the deep anterior lamellar keratoplasty b subgroup was lower than that of the penetrating keratoplasty a subgroup in the scar group 6 months after surgery (p<0.05). In the edema group, there was no significant difference in spherical equivalent between subgroups (p>0.05). There were no significant differences in best-corrected visual acuity and astigmatism between subgroups within the two groups (p>0.05). In comparison to the scar group, the edema group experienced more complications. According to a survival analysis, there was no statistically significant difference between the scar group and the edema group regarding the progression of vision.
CONCLUSIONS: In terms of the outcomes and prognosis for vision after keratoplasty with edema stage and scar stage, deep anterior lamellar keratoplasty may be as effective as penetrating keratoplasty.
Keywords: keratoconus; Edema; Cicatrix; keratoplasty, penetrating; Corneal transplantation; Astigmatism; Corneal endothelial cell loss; Endothelial cells
Abstract
OBJETIVOS: Foram estudadas cinco técnicas de cultivo primário de células epiteliais de córnea humana para se determinar o melhor protocolo para a obtenção do maior rendimento de meio de cultivo condicionado para ser utilizado na diferenciação de células tronco mesenquimais para células epiteliais de córnea.
MÉTODOS: As técnicas de cultivo estudadas foram: explantes em frascos de cultivo com e sem tratamento hidrofílico de superfície, sobre membrana amniótica, com digestão enzimática e por raspado de córnea. O meio de cultivo condicionado foi coletado e as células tronco mesenquimais induzidas a se diferenciarem em células epiteliais da córnea utilizando o meio de cultivo condicionado. As células foram caracterizadas por citometria de fluxo com pan-citoqueratina e com os marcadores específicos da córnea, citoqueratina 3 e citoqueratina 12.
RESULTADOS: A técnica utilizando frascos com o tratamento de superfície apresentou o maior rendimento de meio de cultivo condicionado. Os frascos sem tratamento de superfície levaram a uma taxa de sucesso muito baixa. A digestão enzimática e a raspagem da córnea mostraram contaminação das culturas com fibroblastos de córnea. A cultura sobre membranas amnióticas só permitiu a coleta do meio de cultivo condicionado durante a 1ª confluência celular. A análise de citometria de fluxo confirmou o sucesso da diferenciação celular utilizando o meio de cultivo condicionado coletado, demonstrada pela expressão de citoqueratina 3 (95,3%), citoqueratina 12 (93,4%) e pan-citoqueratina (95,3%).
CONCLUSÃO: O cultivo de explantes de células tronco mesenquimais em frascos com tratamento hidrofílico de superfície é a melhor técnica para a obtenção de um alto rendimento de meio de cultivo condicionado.
Keywords: Cultivo de células; Células tronco mesenquimais; Diferenciação celular; Células epiteliais; Córnea; Meio de cultivo condicionado; Técnicas de cultivo
Abstract
O presente trabalho traz uma revisão das abordagens terapêuticas para a cegueira da córnea. O estudo detalha as etapas e os elementos envolvidos na cicatrização da córnea. Ele mostra as limitações das estratégias cirúrgicas e farmacológicas usadas para restaurar e manter a transparência da córnea em termos de sobrevida a longo prazo e alcance geográfico. As perspectivas dos agentes anabólicos, incluindo vitamina A, hormônios, fatores de crescimento e novos moduladores pró-mitóticos e anti-inflamatórios para auxiliar a cicatrização da ferida na córnea, são revisadas criticamente. Aqui, apresentamos estudos envolvendo nanotecnologia, terapia gênica e reengenharia de tecidos como possíveis estratégias futuras para atuar de maneira isolada ou combinada com a cirurgia da córnea para prevenir ou reverter a cegueira corneana.
Keywords: Cegueira; Doenças da córnea; Transplante de córnea; Terapia genética; Terapia baseada em transplante de células e tecidos; Células-tronco
Abstract
This study aimed to evaluate the efficacy and safety of topical losartan for treating corneal injuries and stromal fibrosis based on preclinical and clinical evidence. A systematic search was conducted in October 2024 following PRISMA guidelines across Embase, PubMed, Web of Science, and the Cochrane Library. Studies assessing topical losartan use in animal models or human patients with corneal injury were included. No randomized clinical trials were identified. Of 750 articles screened, 12 met the inclusion criteria – seven preclinical studies and five case reports. Preclinical evidence indicated that topical losartan at 0.2-0.8 mg/dL reduced stromal opacity and myofibroblast differentiation. Higher concentrations (8-80 mg/dL) offered no additional benefit and were associated with ocular surface irritation. The five case reports included 11 patients (12 eyes); eight eyes showed visual improvement, and no adverse effects were observed at a dose of 0.8 mg/dL. Topical losartan demonstrates potential as an antifibrotic agent for corneal injuries. However, variability in outcomes and dose-related toxicity at higher concentrations highlight the need for controlled clinical trials to confirm efficacy, establish optimal dosing, and ensure safety.
Keywords: Cornea; Epithelial cells; Myofibroblasts; Corneal opacity; Losartan
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