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Search for: Melanoma; Uveal neoplasms; Cobalt; Prognosis
Abstract
Objetivo: O melanoma da conjuntiva é um tumor raro e agressivo, com propensão à disseminação metastática regional e distante. Este estudo tem como objetivo analisar os marcadores BRAF e NRAS no melanoma da conjuntiva e sua relação com recidivas tumorais e com o prognóstico do paciente.
Métodos: Este foi um estudo retrospectivo, observacional e unicêntrico de pacientes consecutivos com diagnóstico anatomopatológico de melanoma da conjuntiva feito entre janeiro de 1992 e dezembro de 2019. As mutações BRAF e NRAS foram analisadas com o kit cobas® 4800 (Roche®) em amostras obtidas através de biópsia excisional ou por mapa. Além disso, foi avaliada a presença de lesões pré-cancerosas ou tumorais associadas.
Resultados: Foram incluídos 12 pacientes com amostras histológicas positivas para melanoma da conjuntiva (7 mulheres e 5 homens), com idade média ao diagnóstico de 60 anos e tempo médio de evolução de 6,38 ± 3,4 anos. A mutação BRAF V600E foi encontrada em 3 biópsias (25%), bem como a NRAS Q61X (25%). Ocorreram recidivas em todos os pacientes positivos para mutações de BRAF ou NRAS e 5 desses pacientes desenvolveram disseminação sistêmica (83,33%). Além disso, 4 dos 6 pacientes com BRAF ou NRAS mutante (66,66%) apresentaram achados histopatológicos de lesões tumorais ou pré-cancerosas.
Conclusões: As mutações BRAF e NRAS podem ser fatores de risco para recorrência e menor sobrevida no melanoma da conjuntiva, o que tornaria esses pacientes candidatos a terapias direcionadas e a um acompanhamento mais abrangente e individualizado. Todos esses dados justificam mais estudos prospectivos padronizados.
Keywords: Neoplasias da túnica conjuntiva; Melanoma; Biomarcadores tumorais; Proteínas proto-oncogênicas B-raf; Genes ras.
Abstract
OBJETIVO: Analisar características individuais, tumorais e dosimétricas de pacientes diagnosticados com melanoma uveal, tratados através de braquiterapia epiescleral com iodo-125 (I125), que apresentaram perda da acuidade visual útil após o tratamento e analisar a evolução global da acuidade visual em uma população da Espanha.
MÉTODOS: Este é um estudo observacional de coorte histórica considerando pacientes com melanoma uveal diagnosticados entre setembro de 1995 e junho de 2015. Foram coletados dados clínicos, tumorais e dosimétricos e medida a acuidade visual em condições de prática clínica diária, considerando uma acuidade visual útil superior a 0,1 na escala decimal. A análise de base foi efetuada por curvas Kaplan-Meier descritivas de sobrevivência.
RESULTADOS: Um total de 286 dos 665 pacientes diagnosticados com melanoma uveal recebeu braquiterapia epiescleral e 198 deles foram incluídos no estudo. O tempo médio de acompanhamento foi de 75,3 meses (IC 95%: 68,0-82,6). Os pacientes com perda da acuidade visual útil após o tratamento (n=94, 47%) apresentaram as seguintes características: sintomas visuais (n=80, p=0,001), cor da íris (castanha: n=33, castanho-esverdeada: n=49; p=0,047), tamanho de acordo com o Collaborative Ocular Melanoma Study (tamanho médio: n=80, p=0,159), tumor, nódulo, estágio de metástase (T2: n=38, T3: n=38, p=0,012), forma (nodular: n=67, em forma de cogumelo: n=26, p=0,001), envolvimento do polo posterior (n=47, p=0,04), recorrência (n=10, p=0,001) e dose administrada na fóvea, no nervo óptico e no centro do olho (p<0,002). Na análise de Kaplan-Meier, o tempo médio de sobrevivência geral da acuidade visual útil foi de 90,19 meses e a probabilidade de preservação da acuidade visual útil foi de 66% por um ano, 45% por 5 anos e 33% por 10 anos.
CONCLUSÃO: O perfil de paciente com maior probabilidade de perda da acuidade visual útil é o de homem idoso com íris escura, diagnosticado com sintomas visuais e melanoma de tamanho médio a grande, em forma de cogumelo no polo posterior (próximo à fóvea, ao nervo óptico ou a ambos). Todos os pacientes tratados com braquiterapia epiescleral terão perda da acuidade visual, mais pronunciada nos primeiros anos após o tratamento.
Keywords: Melanoma; Neoplasias uveiais; Radioisótopos do iodo; Braquiterapia; Acuidade visual
Abstract
OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi de apresentar a nossa experiência no uso da termografia como método complementar para o diagnóstico inicial e a diferenciação de tumores intraoculares, bem como para a avaliação da eficácia do tratamento de melanomas intraoculares.
MÉTODOS: O grupo estudado compunha-se de 37 pacientes com tumores intraoculares, sendo 9 com melanoma uveal, 8 com melanoma uveal após braquiterapia com I125, 12 com metástases focais na úvea e 8 com hemangioblastoma capilar retiniano. As imagens do ponto central da córnea, da área do olho e da área da cavidade orbital foram obtidas com uma câmera FLIR T640.
RESULTADOS: Os olhos dos pacientes com melanoma uveal tinham temperaturas mais elevadas do que as dos olhos normais dos mesmos, em toda a faixa dos parâmetros medidos nas regiões de interesse. No grupo de pacientes com melanoma após braquiterapia mal sucedida, encontrámos temperaturas maiores no ponto central da córnea. Nos pacientes com regressão do tumor, todos os parâmetros medidos foram menores no olho acometido. Encontrámos temperaturas mais baixas em toda a faixa dos parâmetros testados e das áreas medidas nos olhos com metástases na coroide. Os olhos com hemangioblastoma intraocular diagnosticado caracterizaram-se por parâmetros mais elevados nas regiões de interesse, em comparação com olhos sem essa patologia.
CONCLUSÕES: O exame termográfico do olho pode usar-se como ferramenta de diagnóstico adicional de triagem na diferenciação de tumores intraoculares. A termografia pode ser uma ferramenta útil no acompanhamento do desfecho do tratamento em pacientes com melanoma intraocular.
Keywords: Termografia; Neoplasias uveais; Melanoma; Metástases neoplásicas; Neoplasias oculares/secundário; Hemangioblastoma
Abstract
Objetivo: Comparar a acuidade visual prevista pelo Escore de Trauma Ocular com a acuidade visual final dos pacientes vítimas de trauma ocular aberto atendidos em hospital no sul do Brasil.
Métodos: Foram analisados 120 olhos de 119 vítimas de trauma ocular aberto. Foi realizado um estudo observacional e retrospectivo em hospital universitário. Foram extraídos dados de prontuários relacionados a idade, sexo, olho acometido e mecanismo de trauma, bem como dados para o cálculo do Escore de Trauma Ocular (acuidade visual inicial, presença de ruptura de globo, perfuração, endoftalmite, descolamento de retina, defeito pupilar aferente) e acuidade visual final.
Resultado: Houve concordância entre a acuidade visual prevista pelo Escore de Trauma Ocular e a acuidade visual final prevista no presente estudo. A análise isolada das variáveis demonstrou significância para acuidade visual inicial (p<0,001), para descolamento de retina (p=0,001) e para defeito pupilar aferente (p<0,004). Não houve diferença significativa entre a acuidade visual final do estudo original do Escore de Trauma Ocular. e na população abordada no presente estudo.
Conclusão: O Escore de Trauma Ocular pode ser aplicado à população estudada no presente estudo como ferramenta de determinação do prognóstico visual em vítimas de trauma ocular aberto. As variáveis mais significativas são acuidade visual inicial, descolamento de retina e defeito pupilar aferente. Estudos prospectivos com amostras maiores são necessários para comprovar tal hipótese.
Keywords: Índices de gravidade do trauma; Acuidade visual; Traumatismos oculares; Prognóstico
Abstract
Objetivo: Determinar a frequência de neoplasia escamosa da superfície ocular associada ao pterígio com apresentação clínica, em um centro de referência em Oftalmologia da região central do México.
Métodos: Revisamos os laudos histopatológicos e as lâminas de biópsia de todos os pacientes que foram submetidos à cirurgia de pterígio de 2014 a 2016 no Instituto Mexicano de Oftalmologia, na cidade de Querétaro.
Resultados: Estudamos 177 amostras de biópsia; 66% eram de pacientes do sexo feminino, sendo a mediana da idade de 52 anos. Encontramos neoplasia escamosa da superfície ocular em 11,29% (n=20). Uma amostra de biópsia mostrou um carcinoma queratinizante infiltrativo pouco diferenciado.
Conclusões: A prevalência da neoplasia escamosa da superfície ocular nessa região parece ser maior do que a indicada por outras pesquisas. Mais estudos de âmbito nacional são necessários para determinar a verdadeira prevalência da neoplasia escamosa da superfície ocular no México e examinar os fatores de risco relacionados.
Keywords: Pterígio; Neoplasias da túnica conjuntiva; Neoplasias oculares; Histopatologia; Carcinoma de células escamosas
Abstract
Objetivo: Descrever os achados clínicos, tratamentos, e desfechos em uma série de pacientes com metástases vítreas de melanoma cutâneo.
Métodos: Série retrospectiva de casos de único centro com intervenção. Pacientes incluídos tiveram seu diagnóstico de MVMC confirmado por biópsia entre 1997 e 2020. Vitrectomia via pars plana com 23 ou 25 gauge foram realizadas para obter espécimens. Esclerotomias foram tratadas com crioterapia em duplo ou triplo congelamento. Injeção intravítrea perioperatória de melfalano (32 ug/0,075 mL) foi administrada quando necessário. Foram relatados acuidade visual, pressão intraocular, resposta terapêutica sistêmica e ocular.
Resultados: Cinco olhos de 5 pacientes com metástases vítreas de melanoma cutâneo unilateral foram identificados. Idade média de diagnóstico foi 84 anos (variando de 37-88). Seguimento médio após diagnóstico oftalmológico foi 28 (8,5-36) meses; 1 paciente não teve acompanhamento. Acuidade visual inicial variou de 20/30 a movimentos de mão. Achados clínicos iniciais incluíram infiltração de células pigmentadas e não-pigmentadas no vítreo (5/5), segmento anterior (4/5), e retina (3/5). Quatro pacientes tiveram glaucoma secundário. Tratamento sistêmico incluiu imunoterapia com inibidores da via de sinalização (3 - todos com resposta parcial/completa), quimioterapia sistêmica (2), ressecção cirúrgica (3), e irradiação (2). Intervalo médio entre diagnóstico primário e metástases vítreas foi 2 (2-15) anos. Um paciente teve doença sistêmica ativa simultânea as metástases vítreas. Acuidade visual final variou entre 20/40 e SPL. Tratamento oftalmológico incluiu vitrectomia nos 5 pacientes, melfalano intravítreo em 3 e metotrexato intravítreo em 1. Um paciente precisou de enucleação. A histopatologia revelou invasão celular extensa de melanoma.
Conclusões: Metástases vítreas de melanoma cutâneo pode se manifestar como uma infiltração difusa de células pigmentadas e não-pigmentadas no vítreo e erroneamente diagnosticada como uveites. Vitrectomia diagnóstica e quimioterapia intravítrea periódica podem estar indicadas.
Keywords: Melanoma; Neoplasias oculares; Neoplasias cutâneas; Corpo vítreo; Metástase neoplásica; Inibidores de checkpoint imunológico; Imunoterapia; Injeções intravítreas; Melfalan; Metotrexato
Abstract
PURPOSE: This study aimed to analyze the association between magnetic resonance imaging apparent diffusion coefficient map value and histopathological differentiation in patients who underwent eye enucleation due to retinoblastomas.
METHODS: An observational chart review study of patients with retinoblastoma that had histopathology of the lesion and orbit magnetic resonance imaging with apparent diffusion coefficient analysis at Hospital de Clínicas de Porto Alegre between November 2013 and November 2016 was performed. The histopathology was reviewed after enucleation. To analyze the difference in apparent diffusion coefficient values between the two major histopathological prognostic groups, Student's t-test was used for the two groups. All statistical analyses were performed using SPSS version 19.0 for Microsoft Windows (SPSS, Inc., Chicago, IL, USA). Our institutional review board approved this retrospective study without obtaining informed consent.
RESULTS: Thirteen children were evaluated, and only eight underwent eye enucleation and were included in the analysis. The others were treated with photocoagulation, embolization, radiotherapy, and chemotherapy and were excluded due to the lack of histopathological results. When compared with histopathology, magnetic resonance imaging demonstrated 100% accuracy in retinoblastoma diagnosis. Optic nerve invasion detection on magnetic resonance imaging showed a 66.6% sensitivity and 80.0% specificity. Positive and negative predictive values were 66.6% and 80.0%, respectively, with an accuracy of 75%. In addition, the mean apparent diffusion coefficient of the eight eyes was 0.615 × 103 mm2/s. The mean apparent diffusion coefficient value of poorly or undifferentiated retinoblastoma and differentiated tumors were 0.520 × 103 mm2/s and 0.774 × 103 mm2/s, respectively.
CONCLUSION: This study revealed that magnetic resonance imaging is useful in the diagnosis of retinoblastoma and detection of optic nerve infiltration, with a sensitivity of 66.6% and specificity of 80%. Our results also showed lower apparent diffusion coefficient values in poorly differentiated retinoblastomas with a mean of 0.520 ×
103 mm2/s, whereas in well and moderately differentiated, the mean was 0.774 × 103 mm2/s.
Keywords: Retinoblastoma; Prognosis; Retinal neoplasms; Orbit; Diffusion magnetic resonance imaging
Abstract
Relato de caso de paciente 56 anos, sexo masculino, com histórico de vitrectomia via pars plana por descolamento de retina em olho direito e posterior implante de dispositivo de drenagem por glaucoma secundário. Dois anos após o procedimento foi encaminhado ao serviço por baixa de acuidade visual (AV) de 20/200 (1.00 LogMAR). À fundoscopia, observou-se uma elevação amelanótica temporal no equador com hipótese diagnóstica de melanoma de coroide amelanótico. O exame de ultrassom mostrou implante de dispositivo de drenagem justabulbar temporal superior com comunicação transescleral para espaço subcoroidal (fístula), sugerindo bolsão focal de descolamento de coroide em equador temporal superior simulando melanoma de coroide amelanótico. O paciente foi abordado cirurgicamente devido membrana epirretiniana com nova vitrectomia via pars plana para peeling de membrana limitante interna, sem repercussões no local da fístula, evoluindo bem com acuidade visual de 20/70 (0.55 LogMAR). Ao nosso conhecimento, este é o primeiro caso relatado nessa condição.
Keywords: Descolamento retiniano; Desprendimento da retina; Glaucoma; Implantes para drenagem de glaucoma; Neoplasias da coroide; Melanoma; Angiofluoresceínografia; Dexametasona; Humanos; Relatos de casos.
Abstract
O objetivo é alertar a comunidade oftalmológica sobre uma manifestação atípica de neoplasia escamosa da superfície ocular (OSSN) que pode levar a um atraso no diagnóstico e tratamento, evoluindo com prognóstico reservado e significativas sequelas. Homem, imunocompetente, 61 anos com diagnóstico inicial de esclerite necrosante em olho direito há 3 meses, em tratamento com prednisona sistêmica porém com persistência da dor e baixa acuidade visual. Realizado biópsia conjuntival em região acometida e diagnosticado como neoplasia escamosa da superfície ocular invasiva. Evolui com invasão intraocular e orbital sendo submetido a exenteração. Assim sendo, deve-se suspeitar de síndrome mascarada frente a um paciente com lesões nódulo-ulcerativas da conjuntiva e esclera. Essa forma clínica pode ser mais agressiva, com maior chance de comprometimento intraocular e orbital. Quanto mais precoces o diagnóstico e o tratamento, melhor o prognóstico para o paciente.
Keywords: Neoplasias de células escamosas; Neoplasias da túnica conjuntiva; Doenças da córnea; Neoplasias oculares Esclerite; Interferon alfa-2
Abstract
O melanoma iridociliar em anel é um tipo incomum de melanoma uveal. As manifestações clínicas variam desde casos assintomáticos até síndromes mascaradas que mimetizam um glaucoma refratário. As opções de tratamento incluem radioterapia e enucleação. O manejo do melanoma uveal metastático continua desanimador. Novas terapias usando inibidores de checkpoint imunológico estão atualmente em estudo. Apresentamos o caso de uma mulher hispânica de 54 anos com perda progressiva da visão por um melanoma metastático em anel, com semeadura de câmara anterior, tratada com pembrolizumabe.
Keywords: Neoplasia uveal/complicação; Melanoma; Neoplasia da íris/secundário; Corpo ciliar; Anticorpo monoclonal humanizado; Inibidor de checkpoint imunológico; Humanos; Relato de caso.
Abstract
A disseminação metastática ocular de tumores sistêmicos é incomum, ocorrendo principalmente na coroide e em pacientes idosos. O câncer de pulmão é considerado o principal tumor metastático ocular em homens, contudo, outras doenças oculares, como as uveítes e lesões retinianas, podem mimetizar os implantes secundários tumorais nos tecidos oculares. O aspecto fundoscópico das neoplasias da coroide pode apresentar similaridade com outros processos infecciosos, especialmente o tuberculoma de coroide. Dessa forma, a investigação clínica detalhada é de grande importância no diagnóstico de pacientes com massas coroideanas, especialmente quando configuram a primeira manifestação de uma doença sistêmica e grave. Relatamos um caso raro de metástase coroideana como primeira manifestação clínica do carcinoma de células renais em um homem jovem, mimetizando um tuberculoma de coroide.
Keywords: Neoplasias renais/complicações; Metástase neoplásica; Carcinoma de células renais; Neoplasias da coroide/etiologia; Humanos; Relatos de casos
Abstract
We present a rare case of primary caruncle basal cell carcinoma (BCC), a condition with limited occurrences. Our patient, an 80-year-old woman without prior ocular pathological history, presented a 2x2mm pedunculated blackish nodular lesion on the caruncle of her left eye, without local conjunctival or cutaneous involvement. Histological analysis following complete excision confirmed the presence of basal cell carcinoma within the caruncle. Over a span of 30 months, no recurrence has been observed. While scant cases are documented in the literature, we conducted a review of these instances. Despite its infrequent manifestation, this condition should be taken into account when evaluating caruncular tumors, given its tendency to invade the orbit. Complete excision with free surgical margins is the treatment of choice, and adjuvant radiotherapy or chemotherapy might be considered.
Keywords: Conjunctival diseases; Eye neoplasms; Sebaceous gland neoplasms; Conjunctival neoplasms; Carcinoma, basal cell; Diagnosis, differential; Humans; Case reports
Abstract
Follicular thyroid cancers account for 15%-20% of all thyroid tumors. Choroidal metastases secondary to follicular thyroid cancer rarely occur. Herein, we report the case of an 85-year-old woman who presented choroidal metastasis from a follicular thyroid carcinoma in the right eye 7 years after total thyroidectomy and underwent enucleation. To confirm the diagnosis and primary tumor site, histopathological, and immunohistochemical examinations were performed. One year later, she presented metastasis in the contralateral eye. Few similar cases have been described in the literature.
Keywords: Choroid neoplasms/secondary; Neoplasm metastasis; Adenocarcinoma, follicular; Thyroid neoplasms
Abstract
O granuloma central de células gigantes é um tumor ósseo raro que afeta pacientes jovens com comprometimento anatômico e funcional da maxila e mandíbula. A terapia com injeção de esteroides constitui uma modalidade de tratamento menos invasiva para o controle da doença em casos selecionados. A isquemia retiniana é uma complicação relatada em vários procedimentos médicos, incluindo intervenções odontológicas, e pode levar à perda da visão com mau prognóstico. Relatamos um caso de doença isquêmica arteriolar da retina após o tratamento com granuloma central de células gigantes com corticosteroides injetados locais.
Keywords: Retina; Isquemia; Neoplasias da mandíbula; Neoplasias maxilomandibulares; Granuloma de células gigantes; Esteróides
Abstract
Descrever um caso de tecido de glândula lacrimal orbitário intracônico e revisar a literatura sobre choristomas lacrimais. Os termos heterotópico, ectópico, aberrante, choristoma e glândula lacrimal foram usados para procurar manuscritos em inglês, espanhol e francês. Todos os artigos encontrados foram revisados. Os choristomas lacrimais relatados foram classificados segundo a localização das lesões, aparência clínica, manejo e desfecho. Imagens de ressonância magnética de um novo caso orbitário comprovado por biópsia também são apresentadas. Foram revisados setenta e nove artigos, de 1887 a 2019, descrevendo 113 casos de choristomas constituídos por tecido de glândula lacrimal normal. Apenas 2 casos (2%) não estavam associados com o olho ou seus anexos. A maioria das 111 lesões restantes foram encontradas na superfície dos olhos (n=46) e nas órbitas (n=34). Os choristomas intraoculares foram encontrados em 18 pacientes. As demais lesões foram diagnosticadas nas pálpebras (n=10) e no sistema lacrimal (n=3). Os choristomas orbitais e intraoculares foram as lesões mais deletérias. Na órbita eles são frequentemente associados com diplopia permanente. Os choristomas lacrimais intraoculares imitam neoplasias e são uma causa comum de enucleação. Os choristomas lacrimais não são incomuns. Este tipo peculiar de lesão já foi induzido experimentalmente uma única vez e pode aparecer em uma variedade de locais associados ao globo e sua anexos. Os choristomas intraoculares têm um prognóstico visual ruim.
Keywords: Glândula lacrimal; Coristoma; Prognostico
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